O objectivo do Conselho da Europa sobre políticas de juventude consiste em proporcionar aos jovens iguais oportunidades e experiências, que lhes permitam desenvolver os conhecimentos, aptidões e competências para desempenhar um papel activo em todos os espaços da sociedade.Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Manual para facilitadores em Educação Não Formal
O objectivo do Conselho da Europa sobre políticas de juventude consiste em proporcionar aos jovens iguais oportunidades e experiências, que lhes permitam desenvolver os conhecimentos, aptidões e competências para desempenhar um papel activo em todos os espaços da sociedade.sábado, 30 de janeiro de 2010
Encontro Rede CNO Centro
- A perspectiva do modelo de auto-avaliação como um referencial de competências-chave, o que leva as equipas a olharem-se ao espelho e a fazerem o seu próprio balanço de competências, tal como é pedido aos candidatos em processo RVCC;
- A importância da sistematização de algumas práticas e a sua consequente melhoria contínua;
- A necessidade de as equipas serem humildes na sua própria avaliação e também realistas na elaboração do seu plano de acções de melhoria;
- A urgência da partilha de práticas e da sua possível melhoria, para que as equipas aprendam umas com as outras como podem alcançar a excelência nos diferentes crtérios avaliados.
Neste espírito, deixamos para partilha uma das apresentações (curiosamente todas foram extremamente semelhantes) e o excelente vídeo apresentado pela equipa do Centro Novas Oportunidades do NERGA.
A todos, mais uma vez, agradeço e louvo a forma como decorreu este Encontro, certamente enriquecedor para todos os que nele puderam participar. Esperamos que outras redes de Centros surjam e sigam o exemplo desta!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A des/re/construção do PRA (III)

domingo, 24 de janeiro de 2010
Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME
Vários especialistas vão debater, no dia 27 de Janeiro, no Centro de Congressos de Lisboa, a importância da aprendizagem informal e a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Pequenas e Médias Empresas (PME). Fonte: aqui
sábado, 23 de janeiro de 2010
Experiência = Aprendizagem?...
"A experiência apresenta um potencial formativo mas não é por si só formativa. A experiência tanto pode potenciar a formação, como funcionar como um obstáculo ao desenvolvimento de outras experiências. Através da interpretação do vivido é possível compreender se as experiências resultaram em aprendizagens, ou se pelo contrário, não passaram de vivências, sem que se tenha concretizado o seu potencial formativo. Perceber se se realizaram aprendizagens não conscientes ou se a experiência não resultou em aprendizagem, torna-se uma tarefa bastante difícil e morosa, quer para o adulto, quer para as equipas responsáveis pelo reconhecimento e validação de adquiridos.A experiência é indissociável dos elementos cognitivos e emotivos, o que se reflecte no processo de reconhecimento de adquiridos. A emoção faz parte da essência da experiência. A experiência é constituída por acontecimentos, aos quais a pessoa atribui um valor positivo ou negativo. O sentido atribuído à experiência é fortemente marcado pelas emoções que lhe estão associadas e pelo valor que a pessoa lhe atribui, o que tem uma enorme influência na (re)elaboração da experiência. A realização do processo de reconhecimento de adquiridos, ao centrar-se numa reflexão e análise sobre a experiência e os adquiridos experienciais, envolve processos emotivos que, por vezes, podem ser difíceis de gerir pelo adulto e pela equipa técnica. A (re)elaboração da experiência está inevitavelmente associada ao sentido positivo e negativo dos acontecimentos marcantes, por isso as emoções são uma presença constante e influenciam todo o processo. As emoções e sentimentos são elementos incorporados nos processos de formação experiencial, o que reforça a importância das práticas de reconhecimento e validação de adquiridos se orientarem numa perspectiva humanista, de valorização e respeito pelo adulto, e confirma a importância do processo de acompanhamento do adulto."
Carmen Cavaco. (2009). Reconhecimento e Validação de Adquiridos. Aprender ao Longo da Vida, 11, pp. 44-47.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A des/re/construção do PRA (II)

(CONTINUAÇÃO)
A viagem da descoberta consiste não em achar novas paisagens, mas em ver com novos olhos (Marcel Proust)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Em França é assim...
Em 8 Títulos e 62 Artigos, a recente Lei n.º 2009-1437, de 24 de Novembro (relativa à orientação e formação profissional ao longo da vida, publicada no “Journal Officiel” de 25 de Novembro passado) representa uma nova etapa do processo de reforma do sistema francês de formação profissional contínua. Relança, nomeadamente, o Direito Individual à Formação (DIF), prevendo a sua sustentabilidade, e traz novas alterações ao plano de formação.Esta Lei:
- desenvolve o “balanço de etapa profissional”;
- desenvolve a “entrevista a meio da carreira”;
- desenvolve o “passaporte orientação e formação”;
- dá resposta à necessidade de assegurar os itinerários com a criação de um Fundo paritário exclusivo (destinado aos desempregados e trabalhadores menos qualificados);
- faz surgir os “contratos de plano regionais”.
Esta Lei retomou um número importante de disposições do Acordo Nacional Interprofissional de 7 de Janeiro de 2009 “sobre o desenvolvimento da formação profissional ao longo da vida, a profissionalização e a sustentabilidade dos itinerários profissionais”.
...e em Portugal?
Fonte: aqui
Para saber mais...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Um projecto a nascer...
Na sessão pública de apresentação do livro "Um Milhão de Oportunidades", o Dr. Luís Capucha, presidente da Agência Nacional para a Qualificação, lançou um desafio aos adultos presentes: a criação de uma Associação para que o espírito da aprendizagem ao longo da vida se prolongasse para além do processo que haviam frequentado. José Augusto Oliveira, um dos presentes, agarrou o desafio e tem vindo a encetar esforços no sentido de conseguir avançar com a sua concretização. No entanto, são precisos mais colaboradores e apoios, por isso pedimos-lhe que divulgasse neste espaço essa iniciativa, que esperamos venha a ganhar forma e possa no futuro contribuir para a promoção da educação de adultos em Portugal."Um dos objectivos principais da Associação Nacional dos Antigos Alunos da Iniciativa Novas Oportunidadedes é divulgar e promover a afirmação dos direitos dos adultos à educação e à aprendizaagem ao longo da vida.
A Iniciativa Novas Oportunidades, ao longo destes anos, entre outros méritos, tem conseguido desenvolver na população activa portuguesa uma nova postura, levando-a à procura de mais e melhores qualificações escolares, e para a qual pretendemos dar o nosso contributo para a sua prossecução.
Dar seguimento a estes anseios, mesmo depois de os adultos obterem a Certificação de Nível Secundário, é outro dos motes pelo qual nos queremos guiar, seja através de cursos técnicos de Nível IV, Licenciaturas, Estágios, etc..
Para tal, é indispensável e é nosso propósito envolver os diversos organismos públicos e privados inseridos no âmbito das políticas da educação, autarquias e empresas, tornando-os parceiros privilegiados para que, juntos, possamos consolidar o campo da educação de adultos em Portugal.
Para a concretização objectiva da criação da associação acima indicada, é necessário constituir um grupo de pessoas que se mostre disponível para abraçar esta tarefa e, numa fase posterior, solicitar às várias entidades-parceiros envolvidos, os necessários apoios institucionais e financeiros para arrancar com os nossos projectos e iniciativas. Daí ser muito importante a divulgação deste propósito por todos os meios possíveis e que desde já agradeço.
Eu darei o meu contributo, sempre que me for possível para tal fim.
Podem contactar-me para o email: jalooliveira@gmail.com ou Telm. 917426357."
José Augusto L. Oliveira
sábado, 16 de janeiro de 2010
A des/re/construção do PRA (I)
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Mobilidade & Cooperação: dois eixos de actuação
«Mobilidade e cooperação europeia são os eixos em torno dos quais se estruturam as principais actividades desenvolvidas pela Agência Nacional para a Gestão do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida, entidade responsável pela gestão dos financiamentos comunitários em matéria de educação e formação profissional. O Programa Aprendizagem ao Longo da Vida decorre de uma Decisão do Parlamento Europeu (Decisão 1720/2006/CE) e surge como um instrumento financeiro ao serviço dos 31 países participantes (27 Estados Membros, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia) com vista à melhoria da qualidade e à criação de condições para o desenvolvimento da dimensão europeia dos respectivos sistemas de educação e de formação profissional.(...)
Com os objectivos de responder ao desafio que o envelhecimento da população europeia representa e de contribuir para oferecer percursos que visem a melhoria dos conhecimentos e competências dos adultos, o programa sectorial Grundtvig pretende igualmente concorrer para a melhoria da qualidade e para o reforço da dimensão europeia da educação de adultos, dirigindo-se às necessidades de ensino e de aprendizagem dos intervenientes em todas as formas de educação de adultos, quer esta seja formal, não formal ou informal.»
No ano de 2008 foram introduzidas novas acções no Programa Aprendizagem ao Longo da Vida, sendo de destacar as duas das novas acções introduzidas ao nível do programa sectorial Grundtvig:
Projectos de Voluntariado Sénior Grundtvig – parcerias bilaterais entre duas instituições de educação de adultos provenientes de países diferentes que se propõem receber um financiamento comunitário para enviar e acolher entre dois a seis voluntários, com uma idade mínima de 50 anos, durante um determinado período de tempo (3 a 8 semanas). As instituições portuguesas interessadas em participar num Projecto de Voluntariado Sénior poderão encontrar potenciais instituições parceiras aqui.
Workshops Grundtvig – acção que tem por objectivo a criação de experiências intensivas de aprendizagem (entre 5 e 10 dias) numa área de interesse comum, destinando-se a aprendentes adultos provenientes de diferentes países. Pode organizar um Workshop qualquer instituição de educação para adultos que se proponha acolher entre 10 e 20 aprendentes adultos de diferentes países e que pretenda promover um momento de aprendizagem formal, não formal ou informal numa determinada área temática. Os aprendentes portugueses que desejem participar em Workshops que se realizem no estrangeiro podem consultar o Catálogo com os Workshops disponíveis.
Para saber mais sobre...
... a fonte deste artigo
... o Programa Sectorial Grundtvig
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
E hoje, ainda será assim?...
"Não podemos negar que a escola não deu aos seus alunos todas as possibilidades que lhes devia dar, desprezou os mal-dotados, obrigou-os a actos ou tarefas que lhes depuseram na alma as primeiras sementes do despeito ou da revolta, lhes deu, pelo quase exclusivo cuidado que votou ao saber, deixando na sombra o que é o mais importante - formação do carácter e desenvolvimento da inteligência -, todas as condições para virem a ser o que são agora; se não saíram da escola com amor à escola, a culpa não é deles, mas da escola. Acresce ainda que, lançados na vida, a escola nunca mais procurou atraí-los, nunca mais foi ao encontro dos seus antigos alunos, para lhes aumentar a cultura, os informar e esclarecer sobre novas orientações de espírito, para lhes pedir a sua colaboração, o seu interesse na educação das gerações mais moças. Houve um corte de relações, quando a sua manutenção poderia ainda de algum modo apagar as más lembranças que os alunos levavam. Que a
dmira que sintamos agora à nossa volta paixão e rancor? Tivemo-los nas nossas mãos e não fizemos por eles tudo quanto podíamos, mesmo com as possibilidades económicas e pedagógicas de que nos cercara o meio; em nós temos de reconhecer o principal defeito; por consequência, também em nós a principal causa do ataque."Agostinho da Silva, in Glossas
E là fora, como se faz? O desafio da diferença

domingo, 10 de janeiro de 2010
E agora?
E, com esse gesto, solta-se sempre um pouco da magia que senti quando aprendi aquilo que corresponde a uma gota de água de um imenso oceano que é a Filosofia.
Ao percorrer as páginas, revi e recordei uma das imagens sobre a qual, na altura, tive de elaborar textos reflexivos. Era esta:
- Numa fase inicial, as ideias parecem estar todas enroladas... “Por onde começo?”, pensarão muitos adultos/candidatos.
- Uma mistura de sentimentos desponta: ansiedade, (des)ânimo, persistência, cansaço, entusiasmo...
- Chega um momento em que as ideias começam a clarear. Os conceitos, as palavras, as reflexões começam a fazer sentido. A filosofia do Processo de RVCC (ou de outro percurso educativo e/ou formativo) é apreendida e compreendida e serve de bússola às reflexões (que assumem um rumo e uma direcção mais definidos, concretos, com sentido e consentidas).
- E agora?! Resolvidos os problemas, terminado o Processo, ultrapassada a Sessão de Júri... E agora? O que fazer? Parar?!
Esse será mais um passo do início de uma longa caminhada, que se deseja profícua e promissora.
E, numa sociedade que tanto sensibiliza e alerta para a necessidade de (auto)formação, qualquer passo deve ser dado sempre no sentido do investimento numa aprendizagem contínua.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Formação e integração social
O jornal Público traz na sua edição de hoje uma reportagem sobre as pessoas que se encontram a receber o Rendimento Social de Inserção e que estão inseridas em programas de formação. Com o título "Aprender pode ajudar, mas não faz milagres", esta é uma reportagem que retrata o dia-a-dia que muitos de nós conhecemos, com os seus aspectos positivos e negativos. Apesar de todos os constrangimentos, a integração em programas de formação é, muitas vezes, uma das formas mais eficazes de combate à exclusão social. Realço, no entanto, algumas passagens que são, igualmente, alertas relativamente ao actual sistema de educação/ formação de adultos.«Na opinião do sociólogo Eduardo Vítor Rodrigues, "é preciso diversificar a formação e orientar os formandos a partir de um diagnóstico bem feito". De outro modo, o país fica-se pela "formação de plástico, estandardizada, desfasada. Há modas. Primeiro era contabilidade. Depois, informática. Agora, ajudante de lar".»
«(...) Eduardo Vítor Rodrigues lembra que "a formação é formidável enquanto instrumento de capacitação" e fomento de auto-estima. Recusa, porém, ilusões: "A pessoa até pode fazer formação em várias áreas. Se o mercado estiver repulsivo, como agora está, não consegue entrar".
O país tinha uma economia muito baseada em mão-de-obra intensiva, barata, desqualificada. No decurso de um violento processo de desindustrialização, apanhou a crise económica e financeira internacional. "Passou-se de uma fase em que não se acreditava na formação para uma fase em que se acha que a formação resolve tudo. Não resolve".»
In Público, 9 de Janeiro
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
2010 Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social
Este será um ano especial. Aquele em que agir faz falta e é possível.Há valores de Cidadania que são transversais às diversas entidades e instituições que desempenham funções no âmbito da Educação e Formação de Adultos.
No site da Comissão Europeia, encontramos alguns nos quais nos revemos e que recomendamos:
"...Não há nenhuma solução milagrosa para acabar com a pobreza e com a exclusão social mas uma coisa é certa: não podemos vencer esta batalha sem si. É tempo de renovarmos o nosso compromisso para com a solidariedade, justiça social e maior inclusão. Chegou o momento do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão Social.
Um valor fundamental da União Europeia é a solidariedade, particularmente importante em tempos de crise. A palavra “União” diz tudo – enfrentamos juntos a crise económica e é esta solidariedade que nos protege a todos.
Aqui ficam algumas das coisas que iremos fazer juntos:
- Encorajar a participação e o compromisso político de todos os segmentos da sociedade para participarem na luta contra a pobreza e a exclusão social, desde o nível europeu ao nível local, no sector público e no privado;
- Motivar todos os cidadãos europeus a participarem na luta contra a pobreza e a exclusão social;
- Dar voz às preocupações e necessidades de todos quanto atravessam situações de pobreza e de exclusão social;
- Dar a mão a organizações da sociedade civil e a ONG na área da luta contra a pobreza e a exclusão social;
- Ajudar a derrubar os estereótipos e a estigmatização da pobreza e da exclusão social;
- Fomentar uma sociedade que garanta a qualidade de vida, o bem-estar social e a igualdade de oportunidades para todos;
- Reforçar a solidariedade entre gerações e garantir o desenvolvimento sustentável. ..."
EU 2020: uma nova estratégia para a Europa
Os cidadãos europeus podem participar, até 15 de Janeiro, na consulta pública que visa preparar o lançamento “EU 2020”, uma nova e renovada estratégia para a Europa que deverá lançar as linhas de acção que substituirão as acordadas com a Estratégia de Lisboa. - criar valor com base no conhecimento;
- capacitar as pessoas em sociedades inclusivas;
- criar uma economia competitiva, interligada e mais verde.
Após o período de consulta pública, caberá à nova Comissão apresentar uma proposta mais pormenorizada desta estratégia ao Conselho Europeu da Primavera. Nessa altura, deverão ser confirmadas as prioridades de acção a seguir pelos Estados-Membros, em substituição das que entraram em vigor, em 2005, no quadro da Estratégia de Lisboa.
Fonte: aqui
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Educação não-formal quebra rotinas
«Motivar para a educação quem abandona a escola precocemente é um dos maiores desafios para a educação de adultos. Um estudo recente mostra que a educação de adultos não-formal criou, na Dinamarca, contextos educativos capazes de quebrar as rotinas sociais, graças a abordagens pedagógicas especiais.“Inscrevi-me porque estava com uma depressão. Nunca realmente me adaptei a lado nenhum. De facto, na maior parte do tempo, ficava na cama e não fazia nada. A certa altura, ouvi falar deste lugar. E pensei: OK, se não for tudo à volta de leituras, pode ser fixe. E, pela primeira vez na vida, tive a experiência de ser compreendido e aceite tal como sou. Havia uma atmosfera fantástica. Agora, estou a avançar. É verdade, vou receber no Verão um certificado de nível secundário superior”.
São as palavras de um participante num dos 5 cursos de educação de adultos não-formal que foram objecto do referido estudo.
Neste trabalho, Steen Elsborg e Steen Høyrup, da Escola de Educação Dinamarquesa, Universidade de Aarhus, aplicaram aos cinco casos um quadro teórico de aprendizagem.
À margem:
Várias instituições de educação de adultos não-formal organizam cursos destinados aos que abandonaram a escola sem qualquer sucesso e a outros cidadãos que se alhearam do ensino formal. Nas palavras destes autores, são pessoas que se encontram “à margem da sociedade de conhecimento”.
De acordo com o estudo, estes tipos de cursos têm o potencial de exercer um impacto essencial sobre os participantes:
- Elevação de auto-estima, auto-conhecimento e auto-confiança
- Motivação para criar um novo conteúdo de vida
- Abertura a novos desafios
- Desejo de desenvolver novas competências.»
Para ler mais.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
2010 e Global Report on adult learning and education

terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Boas Festas!
NATAL CHIQUE
Percorro o dia, que esmorece
Nas ruas cheias de rumor;
Minha alma vã desaparece
Na muita pressa e pouco amor.
Hoje é Natal. Comprei um anjo,
Dos que anunciam no jornal;
Mas houve um etéreo desarranjo
E o efeito em casa saiu mal.
Valeu-me um príncipe esfarrapado
A quem dão coroas no meio disto,
Um moço doente, desanimado…
Só esse pobre me pareceu Cristo.
Vitorino Nemésio
domingo, 20 de dezembro de 2009
O novo "visual" do CEDEFOP
O CEDEFOP apresenta o seu novo Portal, com uma renovada apresentação de conteúdos e ao nível do grafismo. O novo portal destina-se principalmente a apoiar as necessidades dos decisores políticos, mas também visa atender às necessidades de investigadores e profissionais das áreas da educação e formação profissional.O objectivo desta mudança é de proporcionar um acesso mais fácil a informações sobre a educação e formação profissional na Europa, bem como aos próprios trabalhos desenvolvidos pelo CEDEFOP. A organização da informação encontra-se organizada em 4 grandes temas:
- Identificar as necessidades em competências;
- Compreender as qualificações;
- Analisar as políticas;
- Desenvolver a aprendizagem ao longo da vida.
Boas pesquisas e consultas... AQUI!
Fonte: aqui
