Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
segunda-feira, 14 de março de 2011
LifeLong Learning: uma possibilidade de educação e formação para todos
domingo, 6 de março de 2011
“Cidade das Qualificações” na Futurália 2011

Entre 16 e 19 de Março, a Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, vai acolher mais uma edição da Futurália 2011 – Salão de Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade, este ano subordinada ao tema “A vida é tua! Descobre o teu caminho”.
Neste certame, participam a Agência Nacional para a Qualificação, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional e a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), que, de forma articulada, convidarão o público a visitar uma “Cidade das Qualificações”, constituída por cinco bairros:
- Trabalhar com Máquinas
- Trabalhar em Tecnologia
- Trabalhar com Pessoas
- Trabalhar nas Artes e Serviços
- Ciências e Humanidades
Este último bairro será dedicado aos cursos científico-humanísticos do ensino secundário, sendo, por isso, da responsabilidade da DGIDC. Para os restantes quatro bairros estão definidas oito saídas profissionais, através das quais os visitantes poderão tomar conhecimento do que actualmente se faz nos cursos profissionalizantes de nível secundário de educação.
As demonstrações práticas, em interacção com os visitantes, e a animação(particularmente em palco) marcarão este espaço do certame, assim como o atendimento personalizado, com informação sobre os diferentes percursos de educação e formação.
Seminários, workshops, palestras, debates, iniciativas de demonstração nos stands, concursos e passatempos serão outras das actividades preparadas para os participantes da Futurália 2011, com vista a esclarecer todas as dúvidas que estes tenham, em áreas que vão desde a formação inicial até ao ensino superior, passando pela inserção na vida activa e empregabilidade.
Fonte: Novas Oportunidades
Para mais informações: Futurália 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Lançamento do Programa e.escola 2.0
sábado, 26 de fevereiro de 2011
“A Educação de Adultos: uma dupla oportunidade na família”

Sob o tema “As novas potencialidades da educação de adultos na construção do sucesso escolar dos filhos”, Lucília Salgado apresenta as problemáticas que considera estarem na génese do insucesso escolar das crianças à entrada para o ensino básico, destacando, neste âmbito, a construção da hipótese de que através da educação de adultos (nomeadamente através do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) será possível criar condições de base para o sucesso das crianças a partir da altura em que estas, ainda jovens, iniciam o seu percurso escolar.
A obra encontra-se dividida em três partes:
- A Génese do (In) sucesso Escolar: na escola e na família
- A Construção do Sucesso Escolar
- O Projecto de Escolarização para os Filhos e a Literacia Familiar: contexto e práticas
É precisamente nesta última parte que são apresentados textos que incidem sobre a importância da educação de adultos, nomeadamente sobre a forma como o processo de RVCC desenvolvido nos Centros Novas Oportunidades, facilita e potencia a introdução de hábitos e práticas de leitura e de escrita na família, duas vertentes fundamentais na aprendizagem da linguagem escrita no início da escolaridade. A isto se junta a tentativa de compreender se o adulto que realizou um processo de RVCC modifica a sua interacção com os filhos e em que medida as novas competências e conhecimentos adquiridos permitem que os pais incutam nos filhos valores que passem pela vontade e interesse pela escolarização.
Fonte: ANQ
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Silêncio

Um cartoon de Mester vale mais que mil palavras...
No século mágico em que vivemos, em redes de relações de projecção ainda sem limites, há mais de um milhão de adultos à espera de mais transparência e mais coerência na sequência do desenvolvimento do seu processo de qualificação.
Um silêncio pesado.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Não é demais (re)lembrar...
Mais do que um direito de cada cidadão – cada peça do puzzle da sociedade – afigura-se como um dever investir na Educação, pois se “toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego”, está também nas mãos de cada um pautar o seu percurso de vida com o dever de investir na sua formação e qualificação.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
II Encontro Internacional do Ensino do Português
domingo, 6 de fevereiro de 2011
À laia de reflexão
Numa tentativa de reunir elementos da comunidade de investigadores que trabalha no domínio da Educação e Formação de Adultos em Portugal, o Grupo de Estudos de Educação e Formação do Centro de Investigação da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra reuniu esforços para realizar as III Jornadas de Educação e Formação de Adultos.

Mobilizadas por diversos objectivos...
- Promover o debate e a troca de experiências entre os diversos agentes do domínio da Educação e Formação de Adultos
- Analisar criticamente as políticas nacionais e internacionais
- Identificar e debater a evolução do campo de práticas
- Conhecer e problematizar os resultados de investigações recentes
- Contribuir para um aperfeiçoamento contínuo das políticas e práticas
- Incentivar a reflexão, a investigação e a produção científica
- Contribuir para a formação contínua dos Agentes
...estas jornadas percorreram diversos assuntos, desde a validação e certificação de competências até aos caminhos da investigação em Educação e Formação de Adultos.
Para além dos temas gerais das manhãs (“A Educação Permanente e a Educação e Formação de Adultos 40 anos depois – passado, presente e futuro de uma ideia virtuosa”, “A Educação e Formação de Adultos, alguns contributos portugueses”, “Avaliação do Programa Novas Oportunidades: opções metodológicas e principais conclusões” e “Os grandes desafios da Educação e Formação de Adultos em Portugal”), as Mesas versaram sobre outros mais particulares, favorecendo uma abordagem ecléctica desta área do saber. A todos os participantes foi possível, assim, optar pela/s Mesa/s que se encaixavam nos seus centros de interesse e motivação, participando activamente no período concedido para debate e partilha de ideias, no final das mesmas.
Os períodos de intervalo, naquele espaço exterior onde o ar revitalizava o ânimo, serviam como ponto de encontro. Era durante esses momentos informais – que mediavam os trabalhos – que se juntavam os elementos das mesmas equipas, mas que também se (re)encontravam pessoas geograficamente mais distantes, unidas por um propósito essencial que comungam: dignificar a área da Educação e Formação de Adultos. Aí, entre sorrisos e diálogos informalmente tecidos e edificados, todos trocavam ideias e perspectivas sobre o que havia sido abordado nas diferentes salas, em torno das diversas Mesas.
No final do segundo dia de trabalhos, o balanço feito foi bastante positivo e as Jornadas vistas como uma excelente oportunidade de crescimento e enriquecimento. Efectivamente, a área da Educação de Adultos tem construído a sua identidade ao longo dos últimos anos, sendo-lhe, hoje em dia, reconhecido inquestionável valor no cerne de uma sociedade em constante mutação e que se coaduna com os fundamentos e exigências da Aprendizagem ao Longo da Vida.
Certamente, serão muitas as pessoas que já aguardam um impacto igualmente positivo e frutífero das IV Jornadas de Educação e Formação de Adultos, desde já perspectivadas como mais um desafio e mais um momento (re)encontro e crescimento pessoal e profissional!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Novas competências de empregabilidade
Não são apenas as competências designadas “essenciais” as que permitem que cada cidadão viva o seu dia-a-dia numa contínua aprendizagem e adaptação. As competências transversas impulsionam, também, com a sua força motriz, toda a engrenagem do que é, efectivamente, Ser Humano.Que competências são exigidas pelos nossos empregadores do mercado de trabalho actual?
Assim, devemos investir numa formação que se adeque às exigências dos possíveis empregadores, com uma estreita colaboração na definição de perfis profissionais actuais e futuros.
Nos tempos que correm e em termos globais, a maioria das empresas valoriza um conjunto de competências que vão para além das competências técnicas, mas essencialmente ao nível pessoal e social. Portanto, há que evoluir ao nível pessoal, valorizando:
- o desenvolvimento de um pensamento flexível;
- o contacto com todas as oportunidades de actividades profissionais ou lúdicas/tempos livres;
- a alteração de funções como uma oportunidade, ao invés de uma ameaça;
- o desenvolvimento das diferentes áreas da inteligência;
- as oportunidades de formação que correspondem aos interesses e projectos vocacionais;
- a preparação para a transição de actividade profissional;
- o desenvolvimento da autonomia, capacidade de iniciativa, facilidade relacional e comunicativa, capacidade de resolução de problemas, capacidade de trabalho em equipa e criatividade.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Iniciativa Novas Oportunidades: resultados da Avaliação Externa (2009-2010)
"Iniciativa Novas Oportunidades: resultados da avaliação externa (2009-2010)".
Este relatório integra os principais resultados, conclusões e recomendações referentes ao segundo ano de investigação e avaliação desenvolvidas pela equipa de investigação da Universidade Católica. Pretende, por isso, constituir-se como uma oportunidade de reflexão e de debate por parte dos principais operadores do Sistema Nacional de Qualificações, nomeadamente por parte das equipas tecnico-pedagógicas dos Centros Novas Oportunidades, já que estes contribuem de forma determinante para os resultados da Iniciativa Novas Oportunidades.
No plano estratégico, e num horizonte de médio prazo, a Iniciativa Novas Oportunidades encerra um potencial precioso e de inigualável riqueza conceptual para inspirar a estruturação de um sistema de Aprendizagem ao Longo da Vida susceptível de colocar Portugal na dianteira dos demais países Europeus e da OCDE, que normalmente lhe servem de benchmark.
Esta é uma das principais conclusões do relatório com os principais resultados, conclusões e recomendações referentes à Avaliação Externa do Eixo Adultos da Iniciativa Novas Oportunidades elaborado pela equipa da Universidade Católica Portuguesa, sob a coordenação de Roberto Carneiro, que agora se publica. Fonte : www.anq.gov.pt
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Seminário "Educação de Adultos e Transformação"

A participação neste seminário pressupõe uma inscrição prévia, que poderá ser realizada através do endereço de correio electrónico seminariomestrado@gmail.com.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
O aumento das competências educativas das famílias: um efeito dos Centros de Novas Oportunidades
No passado dia 14 de Janeiro, foram apresentados os resultados do projecto realizado na Escola Superior de Educação de Coimbra: "CNO - Uma Oportunidade Dupla: da promoção da Literacia familiar ao sucesso escolar das crianças". As conclusões deste projecto permitem evidenciar as mudanças ocorridas nas famílias em que um progenitor (pai ou mãe) fez um RVCC de 9º ano num Centro Novas Oportunidades tendo pelo menos um filho a frequentar o 1º ciclo do Ensino Básico. As mudanças verificadas serão mais facilitadoras do sucesso escolar dos filhos. A percepção destas mudanças é comprovada por professores do 1º ciclo do Ensino Básico em todo o país. in esec.ptTrata-se de um estudo que vem sublinhar alguns efeitos inesperados da Iniciativa Novas Oportunidades, Eixo Adultos, decorrentes da alteração de perspectiva agora por parte dos candidatos que já passaram pelo processo.
O estudo apresentado pela equipa coordenada pela Dra Lucília Salgado incidiu sobre sujeitos certificados com o nível básico. Facilmente se almeja que os efeitos benéficos do processo venham a ser ainda mais significativos quando pudermos ter acesso aos resultados decorrentes da observação de candidatos com o nível secundário de certificação. O aumento da auto-confiança e da percepção de auto-eficácia é notório e evidente, também para os elementos das equipas técnico-pedagógicas que acompanham estes adultos, desde a sua entrada no Centro Novas Oportunidades até à certificação de nível secundário. Há, aliás, um processo de transformação inesperado, quase imediato, após a realização da sessão de júri, que é perceptível para estes profissionais. A mudança comportamental é, por vezes, de tal ordem que o adulto parece ter vestido "o fato do certificado".
Devemos, no entanto, manter a capacidade de observar alterações nestes efeitos eufóricos do processo RVCC junto dos candidatos. Pensamos como Einstein que "uma mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original", mas parece-nos ainda cedo para garantir que houve, de facto, apropriação de uma nova perspectiva por parte das famílias em causa.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Da educação popular à educação de segunda oportunidade
O 25 de Abril de 1974 foi acompanhado pela explosão do movimento social popular que se seguiu ao golpe de Estado e que atingiu diversas áreas da vida social – entre estas, a educação de adultos. Para este campo de práticas, a Direcção-Geral de Educação Permanente, criada ainda em 1972, sob o regime autoritário, dinamizou uma política pública inovadora para o contexto português que procurou dar resposta às solicitações de iniciativa popular.Em 1976, a Constituição da República Portuguesa estabeleceu no Art.º 73.º que todos têm acesso à educação, reforçando deste modo o trabalho levado até então.
Após 1976, no âmbito do processo de normalização política pós-revolucionária, a política anteriormente promovida pela Direcção-Geral de Educação Permanente foi abandonada pelo Governo então em funções.
É contudo a corrente de educação popular, então menos entusiasta que alguns anos antes, que reassume um papel decisivo na elaboração do Plano Nacional de Alfabetização e Educação de Base dos Adultos, em 1979.
Em 1986 é aprovada a Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86). Esta Lei definiu a educação de adultos como subsector que integrou duas ofertas: o ensino recorrente e a educação extra-escolar.
Contando com uma importante contribuição financeira dos fundos estruturais comunitários, o Programa Operacional de Desenvolvimento da Educação de Adultos em Portugal foi lançado em 1989. Este integrou um sub-programa destinado à educação de adultos, tido por tal como um sector de intervenção prioritária. A gravidade da situação educativa do país justificava a finalidade definida neste Programa: a promoção da qualificação da mão-de-obra no quadro de um esforço de modernização económica.
Entre 1995 e 2002, os governos socialistas eleitos avançaram com um conjunto de propostas que visaram “relançar a política de educação de adultos”. O trabalho então levado a cabo permitiu o surgimento do “S@ber +. Programa para o Desenvolvimento e Expansão da Educação e Formação de Adultos”, da responsabilidade da Agência Nacional para a Educação e Formação de Adultos (ANEFA).
Segundo os decisores políticos, a modernização da economia, o necessário aumento da competitividade e a omnipresença de novas tecnologias exigiam trabalhadores mais qualificados, com maior capacidade de adaptação, detentores de outros e mais complexos conhecimentos e competências.
Suportadas pela abordagem das competências, e já não em conteúdos de natureza escolar e disciplinar, o reconhecimento, validação de competências adquiridas informalmente ou em contexto de trabalho, bem como o desenvolvimento de novos modelos, metodologias e materiais de intervenção pedagógica e socioeducativa emergiram como estratégias educativas e formativas centrais.
Deste modo, em meados da década de 1990, a educação de adultos parecia ter assumido um lugar de destaque nos debates políticos sobre educação. É neste quadro que surgem um conjunto de ofertas educativas e formativas que alargam a participação dos adultos e reforçam dimensões sociais, económicas e políticas da sua participação em sociedade.
Desde 2005, a Iniciativa Novas Oportunidades, retomou as principais ofertas do Programa S@ber+, sendo hoje estas ofertas da responsabilidade da Agência Nacional para a Qualificação que possui uma dupla tutela do Ministério da Educação e do Ministério do Trabalho e Segurança Social. Em resultado de uma mais evidente articulação com as políticas de emprego e de modernização tecnológica da economia portuguesa, esta Iniciativa tem como finalidade dar um forte impulso à qualificação dos portugueses, integrando dois pilares: as ofertas dirigidas aos jovens e aquelas dirigidas aos adultos.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Valor Acrescentado na Educação e Formação de Adultos

"Calcular o valor acrescentado de uma escola significa tentar perceber que valor a escola acrescenta, através do seu trabalho, ao nível inicial de conhecimentos dos alunos que recebeu. Ou seja, importa perceber se uma escola apresenta alunos com bons resultados finais, devido ao facto de os seus alunos serem no geral bons alunos e, como tal, terem bons resultados independentemente dos esforços da escola ou, pelo contrário, devido ao facto de a escola ter desenvolvido práticas de ensino/aprendizagem, eventualmente em alunos com resultados à entrada mais débeis, que lhes permitiram obter bons resultados." Mais aqui
No que respeita às escolas, a atenção dos investigadores está cada vez mais centrada nos professores, designadamente no papel que cada professor tem na melhoria dos resultados escolares de cada aluno, pelo que importa esclarecer "em que medida é o bom professor que faz o bom aluno ou é o bom aluno que faz o bom professor".
Mas como é que se pode avaliar as escolas e os professores tendo em conta o progresso dos alunos ao longo do tempo? Como é que se pode avaliar o valor académico que cada escola e cada professor acrescenta ao desempenho de cada aluno? Em que medida é que a avaliação do valor acrescentado no desempenho académico de cada aluno pode contribuir para a melhoria generalizada das actividades das escolas, ensino dos professores, e aprendizagem dos alunos?
No passado dia 6 de Janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, aconteceu o Encontro FLE (Fórum para a Liberdade de Educação), subordinado ao tema: AVALIAÇÃO E EQUIDADE, Como Medir o Valor Acrescentado de Escolas e Professores?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Reflexos e Resultados do Estudo sobre Literacia Familiar

Este estudo pretende contribuir para a análise do impacto que os Centros Novas Oportunidades, através dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, têm no desenvolvimento educativo dos adultos e na maneira como a aprendizagem por parte destes se reflecte na interacção com os filhos, favorecendo, assim, os processos de aprendizagem das crianças no seio familiar, em especial aquelas que se encontram a frequentar o 1.º ciclo do ensino básico, promovendo-se, dessa forma, a literacia familiar.
A apresentação deste estudo insere-se num seminário que, por sua vez, é integrado num ciclo de dez conferências, que têm vindo a decorrer na ESEC, sobre Educação, Lazer e Desenvolvimento Local, no âmbito do Mestrado em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ministrado naquela instituição.
Fonte: Novas Oportunidades
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Knocking on a 2011's door
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Boas Festas

Até lá, ficam os nossos votos de um excelente final de 2010 com prendas no sapatinho! :))
Até 2011!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Desempregados encaminhados para os CNO
Tendo em vista o prosseguimento dos trabalhados que têm vindo a ser realizados no sentido de fazer do 12.º ano de escolaridade o patamar mínimo de qualificação dos portugueses, foi determinado, através do Despacho n.º 17658/2010, de 25 de Novembro que os cidadãos desempregados inscritos nos Centros de Emprego que:- não sejam detentores do 12.º ano de escolaridade
- não estejam a frequentar uma modalidade de qualificação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações
- e cujo perfil de empregabilidade se afigure pouco adequado às ofertas de emprego existentes
...devem ser encaminhados para um Centro Novas Oportunidades a fim de frequentarem um percurso formativo que lhes permita obter aquele nível de escolaridade. Assim, ao Instituto do Emprego e Formação Profissional caberá:
- definir as prioridades de intervenção e a convocatória de todos os desempregados com o intuito de lhes prestar os esclarecimentos necessários acerca das diversas modalidades de qualificação existentes no Sistema Nacional de Qualificações;
- reformular o Plano Pessoal de Emprego de cada desempregado;
- proceder ao encaminhamento destes para um Centro Novas Oportunidades.
A Agência Nacional para a Qualificação ficará encarregue de proceder à inscrição e encaminhamento dos desempregados para as vias formativas mais adequadas às características daqueles e de fornecer aos Centros de Emprego todos os dados indispensáveis ao cumprimento dos Planos Pessoais de Emprego.
Fonte: Novas Oportunidades
domingo, 5 de dezembro de 2010
Paixão e Desafio - Lisboa 2010

Em 2010, Lisboa, com orgulho, dá as boas vindas à 2ª edição do Euroskillls e às centenas de concorrentes, peritos e jurados, em representação de 31 países e de 50 saídas profissionais.
Oportunidade para demonstrar, testar, comprovar e melhorar metodologias de trabalho e de formação; para aprofundar parcerias e reforçar padrões comuns no espaço europeu.
Oportunidade para o encontro entre os principais actores da formação profissional: responsáveis e decisores políticos, parceiros sociais, peritos, formadores e professores, empresas e escolas.
Oportunidade para uma demonstração ao vivo das profissões, promovendo a excelência e o reconhecimento dos melhores formandos e formadores.
De 09 a 12 de Dezembro na FIL.
Consulte o Programa e as competições AQUI
SKILLA e SKILLO são as duas mascotes. Elas configuram as competições do EuroSkills Lisboa 2010. Porque a sua versatilidade lhes dá a capacidade de poderem representar todas as profissões.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Balanço...
“Cada viagem é uma experiência”. E foi com estas palavras de Roberto Carneiro que, após a sessão de abertura, se procedeu à “ordem de trabalhos”.
Num contínuo esforço e investimento, sob um céu cinzento e choroso, foram muitos os quilómetros percorridos por muitos para, também sob o espectro de luz espelhado em Arco-íris, (re)encontrar colegas (unidos pelo propósito de consolidar a Educação Permanente e Formação de Adultos, cristalizando-a em pressupostos sólidos) e...
...fazer um ponto de situação relativamente aos resultados e evidências da Iniciativa Novas Oportunidades e dos Estudos de Avaliação Externa
...partilhar boas práticas de Centros Novas Oportunidades, fundamento da importância do trabalho em rede
...reflectir sobre o novo ciclo da Iniciativa Novas Oportunidades, rumo a 2015
Liderança, inovação, conhecimento, invenção, astúcia, visão e confiança foram as palavras sinalizadas como essenciais para fazer emergir qualquer projecto ou dar continuidade, de forma sólida e confiante, a outros que já existam. Assim acontece com os Centros.
Nesta Sociedade da Informação e do Conhecimento que nos alberga enquanto cidadãos e aprendentes, vemo-nos perante um novo desafio: “das Novas Oportunidades às Novas Necessidades”, como foi referido. Assim, a INO (Iniciativa Novas Oportunidades) será prefixo e motor de:
- INOvação social
- INOvação cultural
- INOvação económica
Rumo...? Life Long Learning!
E, neste contexto, Luís Capucha, Presidente da ANQ, apresentou o esboço do que será o Novo Ciclo desta Iniciativa, referindo as metas e os objectivos estratégicos a alcançar no período compreendido entre 2011 e 2015. Desta forma, foi enfatizada a importância/necessidade de (entre outros aspectos) consolidar e alargar a oferta destinada a jovens e desenvolver novas e mais oportunidades de acesso a Aprendizagem ao Longo da Vida. Com esta estratégia renovada pretender-se-á, então:
- Sustentar o que já existe
- Mobilizar novos públicos para a importância capital do aumento de qualificações
Mas, em termos práticos e operacionais, creio que (ainda) pode ser colocada a questão: o que acontecerá, efectivamente, aos Centros e aos recursos humanos afectos aos mesmos? De forma a dar visibilidade e estrutura a esta nova dinâmica organizacional e funcional, será necessário extrair um pouco de cada cor do espectro do Arco-íris de modo a colorir cada passo... rumo a (2011 e...) 2015.
