Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
segunda-feira, 1 de março de 2010
A validação da Língua Estrangeira
terça-feira, 23 de junho de 2009
Uma ideia, vontade e um prémio...
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Um modelo de Relatório Final: RVCC Secundário
quinta-feira, 10 de julho de 2008
RVC: Vale a pena recordar o esquema...
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Ambiente e um desafio...
terça-feira, 10 de junho de 2008
O PPQ e o PDP: Duas tentativas...
Quanto à apresentação aqui fica (está disponível para download):
Quando ao Plano Pessoal de Qualificação (PPQ), fica um exemplo que criei e que resulta da necessidade de formalizar as linhas de orientação de um processo de qualificação valorizando os objectivos pessoais, profissionais, escolares e formativos dos adultos e na articulação entre RVCC/EFA/Formação Profissional (está disponível para download).
Quanto ao Plano de Desenvolvimento Pessoal (PDP), fica também um exemplo que criei com vista e centrado na efectiva consciencialização do adulto no seu processo de qualificação e na valorização da aprendizagem ao longo da vida (está disponível para download).
quarta-feira, 7 de maio de 2008
O Plano Nacional de Leitura e o RVCC/EFA
- Promover a leitura, assumindo-a como factor de desenvolvimento individual e de progresso nacional
- Criar um ambiente social favorável à leitura
- Inventariar e valorizar práticas pedagógicas e outras actividades que estimulem o prazer de ler entre crianças, jovens e adultos
- Criar instrumentos que permitam definir metas cada vez mais precisas para o desenvolvimento da leitura
- Enriquecer as competências dos actores sociais, desenvolvendo a acção de professores e de mediadores de leitura, formais e informais
- Consolidar e ampliar o papel da Rede de Bibliotecas Públicas e da Rede de Bibliotecas Escolares no desenvolvimento de hábitos de leitura
- Atingir resultados gradualmente mais favoráveis em estudos nacionais e internacionais de avaliação de literacia.»
terça-feira, 6 de maio de 2008
Exemplo de Trabalho em LE - Secundário
Outro exemplo simples é a leitura de poemas ou pequenos textos criando áudio-livros. Ficam duas ideias práticas.
Um excelente recurso é também este blog:
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Uma estratégia de trabalho.
domingo, 6 de abril de 2008
Posicionamento do Adulto (Relação RVC/EFA)
Assim:
«1 — A estruturação curricular de um curso EFA tem por base os princípios de identificação de competências no qual se determina, para cada adulto, um conjunto de competências a desenvolver no âmbito de um percurso formativo.
2 — A identificação e valorização de competências deve ser realizada através de um processo RVCC levado a cabo nos centros novas oportunidades, os quais certificam as unidades de competência previamente validadas no processo e identificam a formação necessária para a obtenção da qualificação pretendida.
3 — Sempre que os adultos não tenham realizado um processo de RVCC, ou não se integrem num percurso formativo tipificado em função da sua habilitação escolar, nos termos dos artigos 9.º e 13.º, devem as entidades formadoras de Cursos EFA desenvolver um momento prévio de diagnóstico dos formandos, no qual se realiza uma análise e avaliação do perfil de cada candidato e se identifica a oferta de educação e formação de adultos mais adequada.
4 — No momento de diagnóstico previsto no número anterior devem ainda identificar -se as necessidades de formação em língua estrangeira, considerando as competências já adquiridas neste domínio.»
Assim temos dois casos: Adultos que fazem RVCC e são encaminhados para EFA com competências validadas parcialmente e Adultos que não passam pelo processo RVCC. No último caso o mediador e a equipa de formadores devem fazer esse prévio balanço de competências e diagnosticar percursos formativos individuais para os formandos. É também aqui que nascem as linhas orientadoras para o PRA e para o percurso formativo do formandos.
Deixamos uma tabela em anexo, que também existe na referida portaria e que ajuda na definição das horas e linhas de orientação programática da formação. Estas tabelas existem para todos os níveis em anexo.
Por último, destacamos a necessidade de articulação, em processo de formação EFA, entre este diagnóstico inicial, a autobiografia que o adulto realizará e será base para o PRA, assim como, entre esta autobiografia e as necessidades e actividades de formação a desenvolver pelos formadores. Esta semana deixarei uma linha de trabalho para a implementação desta articulação numa apresentação de powepoint.
Uma proposta: RVCC Secundário - Actividade
Exemplo de alguns Núcleos Geradores que podem ser explorados tendo como recurso este documentário:
- Ambiente e Sustentabilidade (STC e CLC);
- Gestão e Economia (STC e CLC);
- Saberes Fundamentais (STC e CLC);
- Complexidade e Mudança (CP);
- Reflexividade e Pensamento Crítico (CP).»
Esta proposta de trabalho foi-me enviada por e-mail e penso que, pela sua utilidade e pertinência faz sentido divulgar aqui. Penso também que é com este tipo de partilha que podemos enriquecer o trabalho conjunto no que se refere aos processos RVC e EFA.
Por tal, obrigado à Dra. Mafalda do CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião pelo envio destas ideias e pistas de trabalho.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Sessão de Júri - RVCC Secundário
terça-feira, 25 de março de 2008
Sessão "especial" de balanço de competências.
Na primeira sessão com o grupo, antes de os adultos se apresentarem, eu própria (profissional de RVCC) apresentei-me através de um “baú de recordações”. Reuni numa caixa alguns objectos relacionados com diversas situações da minha vida que constituíram um momento de aprendizagem e que contribuíram para a minha formação. Apresentei-me através desses objectos e sugeri aos adultos que construíssem também o seu “baú”, para partilharem com os colegas numa sessão posterior.
Passadas algumas semanas (a confiança no grupo foi aumentando), as adultas foram convidadas a trazer o seu “baú”. Assim, uma “simples” sessão de reconhecimento transformou-se igualmente num momento de recordações de algumas experiências semi-apagadas com o tempo e que nem sequer tinham sido referidas na autobiografia.
Uma das vantagens desta experiência foi, sobretudo a aprendizagem com as colegas, porque crescemos, aprendemos e desenvolvemo-nos em interacção.
Emoção, partilha, aprendizagem, crescimento, valorização pessoal, demonstração de competências… Foram algumas das palavras que ecoaram na minha cabeça no final da sessão.»
Uma partilha de Mafalda Branco que muito agradecemos!
terça-feira, 18 de março de 2008
Um trabalho realizado...
quarta-feira, 12 de março de 2008
Ainda sobre a Língua Estrangeira (EFA e RVCC NS).
«Qual o número mínimo de créditos que o formando tem de obter na língua estrangeira? Um é suficiente?
Não. A questão deve ser formulada da seguinte forma: existe na área de CLC um conjunto de competências que têm que ser demonstradas em língua portuguesa e em língua estrangeira; o crédito só é atribuído se a competência for evidenciada em língua portuguesa e em língua estrangeira. Não existem créditos específicos para a língua estrangeira.
Em termos metodológicos é possível introduzir esta vertente da língua estrangeira nos vários Núcleos Geradores dos Referenciais de Competências?
A língua estrangeira está presente em algumas das competências da área CLC. Nessas competências e quando se trata de alguém que já tem alguns conhecimentos em língua estrangeira mas que não validou todas as UFCD/UC de CLC, tem de completar as aprendizagens nas competências específicas associadas à língua estrangeira.
Para quem apresenta dificuldades em validar competências em língua estrangeira, o Catálogo Nacional de Qualificações dispõe de duas UFCD de língua estrangeira (iniciação e desenvolvimento) associadas á componente de formação de base dos referenciais de formação de nível secundário, à semelhança do que acontece para o nível básico, os quais acrescem à carga horária definida no plano de formação.
Num mesmo percurso EFA-NS podem existir 2 línguas estrangeiras distintas?
Não. No mesmo percurso só existe lugar à validação de uma língua estrangeira.»
Fonte: ANQ.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Antes de se inscrever no RVCC - Secundário...
Via escolar
A conclusão e certificação por esta via ocorre pelo recurso às actuais disciplinas dos cursos científico-humanísticos e cursos profissionais, as quais são concluídas através de exames a realizar nos meses de Novembro, Fevereiro e Maio, assumindo as seguintes formas:
- conclusão de cursos prioritariamente orientados para o prosseguimento de estudos (o candidato pode optar, caso exista oferta, por substituir a realização de exame a nível de escola pela realização de exame nacional do ensino secundário);
- conclusão de cursos profissionalmente qualificantes;
- conclusão generalista do nível secundário de educação (o candidato pode optar, caso exista oferta, por substituir a realização de exame a nível de escola pela realização de exame nacional do ensino secundário) .
Realização de módulos de formação correspondentes a Referenciais de Formação inscritos no Catálogo Nacional de Qualificações
A conclusão e certificação por esta via concretiza-se através da realização, com aproveitamento, de unidades de competência (UC) da formação de base e/ou de unidades de formação de curta duração (UFCD) da formação tecnológica, dos referenciais de formação integrados no Catálogo Nacional de Qualificações, independentemente da natureza do curso de origem."
Fonte: ANQ