O jornal Público traz na sua edição de hoje uma reportagem sobre as pessoas que se encontram a receber o Rendimento Social de Inserção e que estão inseridas em programas de formação. Com o título "Aprender pode ajudar, mas não faz milagres", esta é uma reportagem que retrata o dia-a-dia que muitos de nós conhecemos, com os seus aspectos positivos e negativos. Apesar de todos os constrangimentos, a integração em programas de formação é, muitas vezes, uma das formas mais eficazes de combate à exclusão social. Realço, no entanto, algumas passagens que são, igualmente, alertas relativamente ao actual sistema de educação/ formação de adultos.«Na opinião do sociólogo Eduardo Vítor Rodrigues, "é preciso diversificar a formação e orientar os formandos a partir de um diagnóstico bem feito". De outro modo, o país fica-se pela "formação de plástico, estandardizada, desfasada. Há modas. Primeiro era contabilidade. Depois, informática. Agora, ajudante de lar".»
«(...) Eduardo Vítor Rodrigues lembra que "a formação é formidável enquanto instrumento de capacitação" e fomento de auto-estima. Recusa, porém, ilusões: "A pessoa até pode fazer formação em várias áreas. Se o mercado estiver repulsivo, como agora está, não consegue entrar".
O país tinha uma economia muito baseada em mão-de-obra intensiva, barata, desqualificada. No decurso de um violento processo de desindustrialização, apanhou a crise económica e financeira internacional. "Passou-se de uma fase em que não se acreditava na formação para uma fase em que se acha que a formação resolve tudo. Não resolve".»
In Público, 9 de Janeiro





O CEDEFOP apresenta o seu novo Portal, com uma renovada apresentação de conteúdos e ao nível do grafismo. O novo portal destina-se principalmente a apoiar as necessidades dos decisores políticos, mas também visa atender às necessidades de investigadores e profissionais das áreas da educação e formação profissional.
“O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou recentemente, num livro de cerca de 200 páginas (ISSN 1647-1946), os resultados do Inquérito à EFA, com o objectivo principal de caracterizar a população portuguesa entre os 18 e 64 anos, na sua relação com a participação em actividades de aprendizagem.Tendo por base as vertentes abordadas no Inquérito – participação dos adultos em actividades de educação e aprendizagem nos domínios formal, não formal e informal – os resultados do IEFA estruturam-se em 3 grandes domínios: 
Reunir consenso acerca do significado de “ensinar” nem sempre é simples, uma vez que envolve diversos valores (por exemplo: educacionais, morais, cívicos e políticos). Porém, a literatura sugere algumas teorias que têm merecido algum consenso. Desta forma, os trabalhos de Nathaniel Gage, John Goodlad, Elliot Eisner e de Linda Darling-Hammond contribuem para discernir quatro concepções sobre o ensino:



O objectivo principal da CONFINTEA VI consiste em dar visibilidade à forte influência que as aprendizagens e a educação de adultos exercem sobre o desenvolvimento sustentável, para o qual contribuem nos mais variados aspectos (social, económico, ecológico e cultural).
