
Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
E depois do adeus?

quarta-feira, 19 de julho de 2017
De regresso ao cais ... ou um barco chamado QUALIFICA
Sísifo
Recomeça…Se puderes, Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Aqui estou eu, de novo, a empurrar o mármore montanha acima, a lançar o barco para longe do cais, a ajustar a vela ao vento, segura da nova aventura, sem logro, ladeada de marujos decididos a chegar a bom porto.Enquanto não alcancesE, nunca saciado,
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
Vai colhendo Ilusões sucessivas no pomar
E vendo Acordado, O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga, Diário XIII
Vídeo Promocional do Programa Qualifica from ANQEP on Vimeo.
terça-feira, 11 de julho de 2017
“Desafios e Mudanças nas Bibliotecas: perspetivas de desafios”
- Mudanças nas bibliotecas;
- Desafios às bibliotecas;
- Ações em Portugal.
* no acesso e gestão da informação;
- valorizar a expansão dos recursos educativos on line (valorizando a Aprendizagem ao Longo da Vida e promovendo um maior reconhecimento da educação formal, não-formal e informal);
- defender os valores do acesso à informação (pois em tempos de agitação política e económica, as bibliotecas são mais desafiadas a defender a liberdade intelectual e, o livre acesso ao conhecimento e à informação);
- promover o acesso livre à informação e ao conhecimento (uma vez que nas bibliotecas das instituições de ensino superior é possível aceder a bases de dados e repositórios digitais de diversas publicações científicas);
- tornar relevantes os fluxos de informação institucionais (devendo ocupar um lugar de destaque nos processos de gestão da informação e da visibilidade de resultados e permitindo a estudantes e a investigadores aceder a uma diversidade de publicações científicas);
- reforçar as competências profissionais (apostando em desenvolver comunidades de prática e um esforço de diálogo e de convergência profissional);
- criar makerspaces (disponibilizando, por exemplo, impressoras 3D, sendo esta uma prática em funcionamento na Universidade do Minho).
- a importância de “fazer mais com menos” (como sempre tem sido, em plena época de contenção e, simultaneamente, exigência, mostrando o valor da ação);
- a ampliação do campo de ação e a captação de novos públicos (mas… estarão as bibliotecas excessivamente focadas na animação e leitura? Dever-se-á apostar menos na coleção e mais na comunidade e melhor na gestão de informação?);
- a recuperação da memória e do património local e regional (criando suportes sólidos que congreguem esse material e legado);
- o papel das bibliotecas como agentes facilitadores da Ciência Aberta (dada a relevância na política nacional, transformando as bibliotecas em pequenos laboratórios de ciência).
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Conferência Europeia de ALV
- Contribuir para o aprofundamento de temáticas associadas a ALV em Portugal e na Europa, focalizando grupos específicos e os desafios à sua inclusão;
- Partilhar as estratégias de intervenção no desenvolvimento, formação e certificação da aprendizagem ao longo da vida;
- Estabelecer uma agenda de investigação e formação na área;
- Consolidar as redes de profissionais, empresas e instituições nacionais e internacionais na área.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
CQEP: Sonhos, numa noite de verão...
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
O canto das cigarras
Gosto de ouvir o canto das cigarras.
"A superioridade do sonhador consiste em que sonhar é muito mais prático que viver, e em que o sonhador extrai da vida um prazer muito mais vasto e muito mais variado do que o homem de ação. Em melhores e mais diretas palavras, o sonhador é que é o homem de ação." Fernando Pessoa, Livro do Desassossego
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
A Orquestra
"Gosto de ir ver a orquestra. Vou ouvi-la, também, mas gosto mesmo é de a ver: enche-se-me a alma de uma outra forma; junto à beleza da música o encanto de ver o homem ser como deve ser. Dominar um instrumento musical leva muito tempo. É preciso tornar os gestos sólidos e finos. Exige o aperfeiçoamento constante de qualquer coisa que nasceu connosco, deve desenvolver-se dentro de nós e brotar mais tarde, com naturalidade, como a água da fonte."
A mesma solidez encontra-se na Educação e Formação de Adultos. Uma pauta foi criada há várias décadas e, desde então, diversos agentes que foram virando as páginas da História da Educação em Portugal, estudaram estratégias para aprimorar a melodia concertada dos instrumentos teóricos e pedagógicos e as ferramentas metodológicas que iam sendo manipuladas para tornar o som ainda mais afinado.
domingo, 29 de janeiro de 2012
EDEN 2012 Annual Conference: Open Learning Generations
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Sentidos e Significados da Aprendizagem ao Longo da Vida
Do ponto de vista teórico e conceptual…
Do ponto de vista substantivo…
Do ponto de vista das práticas e sistemas educativos…
- Aprendizagem ao longo da vida vista como educação de adultos, como de resto está subjacente aos indicadores estatísticos (como por exemplo os disponibilizados pelo Eurostat) que a medem através da participação de adultos em ações de educação/formação.
- Estreita associação entre aprendizagem ao longo da vida e sistemas educativos, esquecendo que a aprendizagem decorre também em espaços informais que não se estruturam em termos de objetivos educativos e que correspondem às atividades diárias relacionadas, designadamente, com o trabalho, a família ou o lazer.
- Subjugar a aprendizagem ao longo da vida a finalidades profissionais e de competitividade económica, reduzindo os processos de aprendizagem dos indivíduos a meios para assegurar a capacidade produtiva de cada um de nós.
- A aprendizagem ao longo da vida tende a ser entendida, sobretudo, como um processo que é responsabilidade exclusiva dos indivíduos. Nos termos de Biesta (2006), trata-se de considerar a aprendizagem como um assunto e uma responsabilidade do indivíduo, menorizando a necessidade de criar condições que favoreçam a emergência de dinâmicas de aprendizagem ao longo da vida e a adesão dos indivíduos a essas dinâmicas. Essas condições, favoráveis à aprendizagem ao longo da vida, passam por uma multiplicidade de estratégias como as oportunidades educativas e formativas dirigidas a diferentes tipos de públicos, os mecanismos de reconhecimento e validação de aprendizagens informais, os apoios concedidos aos indivíduos (financeiros, mas também logísticos) para frequentar ações de educação e formação, entre outras.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Psicologia da Formação Profissional e da Educação de Adultos: Passos Passados, Presentes e Futuros
- a atualidade das suas problemáticas (que decorre, por um lado, do histórico estado de carência da educação e formação de adultos em Portugal e, por outro lado, da persistente retórica sobre a “precária qualificação dos recursos humanos”);
- a dispersão de tais textos.
Fonte: Revista Direito de Aprender
domingo, 13 de novembro de 2011
A educação permanente como fonte para repolitizar o debate sobre a educação e formação de adultos
No contexto da história dos sistemas nacionais de educação do ocidente, a Educação Permanente representou a possibilidade de fazer uma profunda reestruturação nos valores subjacentes a estes sistemas. O papel da escola, no âmbito desta perspetiva, muda completamente, na medida em que a educação básica que nela deve ser alcançada é percepcionada como um prelúdio, que se destina quer a dotar os futuros adultos com os melhores meios para se exprimirem uns com os outros, quer a promover a capacidade de obter informação de forma autónoma, quer, ainda, a criar uma sociedade onde os indivíduos saibam comunicar, trabalhar e viver cooperativamente uns com os outros.
A Educação Permanente representa, pois, uma alavanca para alterar o entendimento do conceito moderno de educação. Ao nível da dimensão política da educação, há também um contributo significativo, por propor um caminho teórico e de ação. A visão de construir uma sociedade nova – uma sociedade da aprendizagem – na qual se alude também a um novo tipo de cidade, referida como cidade educativa, merece um destaque especial. Esta visão é na realidade a essência do Relatório Faure e do entendimento dado à Educação Permanente e assenta em objetivos de transformação social, que ao longo do relatório vão sendo progressivamente explanados, em vinte e um princípios e recomendações que ilustram qual o caminho a seguir para tornar a realidade “de hoje e de amanhã” mais próxima da utopia idealizada.
Na perspectiva da Educação Permanente, a ideia da cidade educativa, que consubstancia a visão da sociedade da aprendizagem, parte do pressuposto de que ao admitirmos que a educação será cada vez mais uma necessidade primordial de cada indivíduo, ter-se-á que investir os esforços para o seu alargamento e expansão, sobretudo em duas direções incontornáveis:
- no desenvolvimento de outro tipo de escolas, politécnicos e universidades, enriquecidas com outro tipo de modos de trabalho pedagógico, bem como com outro tipo de relação pedagógica, construídos a partir dos modelos existentes;
- na criação de outro tipo de instituições na cidade, públicas e privadas que, promovendo uma extensão educativa, permita incluir nas várias dimensões institucionais da vida na cidade uma função educativa, que saiba aproveitar o potencial educativo existente nas comunidades locais.
O futuro assim pensado significa que a “educação de amanhã”, que defendemos e exigimos para hoje, toma forma numa totalidade cooperativa que integra estruturalmente todos os setores da sociedade, para benefício do bem-estar de todos.
sábado, 15 de outubro de 2011
PALADIN International Conference
São estes os objetivos da “PALADIN International Conference – Promoting conscious and active learning and ageing: How to face current and future challenges”, que decorrerá de 20 a 21 de outubro na Universidade de Coimbra.
Pretende-se que este seja um contributo significativo para elevar a participação dos seniores nas atividades de educação e formação, numa perspetiva de empowerment, bem como para promover o seu envelhecimento ativo em áreas tão importantes da vida quotidiana como sejam a saúde, a atividade, a educação, a cidadania e as finanças.
O envelhecimento populacional levanta, assim, numerosos desafios à reorganização das diversas estruturas sociais, mas realça também, num foco positivo, que as potencialidades de desenvolvimento e de aprendizagem dos seniores constituem uma fonte inesgotável de riqueza para as sociedades.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
III Encontro de Centros Novas Oportunidades da ADRIMAG
- Avaliar o impacto dos Centros Novas Oportunidades na sociedade, nomeadamente na promoção de igualdade de género e na qualificação de profissionais;
- Criar um espaço de reflexão e discussão em torno do papel do candidato enquanto cidadão e promotor da sua formação ao longo da vida, com vista à elevação do seu nível de qualificação.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
EFA sustenido menor
" O conceito de aprendizagem ao longo da vida é indispensável para a competitividade da economia do conhecimento. Aplica-se a todos os níveis de aprendizagem e diz respeito a todas as fases da vida, bem como às diferentes formas de aprendizagem. O programa «Aprendizagem ao longo da vida» visa dotar os cidadãos das ferramentas necessárias para a promoção do desenvolvimento pessoal, para a integração social e para a participação na sociedade do conhecimento. OS programas Comenius (para as escolas), Erasmus (para o ensino superior), Leonardo da Vinci (para a formação e ensino profissionais) e Grundtvig (para a edução dos adultos), agora reunidos sob a tutela única do programa «Aprendizagem ao longo da vida», contribuem para a realização destes objectivos."
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Semana de Aprendizagem ao Longo da Vida no Parlamento Europeu
Com organização conjunta da EUCIS e da SOLIDAR, teve lugar uma Mesa Redonda no Parlamento Europeu sobre os efeitos das medidas de austeridade na educação e formação, tendo-se ouvido contributos de França, Irlanda e Letónia sobre o impacto dos cortes na Aprendizagem ao Longo da Vida.
Em representação da EAEA, Gina Ebner apresentou algumas recomendações, tais como: necessidade de um financiamento sustentável; consultas à sociedade civil; políticas assentes em resultados concretos devidamente avaliados; novos projectos inovadores integrados nas políticas centrais.
Participaram também vários deputados europeus, incluindo membros do Comité para a Educação e Cultura. Houve ainda ocasião para um debate público sobre o impacto e o valor acrescentado dos esquemas de mobilidade e de aprendizagem transnacionais relativamente à produção de competências pessoais, sociais e cívicas. Também aqui se apresentaram recomendações visando a melhoria dos programas de mobilidade, para que mais grupos da população adulta possam participar, para que os participantes aproveitem ao máximo estas experiências educativas e para que tanto a cidadania activa como o desenvolvimento pessoal sejam reconhecidos como de importância igual à empregabilidade.
Mais informações: EAEA
Fonte: Direito de Aprender
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Programa “Aprendizagem ao longo da Vida": candidaturas para 2011

- Comenius;
- Erasmus;
- Leaonardo da Vinci;
- Grundtvig.
Toda a informação necessária para concretizar uma candidatura ao Programa Aprendizagem ao Longo da Vida, e em especial as prioridades deste anúncio para 2001 e o Guia do Programa, estão disponíveis aqui, onde poderá seleccionar a Língua Portuguesa.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
"Tão longe e tão perto, já viu, amiga?"
Há alguns dias atrás, soubemos que um dos Avaliadores Externos, com quem costumávamos trabalhar, tinha ido para o Afeganistão, numa missão oficial do Exercito, chefiando uma equipa de formadores. Embora se trate de uma missão de Paz e, portanto, de nobre causa, sentimos, de imediato, o perigo que a viagem podia conter em si, por se tratar de uma zona em constante convulsão.É óbvio que nos sentimos implicados ao saber que um dos nossos Amigos ia partir, mas com os meios de comunicação que estão à nossa disposição no século XXI, o longe torna-se perto, num instante.
E assim aconteceu, ontem... Uma mensagem directa no "chat" do Gmail aparecia: "Tão longe e tão perto, já viu, amiga?"
Tão longe no espaço, do Afeganistão até Portugal; tão perto no tempo, graças à comunicação instantânea que a Internet proporciona; tão longe nas vivências, tão perto na relação humana.
E a reflexão sugere que o longe se torna perto e que a distância não conta quando a amizade transcende o espaço e o tempo.
Também com os candidatos certificados, enviados para missões fora do Centro Novas Oportunidades, acontece esta ligação que convida a alimentar as relações que se estabelecem, numa perspectiva de mundo global em construção, onde a Amizade aparece como sentimento regulador e fortalecedor de redes sociais cada vez mais poderosas... Estaremos a assistir à emergência de um novo poder? Outra visão da realidade? Será que estamos prestes a deixar transbordar os sentimentos do virtual para a realidade? Haverá aqui algo prestes a acordar?
domingo, 31 de outubro de 2010
7 Saberes (necessários à Educação do Futuro)
- erro e ilusão (não afastar o erro do processo de aprendizagem, mas sim integrá-lo nesse processo, para que o conhecimento avance);
- o conhecimento pertinente (juntar as mais variadas áreas de conhecimento, contra a fragmentação);
- ensinar a condição humana (não somos um algo só – somos indivíduos culturais, psíquicos, físicos, míticos, biológicos, etc.);
- identidade terrena (a Terra é um pequeno planeta que precisa ser sustentado);
- enfrentar as incertezas (a ciência deve trabalhar com a ideia de que existem coisas incertas);
- ensinar a compreensão (a comunicação humana deve basear-se na compreensão, pelo que esta deve existir entre departamentos de uma escola, entre alunos e professores, etc.);
- ética do género humano (não desejar para os outros aquilo que não queremos para nós).
Assim, numa sociedade (da informação e do conhecimento) cada vez mais fluida e exigente (exige competências, flexibilidade e elasticidade de pensamento e uma sábia gestão do tempo, entre muitos outros requisitos que fazem do Ser Humano um verdadeiro Ser em Devir), estes 7 Saberes vestem-se de significado não apenas a pensar num “amanhã” a médio ou longo prazo, mas também num “amanhã” a curto prazo porque tudo deve estar integrado...
...para permitir mudança de pensamento!
...para que se transforme a concepção fragmentada e dividida do mundo, que impede a visão total da realidade!
terça-feira, 23 de março de 2010
Português para Todos!
- Os referenciais relativos ao nível de proficiência A (Utilizador elementar) e B (Utilizador independente) serão apresentados pelas autoras dos mesmos (Maria José Grosso, Ana Tavares e Marina Tavares, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).
- Os referenciais técnicos relativos a quatro sectores (Engenharia e Construção Civil, Comércio, Hotelaria e Serviços de Beleza) serão apresentados por representantes das equipas de projecto envolvidas na sua criação.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Da retórica à garantia de uma verdadeira Educação/Formação ao Longo da Vida
A crise económica vem lembrar-nos que a educação/formação ao longo da vida tem que apoiar as pessoas durante todo o ciclo económico, tanto nas fases de expansão como de recessão. As recessões trazem consigo a mudança. E a mudança exige novas competências. Já antes da crise o trabalho estava a mudar, pois cada vez eram mais os empregos que exigiam uma combinação de competências de alto nível com competências transversais (que ajudam as pessoas a encarar novas solicitações: trabalho em equipa, resolução de problemas, espírito de iniciativa, criatividade, etc.).Contudo, tal como a Estratégia e o nosso próprio quadro europeu de cooperação torna claro, educação e formação não se destinam apenas a preparar para empregos, pois são vitais como fermento da inovação.
Num mundo em que o conhecimento se torna obsoleto muito rapidamente e as competências mudam, é pertinente oferecer às pessoas oportunidades de educação para além da escola e do ensino superior, para que adquiram novas competências para os empregos novos que vão sendo criados. Tradicionalmente, olhou-se para a educação de adultos principalmente como um instrumento de remediação (e terá sempre que ter também essa finalidade). No entanto, a educação de adultos deve tornar-se agora uma parte integrante do sistema educativo, para que as pessoas, ao longo das suas vidas, possam aperfeiçoar as suas competências e adquirir novas, sobre as quais se construirá uma Europa do conhecimento e da inclusão.










