Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
segunda-feira, 1 de março de 2010
A validação da Língua Estrangeira
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Abordagens inovadoras na aprendizagem e educação de adultos - competências-chave para a inclusão social

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Da retórica à garantia de uma verdadeira Educação/Formação ao Longo da Vida
A crise económica vem lembrar-nos que a educação/formação ao longo da vida tem que apoiar as pessoas durante todo o ciclo económico, tanto nas fases de expansão como de recessão. As recessões trazem consigo a mudança. E a mudança exige novas competências. Já antes da crise o trabalho estava a mudar, pois cada vez eram mais os empregos que exigiam uma combinação de competências de alto nível com competências transversais (que ajudam as pessoas a encarar novas solicitações: trabalho em equipa, resolução de problemas, espírito de iniciativa, criatividade, etc.).Contudo, tal como a Estratégia e o nosso próprio quadro europeu de cooperação torna claro, educação e formação não se destinam apenas a preparar para empregos, pois são vitais como fermento da inovação.
Num mundo em que o conhecimento se torna obsoleto muito rapidamente e as competências mudam, é pertinente oferecer às pessoas oportunidades de educação para além da escola e do ensino superior, para que adquiram novas competências para os empregos novos que vão sendo criados. Tradicionalmente, olhou-se para a educação de adultos principalmente como um instrumento de remediação (e terá sempre que ter também essa finalidade). No entanto, a educação de adultos deve tornar-se agora uma parte integrante do sistema educativo, para que as pessoas, ao longo das suas vidas, possam aperfeiçoar as suas competências e adquirir novas, sobre as quais se construirá uma Europa do conhecimento e da inclusão.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Dúvidas sobre Cursos EFA
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
E depois do RVCC? Empreender ... no Feminino
Aproxima-se o dia das Mulheres. Em jeito de antecipação, parece-me pertinente realçar uma iniciativa que coloca as mulheres no seu devido lugar: bem no seio da Comunidade, empreendedoras, como sempre o foram e sempre serão. Rede Europeia de Embaixadoras do Empreendedorismo: "Criar um ambiente em que os empresários e as empresas familiares possam prosperar e em que o empreendedorismo seja recompensado é o objectivo do Programa-Quadro para a Competitividade e a Inovação que agora lança a "Rede Europeia de Embaixadoras do Empreendedorismo". Através desta rede, são convidadas várias empresárias bem sucedidas a fazerem campanha junto das mulheres (incluindo as inseridas na vida profissional activa ou estudantes), incentivando-as à criação de empresas e tornando-as, desta forma, empresárias. Assim, pode candidatar-se a esta rede, até 12 de Março, qualquer entidade cuja actividade principal se desenvolva no domínio do fomento e da promoção e/ou apoio ao empreendedorismo, como é o caso de administrações públicas com um papel activo nos domínios dos assuntos económicos e no apoio às empresas; câmaras de comércio, indústria e artesanato; associações empresariais; e entidades públicas e privadas que prestam serviços de apoio às empresas. Esta rede é mais um projecto da Direcção-Geral das Empresas e da Indústria da Comissão Europeia...."
domingo, 21 de fevereiro de 2010
I Fórum de Emprego e Formação do Região de Leiria
O jornal Região de Leiria irá promover o I Fórum de Emprego e Formação, nos dias 25 e 26 de Fevereiro, das 10h às 22h, no Estádio Municipal de Leiria. Esta iniciativa tem como objectivo ser um ponto de encontro entre empregadores, estudantes e profissionais, estejam estes no activo ou em situação de desemprego. Terá, desta forma, como público-alvo:- alunos do ensino secundário e superior;
- desempregados;
- profissionais liberais;
- trabalhadores por conta de outrem que queiram mudar de emprego.
No âmbito do fórum, realizar-se-á, ainda, uma conferência, intitulada “Recursos Humanos e Competitividade Empresarial”, destinada a administradores, gestores e profissionais de recursos humanos.
Fonte: aqui
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Acreditar, Motivar, Transformar
Como profissional RVC cada vez tenho mais noção da responsabilidade das funções que desempenho. E essas funções extravazam em muito aquilo que está definido formalmente. Uma das funções mais importantes, para mim, é a motivação dos adultos que acompanho. Motivar não é tão difícil como pode parecer. Primeiro há que conquistar a pessoa. Para isso, é necessário conhecê-la, dar espaço para que ela se mostre e até se descubra melhor a si própria. Durante essa fase temos que estar muito atentos, para começarmos a perceber as potencialidades daquela pessoa que temos à nossa frente. Quando isso acontecer, temos que nos tornar um espelho, ou seja, devolver-lhe o que de mais positivo ela nos mostra. Se pensarmos em nós próprios, quantas vezes achamos que não valemos nada, que o que dizemos não é importante, que o que fazemos não tem utilidade?... Acontece-nos a todos, em tantos momentos da nossa vida! No entanto, quando temos alguém que nos diz o contrário, paramos e pensamos: "secalhar até é verdade...". E se continuarmos a ouvir o mesmo, várias vezes, em diversos momentos, começamos a acreditar que realmente talvez seja mesmo verdade! E parece que nos sentimos mais fortes, mais capazes, parece até que conseguimos fazer coisas que nunca pensámos vir a fazer!... É isso que penso que devemos fazer com os adultos que acompanhamos: estar atentos, reforçar positivamente, incentivar, ser constantes, perseverantes. Temos que ajudar a pessoa a reconstruir a sua imagem, aquela imagem que tem de si própria quando se vê ao espelho e que, regra geral, não é muito positiva. Para isso é preciso tempo, dirão alguns. Eu penso que o tempo pode ser o que fazemos com ele. Numa hora com um adulto podemos fazer tanto! Basta estar disponível e mostrar-lhe o que o espelho mostra de melhor... Outros dirão certamente que isto não é um processo terapêutico. É verdade, não é. Mas de que parte o Balanço de Competências, a metodologia de base dos processos de reconhecimento e validação de competências? Precisamente da promoção do autoconhecimento e da autovalorização das pessoas. Porque quando se transformam estas duas variáveis, tudo o resto se começa também a transformar.Devia-se falar mais na importância da motivação na educação de adultos. Devia-se falar mais em balanço de competências. Devia-se ter tempo, dar tempo. Vivemos numa sociedade que se preocupa demasiado com os números, estão-se a esquecer as PESSOAS.
Publicado aqui.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Vidas e Máscaras

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Uma questão de valores...

- valores sensíveis, que se referem ao homem enquanto simples ser da Natureza (valores relacionados com algo agradável ou que transmite prazer, valores vitais e valores de utilidade);
- valores espirituais, que se caracterizam tanto pela imaterialidade que acompanha a sua perdurabilidade, como pela sua absoluta e incondicional validade (valores lógicos, valores éticos, valores estéticos e valores religiosos).
Todos os contextos em que nos inserimos estão imbuídos de valores. Incluindo a escola, enquanto espaço de socialização. Quando olhamos para a sociedade de hoje e para a de outrora... para a escola de hoje e para a escola de há alguns anos atrás... Terá mudado algo, efectivamente? O que mudou? Ou não mudou? Estaremos a atravessar uma mudança de paradigmas? Por vezes ouço e leio palavras de adultos em Processo de RVCC que referem, ao reflectirem sobre o seu percurso escolar, que “hoje não é como antigamente... os valores não são os mesmos...”. Mas referimo-nos a quê, em concreto?
E, hoje em dia, quando a escola se assume como um espaço onde muitas pessoas encontram uma "nova oportunidade", qual o valor com que esta instituição se veste?
Podendo os valores ser classificados em diferentes “categorias”, estarão a conhecer prioridades diferentes, fruto da acção, da atitude e dos objectivos do Homem? Ou seja, todos os valores existem, no fundo, mas num traço contínuo diferente? Afinal, que contornos pretende o Homem, efectivamente, imprimir na Sociedade da Informação e do Conhecimento (aquela em que vivemos e nos enquadramos)?
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Concurso "Grande Será o Nosso Futuro"
O Programa Operacional de Potencial Humano (POPH) lançou um concurso dirigido a todos os que concluíram o 12.º ano de escolaridade, através de percursos escolares assentes numa estrutura técnica e prática da aprendizagem, como é o caso dos Cursos do Sistema de Aprendizagem, Cursos Profissionais, dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências e dos Cursos de Educação e Formação de Adultos.O desafio é responder à pergunta "O que construí na minha vida após a conclusão do 12.º ano?". Para isso, basta inspirar-se, pensar em si, no que já conseguiu alcançar, nos projectos para o futuro, no que sente ao ter vencido mais uma etapa... enfim, "o céu é o limite"!
A inovação, a criatividade e a qualidade da escrita serão alguns dos critérios de avaliação dos trabalhos, bem como a qualidade da trajectória escolar e profissional de cada aluno.
Ao vencedor será atribuído um voucher de estudo no valor de 3.500 €, enquanto que o segundo prémio será no valor de 2.000€. Contudo, todos os concorrentes terão direito a uma t-shirt como prémio de participação.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
A des/re/construção do PRA (V)
(CONTINUAÇÃO)
Anabela dos Santos Luís - Alcobaça, Novembro. 2009
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Think 2010
Assim, este Ciclo de Workshops visa mobilizar estratégias de valorização da aprendizagem não formal e informação numa perspectiva de inovação, qualidade e excelência.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Formação à distância
Foi celebrado hoje, no Salão Nobre da Universidade Aberta, um protocolo entre a Universidade Aberta e a Agência Nacional para a Qualificação (ANQ).Este protocolo tem como objectivo a realização, por parte da Universidade Aberta, de Cursos de Qualificação de Estudantes Universitários dirigidos a todos os cidadãos que pretendam prosseguir estudos de nível superior, bem como a concepção de acções de Formação de Formadores à Distância dirigidas a técnicos que desempenhem funções no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações.
Os Cursos de Qualificação de Estudantes Universitários possibilitam a obtenção de créditos no âmbito do Sistema Europeu de Transferência de Créditos (ECTS), para efeitos de prosseguimento de estudos de nível superior, consolidando, desta forma, conhecimentos técnicos específicos nas áreas a que estes cursos respeitam.
As acções de Formação de Formadores à Distância permitem aos operadores do Sistema Nacional de Qualificações a aquisição de competências na utilização de ferramentas de e-learning.
De entre as responsabilidades previstas no protocolo, caberá à ANQ a divulgação destes cursos junto dos Centros Novas Oportunidades e dos restantes operadores do Sistema Nacional de Qualificações; acompanhar a concepção destas formações e identificar as áreas de qualificação a privilegiar na definição dos currículos e modelo de organização das mesmas; bem como financiar as acções destinadas aos operadores do Sistema Nacional de Qualificações.
Fonte: ANQ
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A des/re/construção do PRA (IV)

(CONTINUAÇÃO) Nós, para os outros, apenas criamos pontos de partida (Simone de Beauvoir)
domingo, 31 de janeiro de 2010
Manual para facilitadores em Educação Não Formal
O objectivo do Conselho da Europa sobre políticas de juventude consiste em proporcionar aos jovens iguais oportunidades e experiências, que lhes permitam desenvolver os conhecimentos, aptidões e competências para desempenhar um papel activo em todos os espaços da sociedade.sábado, 30 de janeiro de 2010
Encontro Rede CNO Centro
- A perspectiva do modelo de auto-avaliação como um referencial de competências-chave, o que leva as equipas a olharem-se ao espelho e a fazerem o seu próprio balanço de competências, tal como é pedido aos candidatos em processo RVCC;
- A importância da sistematização de algumas práticas e a sua consequente melhoria contínua;
- A necessidade de as equipas serem humildes na sua própria avaliação e também realistas na elaboração do seu plano de acções de melhoria;
- A urgência da partilha de práticas e da sua possível melhoria, para que as equipas aprendam umas com as outras como podem alcançar a excelência nos diferentes crtérios avaliados.
Neste espírito, deixamos para partilha uma das apresentações (curiosamente todas foram extremamente semelhantes) e o excelente vídeo apresentado pela equipa do Centro Novas Oportunidades do NERGA.
A todos, mais uma vez, agradeço e louvo a forma como decorreu este Encontro, certamente enriquecedor para todos os que nele puderam participar. Esperamos que outras redes de Centros surjam e sigam o exemplo desta!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A des/re/construção do PRA (III)

domingo, 24 de janeiro de 2010
Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME
Vários especialistas vão debater, no dia 27 de Janeiro, no Centro de Congressos de Lisboa, a importância da aprendizagem informal e a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Pequenas e Médias Empresas (PME). Fonte: aqui
sábado, 23 de janeiro de 2010
Experiência = Aprendizagem?...
"A experiência apresenta um potencial formativo mas não é por si só formativa. A experiência tanto pode potenciar a formação, como funcionar como um obstáculo ao desenvolvimento de outras experiências. Através da interpretação do vivido é possível compreender se as experiências resultaram em aprendizagens, ou se pelo contrário, não passaram de vivências, sem que se tenha concretizado o seu potencial formativo. Perceber se se realizaram aprendizagens não conscientes ou se a experiência não resultou em aprendizagem, torna-se uma tarefa bastante difícil e morosa, quer para o adulto, quer para as equipas responsáveis pelo reconhecimento e validação de adquiridos.A experiência é indissociável dos elementos cognitivos e emotivos, o que se reflecte no processo de reconhecimento de adquiridos. A emoção faz parte da essência da experiência. A experiência é constituída por acontecimentos, aos quais a pessoa atribui um valor positivo ou negativo. O sentido atribuído à experiência é fortemente marcado pelas emoções que lhe estão associadas e pelo valor que a pessoa lhe atribui, o que tem uma enorme influência na (re)elaboração da experiência. A realização do processo de reconhecimento de adquiridos, ao centrar-se numa reflexão e análise sobre a experiência e os adquiridos experienciais, envolve processos emotivos que, por vezes, podem ser difíceis de gerir pelo adulto e pela equipa técnica. A (re)elaboração da experiência está inevitavelmente associada ao sentido positivo e negativo dos acontecimentos marcantes, por isso as emoções são uma presença constante e influenciam todo o processo. As emoções e sentimentos são elementos incorporados nos processos de formação experiencial, o que reforça a importância das práticas de reconhecimento e validação de adquiridos se orientarem numa perspectiva humanista, de valorização e respeito pelo adulto, e confirma a importância do processo de acompanhamento do adulto."
Carmen Cavaco. (2009). Reconhecimento e Validação de Adquiridos. Aprender ao Longo da Vida, 11, pp. 44-47.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A des/re/construção do PRA (II)

(CONTINUAÇÃO)
A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos (Marcel Proust)
