Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
terça-feira, 19 de março de 2013
QUEREMOS TRABALHAR
domingo, 26 de fevereiro de 2012
A caminho do crescimento...
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Os cavaleiros da Ordem do Referencial
Eu gostava de dizer mais uma. Como qualquer um de vós, sou apenas uma semente. Sou pequenina e, embora de aparência frágil, sou resistente. Contenho em mim os segredos da vida, aprendi a ser resiliente, a adaptar-me às mudanças e às vicissitudes do percurso, sem nunca deixar de ser eu, mesmo no coração da tempestade. As sementes contêm tudo dentro de si. Vejam no que se transforma uma semente de oliveira, numa árvore magnífica, com um pouco de terra, água da chuva e a luz do sol. Já não é uma semente, agora é uma árvore e promete sombra, proteção e alimento. Cada oliveira conta uma história de vida, retorcendo o tronco para se adaptar aos ventos contextuais e circunstanciais. Todos temos essas faculdades dentro de nós. Todos podemos crescer e aprender a dar. Sem medo e com o orgulho de termos crescido em nome de uma causa maior.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Iniciativa Novas Oportunidades: resultados da Avaliação Externa (2009-2010)
"Iniciativa Novas Oportunidades: resultados da avaliação externa (2009-2010)".
Este relatório integra os principais resultados, conclusões e recomendações referentes ao segundo ano de investigação e avaliação desenvolvidas pela equipa de investigação da Universidade Católica. Pretende, por isso, constituir-se como uma oportunidade de reflexão e de debate por parte dos principais operadores do Sistema Nacional de Qualificações, nomeadamente por parte das equipas tecnico-pedagógicas dos Centros Novas Oportunidades, já que estes contribuem de forma determinante para os resultados da Iniciativa Novas Oportunidades.
No plano estratégico, e num horizonte de médio prazo, a Iniciativa Novas Oportunidades encerra um potencial precioso e de inigualável riqueza conceptual para inspirar a estruturação de um sistema de Aprendizagem ao Longo da Vida susceptível de colocar Portugal na dianteira dos demais países Europeus e da OCDE, que normalmente lhe servem de benchmark.
Esta é uma das principais conclusões do relatório com os principais resultados, conclusões e recomendações referentes à Avaliação Externa do Eixo Adultos da Iniciativa Novas Oportunidades elaborado pela equipa da Universidade Católica Portuguesa, sob a coordenação de Roberto Carneiro, que agora se publica. Fonte : www.anq.gov.pt
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Da educação popular à educação de segunda oportunidade
O 25 de Abril de 1974 foi acompanhado pela explosão do movimento social popular que se seguiu ao golpe de Estado e que atingiu diversas áreas da vida social – entre estas, a educação de adultos. Para este campo de práticas, a Direcção-Geral de Educação Permanente, criada ainda em 1972, sob o regime autoritário, dinamizou uma política pública inovadora para o contexto português que procurou dar resposta às solicitações de iniciativa popular.Em 1976, a Constituição da República Portuguesa estabeleceu no Art.º 73.º que todos têm acesso à educação, reforçando deste modo o trabalho levado até então.
Após 1976, no âmbito do processo de normalização política pós-revolucionária, a política anteriormente promovida pela Direcção-Geral de Educação Permanente foi abandonada pelo Governo então em funções.
É contudo a corrente de educação popular, então menos entusiasta que alguns anos antes, que reassume um papel decisivo na elaboração do Plano Nacional de Alfabetização e Educação de Base dos Adultos, em 1979.
Em 1986 é aprovada a Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86). Esta Lei definiu a educação de adultos como subsector que integrou duas ofertas: o ensino recorrente e a educação extra-escolar.
Contando com uma importante contribuição financeira dos fundos estruturais comunitários, o Programa Operacional de Desenvolvimento da Educação de Adultos em Portugal foi lançado em 1989. Este integrou um sub-programa destinado à educação de adultos, tido por tal como um sector de intervenção prioritária. A gravidade da situação educativa do país justificava a finalidade definida neste Programa: a promoção da qualificação da mão-de-obra no quadro de um esforço de modernização económica.
Entre 1995 e 2002, os governos socialistas eleitos avançaram com um conjunto de propostas que visaram “relançar a política de educação de adultos”. O trabalho então levado a cabo permitiu o surgimento do “S@ber +. Programa para o Desenvolvimento e Expansão da Educação e Formação de Adultos”, da responsabilidade da Agência Nacional para a Educação e Formação de Adultos (ANEFA).
Segundo os decisores políticos, a modernização da economia, o necessário aumento da competitividade e a omnipresença de novas tecnologias exigiam trabalhadores mais qualificados, com maior capacidade de adaptação, detentores de outros e mais complexos conhecimentos e competências.
Suportadas pela abordagem das competências, e já não em conteúdos de natureza escolar e disciplinar, o reconhecimento, validação de competências adquiridas informalmente ou em contexto de trabalho, bem como o desenvolvimento de novos modelos, metodologias e materiais de intervenção pedagógica e socioeducativa emergiram como estratégias educativas e formativas centrais.
Deste modo, em meados da década de 1990, a educação de adultos parecia ter assumido um lugar de destaque nos debates políticos sobre educação. É neste quadro que surgem um conjunto de ofertas educativas e formativas que alargam a participação dos adultos e reforçam dimensões sociais, económicas e políticas da sua participação em sociedade.
Desde 2005, a Iniciativa Novas Oportunidades, retomou as principais ofertas do Programa S@ber+, sendo hoje estas ofertas da responsabilidade da Agência Nacional para a Qualificação que possui uma dupla tutela do Ministério da Educação e do Ministério do Trabalho e Segurança Social. Em resultado de uma mais evidente articulação com as políticas de emprego e de modernização tecnológica da economia portuguesa, esta Iniciativa tem como finalidade dar um forte impulso à qualificação dos portugueses, integrando dois pilares: as ofertas dirigidas aos jovens e aquelas dirigidas aos adultos.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Desempregados encaminhados para os CNO
Tendo em vista o prosseguimento dos trabalhados que têm vindo a ser realizados no sentido de fazer do 12.º ano de escolaridade o patamar mínimo de qualificação dos portugueses, foi determinado, através do Despacho n.º 17658/2010, de 25 de Novembro que os cidadãos desempregados inscritos nos Centros de Emprego que:- não sejam detentores do 12.º ano de escolaridade
- não estejam a frequentar uma modalidade de qualificação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações
- e cujo perfil de empregabilidade se afigure pouco adequado às ofertas de emprego existentes
...devem ser encaminhados para um Centro Novas Oportunidades a fim de frequentarem um percurso formativo que lhes permita obter aquele nível de escolaridade. Assim, ao Instituto do Emprego e Formação Profissional caberá:
- definir as prioridades de intervenção e a convocatória de todos os desempregados com o intuito de lhes prestar os esclarecimentos necessários acerca das diversas modalidades de qualificação existentes no Sistema Nacional de Qualificações;
- reformular o Plano Pessoal de Emprego de cada desempregado;
- proceder ao encaminhamento destes para um Centro Novas Oportunidades.
A Agência Nacional para a Qualificação ficará encarregue de proceder à inscrição e encaminhamento dos desempregados para as vias formativas mais adequadas às características daqueles e de fornecer aos Centros de Emprego todos os dados indispensáveis ao cumprimento dos Planos Pessoais de Emprego.
Fonte: Novas Oportunidades
terça-feira, 4 de maio de 2010
Como podemos melhorar?...
«Os adultos reconhecem a importância da sua participação nos programas de educação de adultos e valorizam a Iniciativa Novas Oportunidades mas confessam que os impactes reduzidos no emprego e na própria empregabilidade constituem uma decepção. É nessa base que preconizam ligações mais estruturadas da Iniciativa ao mundo do trabalho. Esta avaliação diz respeito quer à frequência de acções estruturadas, como os Cursos EFA – Educação e Formação de Adultos, quer à participação em processos de reconhecimento e validação de competências (RVC) que, de uma forma geral, são acompanhados por acções formativas de curta duração. Estamos a considerar, para efeitos desta avaliação, o campo da participação formal, naquela que é estruturada pela lógica do diploma e da certificação, sabendo-se que neste domínio existem abordagens e modalidades flexíveis que incorporam alguma informalidade. Mas a participação em espaços mais informais de educação e formação de adultos não é aqui tida em conta.Duas conclusões:
“É nos ganhos do Eu que quase tudo se joga no que concerne a consequências da passagem pela Iniciativa Novas Oportunidades”;
“Dois terços dos sujeitos que frequentaram a Iniciativa Novas Oportunidades dizem não ter recebido reconhecimento no local de trabalho”.
Estas duas afirmações, presentes no Relatório de Avaliação Externa realizada em 2009 por uma equipa multidisciplinar coordenada por Roberto Carneiro (ex-Ministro da Educação), ilustram bem as questões fundamentais que estão em jogo quando falamos da avaliação dos sistemas pelos próprios adultos.
Sabendo-se que existem elementos extremamente positivos e que a medição de impacte revela alterações substanciais nas próprias vidas dos participantes, quer no plano afectivo quer ainda no reconhecimento social, importa aprofundar as pistas que indiciam potencialidades de melhoria e ouvir os adultos sobre os campos de progressão do sistema.»
Carlos Ribeiro, InfoNet
sábado, 17 de abril de 2010
Novos rumos
quarta-feira, 3 de março de 2010
Apresentação do Projecto "Novas Oportunidades a Ler +"
Porque a leitura é húmus – fertiliza e alimenta a mente... Porque ler é uma forma de enriquecimento... Uma fonte de saber... Fermento intelectual de aprendizagem e cultura... Um expoente que permite elevar as aquisições a um patamar superior na pirâmide do conhecimento... Uma estratégia que visa combater a erosão do saber......o Projecto “Novas Oportunidades a Ler +” vai ser apresentado, no dia 3 de Março, às 10h00, no Auditório da Escola Secundária Eça de Queirós, nos Olivais, em Lisboa. Este projecto é promovido pelo Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Agência Nacional para a Qualificação (ANQ), de forma articulada com a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). São objectivos desta iniciativa:
- incentivar hábitos de leitura junto do público adulto dos Centros Novas Oportunidades e dos seus círculos de familiares e amigos;
- apoiar o processo de desenvolvimento e consolidação de competências nesta matéria.
A cerimónia contará com as intervenções de Luís Capucha (Presidente da ANQ) e de Fernando Pinto do Amaral (Comissário do PNL). Caberá a Maria do Carmo Gomes (Vice-presidente da ANQ) o desenvolvimento do tema “O Projecto Novas Oportunidades a Ler + no âmbito dos Centros Novas Oportunidades” e a Filomena Cravo (do PNL) a apresentação do tema “Novas Oportunidades a Ler +: Ler + compensa”. A sessão terminará com a partilha de actividades desenvolvidas nos Centros Novas Oportunidades da Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico D. Inês de Castro, de Alcobaça, e Terras Dentro - Associação para o Desenvolvimento Integrado.
Fonte: aqui
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
As Novas Oportunidades contribuem para melhorar a literacia dos portugueses
"O relatório «A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma análise», apresentado pelo seu coordenador, Scott Murray, na conferência realizada em Lisboa, conclui que é necessário dar continuidade às reformas educativas em curso em Portugal, para que o País possa manter a competitividade nos mercados internacionais.
Este estudo, realizado pela Data Angel, apresenta uma perspectiva não técnica do modo como os economistas encaram a literacia, encarado como um importante motor do crescimento económico e do desenvolvimento social equilibrado dos países. (...)
Um pilar considerado decisivo, pelos autores do estudo, para aumentar as competências de literacia em Portugal é o desenvolvimento da iniciativa Novas Oportunidades, destinada aos jovens em risco de abandonar o sistema educativo e aos adultos que necessitam de complementar a sua formação.
Assim, se a conclusão do ensino secundário é vista como um indicador determinante que maximiza a probabilidade de os estudantes atingirem um patamar mais elevado ao nível da literacia, o investimento na literacia dos adultos é baseado num argumento de ordem económica, na medida em que se reflecte na melhoria das condições no que respeita ao emprego, ao nível de vida e de saúde dos cidadãos.
Sem a aposta na melhoria da literacia dos adultos, a eficácia do PNL corre o risco de diminuir, já que as crianças que vivem em agregados familiares caracterizados por baixos níveis de escolaridade dos pais e pouca prática de leitura são menos receptivas aos incentivos criados pelo PNL.
De acordo com o relatório, o maior enfoque em programas de literacia dirigidos às famílias tem o potencial de melhorar, ao mesmo tempo, os níveis de competências de literacia de ambas as gerações..."
Fonte: www.portugal.gov.pt
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Nova campanha. Nova perspectiva?
Recorrendo aos testemunhos de três reconhecidos empresários portugueses (Rui Nabeiro, Fundador da Delta Cafés; Alberto da Ponte, CEO da Central de Cervejas, e Paulo de Azevedo, CEO da Sonae), esta campanha tem como destinatários prioritários as entidades empregadoras nacionais e, através destas, todos os seus colaboradores que ainda não sejam detentores do 12º ano de escolaridade.
Sob o slogan “Investir em quem quer aprender… compensa”, esta campanha aposta na capacidade que as entidades empregadoras têm para replicar os resultados que a Iniciativa Novas Oportunidades visa alcançar. Ao envolverem-se as entidades empregadoras na divulgação dos percursos educativos e formativos integrados na Iniciativa Novas Oportunidades e das estratégias de mobilização da população portuguesa, potencia-se o número de candidatos inscritos para conclusão do nível secundário de educação. Do mesmo modo, promove-se o envolvimento das entidades empregadoras, públicas e privadas, em parcerias que permitam a sua cooperação em termos de acolhimento de estágios, disponibilização de formadores e actualização dos currículos formativos de dupla certificação."
Fonte: ANQ
Parece-me fundamental o envolvimento de empresas e entidades empregadoras com a Iniciativa Novas Oportunidades. É importante que os empregadores compreendam e modifiquem a imagem que têm destes processos. Independentemente das necessárias adaptações e ajustamentos a um processo que é relativamente recente (pelo menos com esta dimensão), o movimento que se criou na procura de formação é, indiscutivelmente, essencial para o desenvolvimento socio-económico do país. A verdade é que as pessoas já estão a investir na sua qualificação, de várias formas. É necessário agora que haja alterações efectivas na sua vida, na sua actividade profissional, na carreira e na remuneração. Esperamos que esta campanha e estas parcerias ajudem a concretizar estas mudanças.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Avaliação da Iniciativa Novas Oportunidades…

quarta-feira, 15 de julho de 2009
Balanço da Iniciativa Novas Oportunidades: Reflexões
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Melhorar a Qualidade: As linhas de Rumo da ANQ

domingo, 26 de abril de 2009
Corrida Novas Oportunidades

sexta-feira, 27 de março de 2009
Nova Campanha: Novas Oportunidades
A ANQ lançou uma nova campanha de publicidade sobre a Iniciativa Novas Oportunidades, vertente adultos. O relato da Vanessa Fernandes está bem conseguido e a imagem da meta e objectivo pessoal da qualificação é uma ideia inteligente e bem estruturada. Se o papel da adesão está conseguido, o papel do esclarecimento e aposta no reconhecimento social do processo de RVC e das ofertas de formação para Adultos está ainda a começar e tem que ser uma aposta a curto prazo.segunda-feira, 23 de março de 2009
Mudança na Realidade: Reflexão.
«Numa sociedade baseada no conhecimento, os indivíduos devem continuar a actualizar e a melhora as suas competências e qualificações e recorrer a um leque de contextos de aprendizagem tão vasto quanto possível. (…)segunda-feira, 9 de março de 2009
Aviso: Que não se esqueça o processo de RVC
Penso que é o momento de fazer esta reflexão e publicar uma posição que tenho tido publicamente e que penso ser útil esclarecer. Tenho assistido, nos últimos anos mas principalmente no final do ano passado e início do presente, a um fenómeno que achei curioso inicialmente e começo a achar preocupante neste momento. Durante muitos anos ouvia falar, aos adultos e às equipas, no processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC). Hoje, este conceito foi substituído por outro… As Novas Oportunidades. O que se ouve é algo como: “Eu vim para as Novas Oportunidades.” ou “ Estou a completar o 9.º ano pelas Novas Oportunidades.”. Não nego a importância de uma “imagem de marca”. Não nego também que foi, devido a um estratégico uso da publicidade e marketing que a Iniciativa Novas Oportunidades teve/tem o sucesso que actualmente se verifica. Mas não posso deixar de alertar que, em alguns casos, o conceito essencial em que esta iniciativa assenta se está a perder. Isto é, a essência do processo de RVC, assente numa metodologia de Balanço de Competências está na base dos percursos de qualificação que os Centros Novas Oportunidades oferecem aos adultos e não qualquer outra coisa que, entre orientações técnicas, metas, desvios metodológicos introduzidos pela organização demasiado formal do processo e outras influências que tais tendem a deformar de tal forma a lógica essencial do processo que os próprios adultos deixam de falar de Reconhecimento de Competências e passam a falar em Certificação e Novas Oportunidades. Temos que, enquanto profissionais de rigor e da Educação, pensar prospectivamente e começar a procurar usar conceitos para o futuro como a ideia da Aprendizagem ao Longo da Vida e das Competências como “Saberes em Acção”. É por isso que, quando digo que é preciso pensar sempre “fora” do conceito “Novas Oportunidades”, falo nesta capacidade que podemos ter, equipas, tutela e avaliadores de efectivamente não fixar a qualificação/certificação adquirida num projecto/iniciativa que é determinado por um momento social e/ou político e desenharmos um projecto que teve este ponto de partida mas que terá o seu futuro numa estratégia sustentada de resposta no âmbito da Aprendizagem ao Longo da Vida como mecanismo continuo e continuado de valorização das aprendizagens e da educação/formação de adultos em Portugal. Fica uma reflexão em jeito de aviso…quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
A questão da Qualidade.



