" O conceito de aprendizagem ao longo da vida é indispensável para a competitividade da economia do conhecimento. Aplica-se a todos os níveis de aprendizagem e diz respeito a todas as fases da vida, bem como às diferentes formas de aprendizagem. O programa «Aprendizagem ao longo da vida» visa dotar os cidadãos das ferramentas necessárias para a promoção do desenvolvimento pessoal, para a integração social e para a participação na sociedade do conhecimento. OS programas Comenius (para as escolas), Erasmus (para o ensino superior), Leonardo da Vinci (para a formação e ensino profissionais) e Grundtvig (para a edução dos adultos), agora reunidos sob a tutela única do programa «Aprendizagem ao longo da vida», contribuem para a realização destes objectivos."
Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
EFA sustenido menor
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
É uma vez um livro...
— Ninguém me leu. Ninguém me liga.
Ao lado, um colega disse:
— Desconfio que, nesta estante, haverá muitos outros como tu.
— É o teu caso?
— Por sinal, não — esclareceu o colega, um respeitável calhamaço. — Estou todo sublinhado. Fui lido e relido. Sou um livro de estudo.
— Quem me dera essa sorte — disse outro livro ao lado, a entrar na conversa. — Por mim só me passaram os olhos, página sim, página não… Mas, enfim, já prestei para alguma coisa
— Eu também — falou, perto deles, um livrinho estreito. — Durante muito tempo servi de calço a uma mesa que tinha um pé mais curto.
— Isso não é trabalho para livro — estranhou o calhamaço.
— À falta de outro… — conformou-se o livro estreitinho.
Escutando os seus companheiros de estante, o livro que nunca fora aberto sentiu uma secreta inveja. Ao menos, tinham para contar, ao passo que ele… Suspirou. Não chegou ao fim do suspiro, porque duas mãos o foram buscar ao aperto da prateleira. As mãos pegaram nele e poisaram-no sobre os joelhos.
Começou a folheá-lo e, enquanto lhe alisava as primeiras páginas, foi dizendo:
— Este livro tem uma história. Comprei-o no dia em que tu nasceste. Guardei-o para ti, até hoje. É um livro muito especial.
— Lê — exigiu a voz da menina.
E o pai da menina leu. E o livro aberto deixou que o lessem, de ponta a ponta.
Às vezes, vale a pena esperar.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Fumarolas
As férias acabaram - ou estão a acabar - e o mês de setembro promete ser cheio de acontecimentos relacionados com a política de contenção em que nos encontramos todos mergulhados... No mundo da Educação e Formação de Adultos e do Reconhecimento de Competências, as águas estão bem quentes, lembrando as furnas com as suas fumarolas a denunciar atividade vulcânica.
Qualquer indício que venha serenar é bem vindo, por insignificante que possa parecer, quando referido genericamente ou inserido em contextos menos específicos.
Assim é com a referência à reestruturação da Iniciativa Novas Oportunidades no DOCUMENTO DE ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015, do qual se transcreve excerto relacionado:
"Quanto ao Ensino Pré-Escolar, Básico e Secundário, em matérias relacionadas com questões curriculares e de qualificação será apresentado um conjunto de medidas com impacto significativo na redução da despesa pública – em particular, ao nível da necessidade de contratação de recursos humanos –, de entre as quais merecem referência especial as seguintes:- supressão de ofertas não essenciais no Ensino Básico;- revisão criteriosa de planos e projectos associados à promoção do sucesso escolar;- reavaliação e reestruturação da iniciativa Novas Oportunidades;- outras medidas de racionalização de recursos, nomeadamente quanto ao número de alunos por turma, no ensino regular e nos cursos EFA (“Educação e Formação de Adultos”).
Mais aqui .Reitera-se que o esforço de contenção financeira será firmemente prosseguido, mas sem que tal prejudique os objetivos que devem nortear as atividades na área educativa. A este propósito, refere-se que serão adotadas medidas como as conducentes ao alargamento da escolaridade mínima obrigatória e o aumento da carga horária nas disciplinas Língua Portuguesa e Matemática dos 2.º e 3.º ciclos, que, em alguns casos correspondem a despesas adicionais, mas que não comprometem um balanço global positivo ao nível da redução de custos"
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
(Des)Abafos...
Quero acreditar que não serei o único ser que gosta do que faz e se orgulha do estado da arte da Educação Permanente e Formação de Adultos em Portugal, pela História que tem construído e pelo campo que tem conquistado junto dos actores sociais que lhe dão visibilidade e do público que, de alguma forma não fica indiferente e também se envolve. Afinal, todos os seres estão no barco da Aprendizagem ao Longo da Vida. Há que seguir… rumo a uma “nova oportunidade”… mas para onde?
Nesta tangente de mudanças e reestruturações das quais nos aproximamos (à deriva em alto mar e com uma bússola de leis que tantas vezes parece tão difusa), quero continuar a acreditar que a Educação de Adultos é um oásis de esperanças e de fermento intelectual e, ao mesmo tempo, a chave que abre as portas do saber para um espaço onde as pessoas são mais informadas e, por isso, com mais facilidade derrubam as barreiras do obscurantismo e do preconceito.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
"Mas posso ou não ser opositor ao concurso?"
"Mas posso ou não ser opositor ao concurso?"
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Novo Programa para a Educação
No cenário de uma plataforma tão fluida como aquela em que se move a sociedade actual – esse desafio permanente à capacidade de (re)ajustamento e teste de perícia e resiliência – as mudanças operam-se, também, no quadro de actuação e intervenção da Comissão Europeia. Sob o lema “investir hoje para o crescimento de amanhã”, são propostas “reformas” em nome de uma Europa cuja presença no mundo seja mais reforçada. Deverá concentrar-se em oferecer oportunidades de aprendizagem transnacional, fazer corresponder as competências com a procura do mercado de trabalho, voluntariado e educação não-formal, assim como a modernização dos sistemas de educação e formação na Europa. Para a área de educação, formação e juventude, a Comissão propõe investir 15,2 mil milhões de euros, que serão complementados com apoios dos Fundos Estruturais e do Fundo Social Europeu. Sugere, deste modo, três eixos principais de acção:
- Mobilidade para aprendizagem transnacional;
- Actividades em cooperação entre instituições educativas e o mundo do trabalho;
- Apoio estratégico à implementação de políticas concretas.
Cabe agora ao Conselho de Ministros e ao Parlamento Europeu pronunciarem-se sobre esta proposta da Comissão…
Fonte: aqui
domingo, 26 de junho de 2011
Avaliação e intervenção em necessidades educativas especiais
Porque o sol quando nasce deve ser para todos e a população adulta inclui, também, aquelas pessoas que, de alguma forma são “especiais”, os Centros Novas Oportunidades das Escolas Secundárias Alves Martins e Emídio Navarro, de Viseu, organizam, nos dias 29 de Junho e 1 e 2 de Julho, uma acção de formação de reflexão em torno da temática dos adultos com necessidades educativas especiais.Esta acção, com a duração de 25 horas, tem como destinatários privilegiados os formadores das equipas técnico-pedagógicas dos Centros Novas Oportunidades das duas escolas organizadoras.
Fazem parte do leque de oradores um representante da Agência Nacional para a Qualificação, assim como avaliadores externos que trabalham em articulação com os referidos Centros.
Uma ideia que outros Centros poderão acolher criando, dessa forma, um importante momento de reflexão e partilha.
Fonte: Novas Oportunidades
sábado, 18 de junho de 2011
Com um brilhozinho nos olhos
sábado, 11 de junho de 2011
I Festival de Formação, Arte e Cultura
Este evento visa estimular a partilha de experiências e valorizar a cultura e a arte popular, mediante a realização de um conjunto de actividades:
- mostra pedagógica
- música
- artesanato
- gastronomia.
Para saber mais sobre este evento, poderá consultar o blog do CNO da Escola Secundária Padre Benjamim Salgado.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Portal do Quadro Europeu de Qualificações
A Comissão Europeia criou recentemente um portal electrónico dedicado ao Quadro Europeu de Qualificações (EQF), que oferece um referencial comum de grande utilidade para comparar sistemas, quadros e níveis de qualificação de escala nacional. Serve, ainda, de instrumento de tradução, ao tornar as qualificações dos diferentes sistemas e países da Europa mais inteligíveis e compreensíveis, promovendo a aprendizagem ao longo e através da vida, bem como a mobilidade dos cidadãos europeus para estudar ou para trabalhar além fronteiras.A fim de operacionalizar o EQF, os países europeus que participam no “Educação e Formação 2020” são convidados a articular os seus níveis de qualificação nacionais com os níveis adequados do EQF e a indicar, em todos os novos certificados de qualificação, diplomas e documentos Europass, o nível de EQF relevante.
Este portal também disponibiliza informações sobre a implementação do “EQF” e sobre “Termos Chave” já acordados entre todos os países que participam no “EQF” e que devem ser adoptados em todos os processos de cooperação entre actores nacionais e internacionais aquando da implementação do “EQF”. Procura ainda recolher “Documentação” pertinente: textos legais da Recomendação sobre a criação do “EQF”, outros documentos políticos chave e notas “EQF”, assim como “Links” úteis que conduzem a outras fontes de informação que podem ser utilizadas para comparar qualificações.
Através deste portal, é também possível ler e assinar as várias edições da “EQF Newsletter”.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Despedida de um Avaliador Externo
"Venho por este meio, que as novas tecnologias me disponibilizam, agradecer publicamente a todos os que me permitiram, pela densidade relacional, humana e social, sempre muito presente e intensamente vivida, crescer como pessoa e profissional ao longo deste caminho explorado enquanto avaliador externo, funções que exerci apaixonadamente desde 2002, no âmbito dos processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) e que o silêncio indesculpável da Agência Nacional (ANQ) para a Qualificação me diz ter chegado ao fim.Entre eles, para além dos adultos a quem proximamente dedicarei um texto próprio, quero destacar os diretores, os coordenadores, os profissionais e os formadores dos respectivos Centros de Novas Oportunidades (CNO) com quem tive a alegria estimulante de partilhar perspectivas, reflexões, incertezas e paradoxos na busca perseverante de respostas necessárias e entusiasmantes na promoção sempre espinhosa e exigente desse propósito mais nobre da Educação de Adultos que é o da transformação social e do desenvolvimento inteiro das pessoas, tendo em conta a historicidade das suas realidades concretas e contextualizadas.Aprendi com todos eles que esse propósito ético e ambicioso não constitui, bem pelo contrário, uma tarefa clara e simples e, sobretudo, se manifesta mais custosa quando as incompreensões de “estranhos”, deliberadas ou inconscientes, de maior ou menor poder, nela se imiscuem embaraçando a exigência desse desafio que se vai disputando no condicionado e persistente ajuste capaz e diário de necessidades, capacidades e expectativas dos que, em devido tempo, não tiveram a sorte histórica das circunstâncias e o reconhecimento público e político, merecido e coerentemente atuante.Aprendi com todos eles que reconhecer hoje, mais do que remediar o não reconhecimento do passado, não é propriamente “qualificar”; é validar, equiparar, permitindo e favorecendo a formação e a qualificação futura e desejável ao valorizar, com critério, os saberes e as competências que não se esgotam e não cabem no livro escolar, a bem não só das pessoas menos escolarizadas mas também, e esse não pode ser de modo nenhum um objectivo atraiçoado, em benefício das múltiplas comunidades em que aqueles se inscrevem, a favor de um bem comum com ganhos inevitáveis para todos. Agradeço, assim, a todos os que me deram a perceber que o RVCC não oferece nada a ninguém e, coisa oposta, me fizeram compreender que o RVCC pode e deve, sobretudo, saber criar FUTURO empenhando a inteligência sofrida mas confiante dos adultos.Agradeço igualmente o testemunho de todos aqueles que, trabalhando no campo deste reconhecimento assimilaram de desfrutada e vivida experiência e me transmitiram com inteligência e responsabilidade, a importância de provocar nos adultos menos escolarizados, com percursos profissionais de menor qualificação, a curiosidade pelo saber que alarga horizontes, o prazer pelas aprendizagens necessárias a novos sentidos aclarados, a vontade de querer saber mais para melhor significar a (re)descoberta de si, dos outros e do seu mundo e, sobretudo, me chamaram a atenção para a relevância da motivação que se renova por uma confiança reconquistada que permite e favorece os anseios legítimos e as reinvenções necessárias, próprias e colectivas.Aprendi com todos eles que, nesta escala de ação, é isto que o FUTURO exata e primordialmente convoca; curiosidade e o gosto pelo saber, o prazer de aprender, a vontade de saber mais e mais utilmente e a motivação que alimenta a energia da confiança necessária para se ser mais ainda e de se estar mais plenamente nas esferas da cidadania que o tempo atual requer de todos nós.Reconhecer, mais do que Validar e Certificar, é criar uma condição especial e bem humana de reconciliação com o SABER, com o APRENDER e com a VIDA que nos pode ajudar a ser mais e melhores pessoas e cidadãos.Este tempo que hoje se vive exige, como se sabe, pessoas mais informadas, mais confiantes, mais exigentes. O RVCC, indesmentivelmente, acrescenta a projetos anteriores de referência no campo da Educação de Adultos, a ideia de alargamento e expansão. Mas são aqueles a quem eu hoje aqui presto, juntamente com muitos outros, esta breve mas singela homenagem, que contribuíram com a sua disponibilidade, competência e sensibilidade para este novo ciclo nos domínios da Educação e da Formação. Saibamos, portanto, acrescentar à riqueza da herança recebida algo de verdadeiro e socialmente transformador. Um obrigado sincero a todos vós. Até sempre."Almiro Lopes
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Os Museus como Espaços para o Diálogo Intercultural

...reconhecendo as potencialidades dos museus como espaços para o diálogo intercultural, entidades de 6 países (Itália, Espanha, Hungria, Irlanda, Holanda e Reino Unido) estão a trabalhar em conjunto, desde 2007 e com o apoio do Programa Grundtvig, para detectar boas práticas em curso, lançar iniciativas piloto e promover activamente as conclusões que vão retirando dentro do sector dos museus e do património cultural.
Centrando-se em torno de 30 actividades educativas experimentais, que envolvem geralmente vários museus e organizações e se dirigem a uma gama de públicos diferenciados, o Projecto procura identificar as melhores e mais promissoras práticas, à escala europeia, que possam ser adoptadas futuramente na promoção do diálogo cultural e na educação intercultural dentro de contextos museológicos.
Fonte: Direito de Aprender
Para saber mais informações, basta aceder à página do Projecto…
quinta-feira, 12 de maio de 2011
1.º Congresso de Auto-avaliação das Organizações de Educação e Formação
"Estes dois dias tornaram claro o muito que há para fazer ao nível do desenvolvimento de mecanismos de apoio às organizações de educação e formação (quer apoio na auto-avaliação, quer ajuda com feedback) e a mais valia que isso poderá ser no caminho da melhoria constante."Rodrigo Queiroz e Melo
Dia 9 - Auto-avaliação de centros novas oportunidades
Dia 10 - Auto-avaliação de escolas do ensino básico e secundário
quinta-feira, 5 de maio de 2011
1.º Congresso "Auto-Avaliação das organizações de educação e formação"

Fonte: aqui
Mais informações...
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Programa Educação 2015
- Concretizar a universalização da frequência da educação pré-escolar e do ensino básico e secundário para todos;
- Alargar as oportunidades de qualificação certificada para jovens e adultos;
- Promover a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos e valorizar a escola pública;
- Reforçar as condições de funcionamento, os recursos e a autonomia das escolas;
- Valorizar o trabalho e a profissão docente
Se quiser saber mais: AQUI
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Páscoa Feliz
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Semana de Aprendizagem ao Longo da Vida no Parlamento Europeu
Com organização conjunta da EUCIS e da SOLIDAR, teve lugar uma Mesa Redonda no Parlamento Europeu sobre os efeitos das medidas de austeridade na educação e formação, tendo-se ouvido contributos de França, Irlanda e Letónia sobre o impacto dos cortes na Aprendizagem ao Longo da Vida.
Em representação da EAEA, Gina Ebner apresentou algumas recomendações, tais como: necessidade de um financiamento sustentável; consultas à sociedade civil; políticas assentes em resultados concretos devidamente avaliados; novos projectos inovadores integrados nas políticas centrais.
Participaram também vários deputados europeus, incluindo membros do Comité para a Educação e Cultura. Houve ainda ocasião para um debate público sobre o impacto e o valor acrescentado dos esquemas de mobilidade e de aprendizagem transnacionais relativamente à produção de competências pessoais, sociais e cívicas. Também aqui se apresentaram recomendações visando a melhoria dos programas de mobilidade, para que mais grupos da população adulta possam participar, para que os participantes aproveitem ao máximo estas experiências educativas e para que tanto a cidadania activa como o desenvolvimento pessoal sejam reconhecidos como de importância igual à empregabilidade.
Mais informações: EAEA
Fonte: Direito de Aprender
quarta-feira, 6 de abril de 2011
I Encontro Internacional de Educação de Adultos e Envolvimento Parental
terça-feira, 29 de março de 2011
Trabalho Voluntário e Educação de Adultos em Espanha
O sector que reúne a grande maioria da força de trabalho voluntária espanhola é o chamado Terceiro Sector. As organizações que constituem este sector formam parte da força de trabalho voluntária. Aqueles sobe em flecha, abrangendo um vasto número de novas e flexíveis organizações cheias de ideias novas - são provas disso a força de trabalho virtual voluntária e o ciber-activismo. Nos últimos anos, diversificou-se o perfil do trabalhador voluntário em Espanha e os voluntários mais jovens desenvolvem normalmente o seu trabalho nos domínios da acção social, tempos livres, integração social, educação e formação, enquanto o grupo etário dos mais de 55 anos intervêm dentro das áreas sócio-sanitárias e sociais. Alguns estudos demonstram que estamos perante um sector já consolidado e que está a crescer de forma acelerada: composto por um grande número de novas organizações, com ideias novas e cobrindo novas esferas de acção.
De um ponto de vista educacional, tal como é promovido pelo Ministério da Educação e Ciência e reconhecido pela Lei Orgânica de Educação, o trabalho voluntário eleva a consciência pessoal desde que se inicia, introduzindo conteúdos e atitudes que estimulam mais conhecimentos e melhor compreensão de questões éticas e sociais ao longo de todo o processo educativo. Também as universidades estão a desempenhar tarefas de uma importância crescente para o trabalho voluntário: reconhecimento gradual da necessidade de reforçar certos temas e valores, como a situação social dos mais desfavorecidos, cidadania, participação, responsabilidade e sensibilidade para os vários tipos de trabalho voluntário; investigação e estudos sobre o trabalho voluntário; criação de cursos de pós-graduação neste domínio; oferta de serviços voluntários e de projecção social.
Para ler o artigo completo: Direito de Aprender





