sexta-feira, 20 de março de 2009

Um recursos: Plano de Desenvolvimento Pessoal

Seguindo um conjunto de passos este recurso cria um Plano de Desenvolvimento Pessoal. Visite clicando na imagem.


quarta-feira, 18 de março de 2009

Competências: É possível formar?

«As competências manifestadas por essas acções não são, em si, conhecimentos; estas utilizam, integram ou mobilizam tais conhecimentos. Uma competência nunca é a implementação racional pura e simples de conhecimentos, de modelos de acção, de procedimentos. Formar em competências não pode levar a dar as costas à assimilação de conhecimentos, pois a apropriação de numerosos conhecimentos não permite sua mobilização em situações de acção. A construção de competências, pois, é inseparável da formação de esquemas de mobilização dos conhecimentos com discernimento, em tempo real, ao serviço de uma acção eficaz. Os esquemas constroem-se ao sabor de uma formação, de experiências renovadas, ao mesmo tempo redundantes e estruturantes, formação essa, tanto mais eficaz quando associado a uma postura reflexiva.
Fala-se, às vezes, em competências apenas para insistir na necessidade de expressar os objectivos de um ensino em termos de condutas ou práticas observáveis; ou seja, retoma-se a tradição da pedagogia do domínio ou das diversas formas de pedagogia por objectivos. A assimilação de uma competência a um simples objectivo de aprendizagem confunde as coisas e sugere, erradamente, que cada aquisição escolar verificável é uma competência, quando na verdade a pedagogia por objectivos é perfeitamente compatível com um ensino centrado exclusivamente nos conhecimentos.»
Fonte: aqui.

terça-feira, 17 de março de 2009

Dossiê/Portefólio: Do papel ao Digital


Fonte e mais informação pode ser consultada aqui: CONSTRUÇÃO DE UM E-PORTEFÓLIO

segunda-feira, 16 de março de 2009

O que é um Portefólio?

Importa sublinhar, antes do mais, que um Portefólio não é um mero repositório de trabalhos "organizados" numa pasta de arquivo ou numa caixa.
O Portefólio é uma colecção organizada e devidamente planeada de trabalhos, reflexões, narrativas produzidos por um adulto, ao longo de um dado período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão tão alargada e pormenorizada quanto possível das diferentes componentes do seu desenvolvimento e das suas competências.
Na medida em que o Portefólio é um instrumento de avaliação, pode dizer-se que se trata de um conjunto de elementos, acompanhados de indicações e de comentários estruturados, escolhidos pelo adulto, com a finalidade de demonstrar a evidência e o desenvolvimento das competências. Ou seja, este instrumento permite ao adulto identificar os elementos significativos relativamente a progressão das suas aprendizagens ao longo da vida. Desta forma, este instrumento pode ser entendido como o reflexo do percurso do adulto, ao mesmo tempo que permite aos elementos das equipas dos Centros Novas Oportunidades ajustar as suas intervenções de forma adequada.

Antes do adulto fazer a recolha dos documentos, deve ser informado dos critérios de sucesso e objectivos (podendo criar uma planificação pessoal do PRA) que se espera encontrar no seu portefólio e da reflexão que ai deve incluir. Os critérios podem ser, por exemplo, sobre:
- a apresentação visual/gráfica dos documentos;
- a qualidade da língua/do discurso;
- a organização do portefólio;
- a pertinência dos documentos incluídos.
O Portefólio não é elaborado só para o Adulto. Ele é um instrumento comum entre o Adulto e a Equipa, por isso, deve permitir respostas concretas e saber:
- Situar-se facilmente?
- Perceber porque é que os documentos escolhidos são pertinentes?
- Tem reflexões? De que natureza? Em que medida estão ajustadas às orientações da Equipa? E à História de Vida?

Adaptados dos conceitos encontrados aqui.

Criar uma metodologia: EFA

Vou dedicar algumas reflexões e deixar algumas ideias de fundamento para a teoria que estou a desenvolver para o trabalho na Educação e Formação de Adultos. A ideia de uma teoria/metodologia designada de "Connecting the Dots" (Ligar os pontos) no que concerne à Educação e Formação de Adultos exige alguma reflexão de fundamentação inicial.

Durante alguns anos e acompanhando muitos processos de RVC, vi muitas vezes representações da história de vida, promovidas inicialmente em dinâmicas individuais, que representavam o tempo e a vida como uma linha. Ou como um gráfico. Mas e se o tempo não for linear? E se não passar de uma sequência de acontecimentos a que nós, por uma lógica personalizada, procuramos dar sentido. Lembro-me das leituras das obras de Stephen W. Hawking. Ora, tomemos então como lógico que cada um de nós, com as aprendizagens da vida, nos centramos em momentos que são, para nós, claros, objectivos, emocionalmente válidos e lógicos do ponto de vista das aprendizagens.

Tomemos ainda como ideia de base que, as aprendizagens pela experiência são realizadas num contexto concreto que promove uma competência de actuação nesse mesmo contexto que pode, ou não, ser transferível para outros contextos. Tomemos ainda como base a ideia que muitos destes adultos são, por via do regresso à escola, incluídos num novo contexto: o digital.

Desenho então, com base nestes dois fundamentos uma linha de desenvolvimento para a Educação e Formação de Adultos, tendo por base a teoria "Connecting the Dots".

Tendo por base os princípios fundamentais de um processo de Reconhecimento de Competências, o primeiro passo é “descobrir”, com o adulto, os seus marcos de aprendizagem. Este processo exige tempo, dedicação, humildade e uma imensa capacidade de observação por parte do técnico que acompanhará o adulto nessa “viagem”. Só existe, para esta fase, o caminho da entrevista orientada. Destruindo este termo técnico, o técnico e o adulto devem conversar e pensar. Sobre a história de vida do adulto, mas, acima de tudo, sobre os pontos/momentos de aprendizagem que, ao longo da vida se foram estruturando e consolidando como competências.

Aqui o papel do técnico, como do adulto, será registar esses momentos. Não no sentido de serem uma linha de tempo ou uma história de vida. A ideia é mesmo, tomando com imagens um álbum de fotografias, que o adulto construa esse conjunto de registos, independentes ou sequenciais mas de acordo com a sua própria concepção dos mesmos. Há, no entanto um papel fundamental do técnico. Acompanhar o adulto nesse registo de forma a promover uma forma de dissecar essas vivências e descobrir com o adulto os conhecimentos, aptidões e capacidades. No fundo, o que teremos, no final desta fase é uma história de vida que é um mapa. Um mapa que liga pontos entre si, da forma que o adulto os entende como válidos para si e observando em conjunto com o técnico os saberes adquiridos ao longo da vida. Fica, em imagem, o que poderia ser um desses mapas.

Desenhado este momento, cabe ao técnicos, apoiado pelos formadores, fazer uma análise desses marcos. A proposta de construção de um percurso de formação nasce nesse momento. Tal como o mapa inicial construído pelo adulto a equipa fará um segundo mapa ligando pontos que se transformam em potenciais roteiros de aprendizagem.

O momento seguinte é um processo de negociação entre os objectivos do adulto e o roteiro proposto pela equipa. Se pensarmos no actual momento e implementação do processo de RVC nos Centros Novas Oportunidades, teríamos uma etapa de RVC e outra de formação. Ambas obrigatórias. Complementares entre si. Criadas à medida do adulto e em função de objectivos de aprendizagem claros e prospectivos, ligando pontos da história de vida passada e expectativas para o futuro de acordo com as competências a mobilizar/desenvolver.

E ficam mais umas ideias…

domingo, 15 de março de 2009

Criar uma metodologia: Ideia(s)

Tentar criar uma metodologia/teoria no contexto educativo nunca tem um princípio e um fim definido. Por isso, o fundamental para mim foi encontrar a ideia fundamental.

A ideia fundamental da teoria "Connecting the Dots" está relacionada com a interligação dos conhecimentos e da mobilização dos mesmos para se transformarem em saberes em acção por via da adequação dos contextos de aptidão e estruturação racional.

Passo a explicar a lógica da teoria. Sei que muitos vão perguntar como é que é possível ligar princípios e teorias opostas em algum momento. No entanto, vou tentar explicar o que me serve de suporte à ideia de base e não a sua sustentação teórica em si mesmo.

Lembro-me, quando estudava no 12.º ano, de ter uma professora de Filosofia, creio que o seu nome era Inês, a quem todos temiam o primeiro teste. E temiam porque só tinha uma pergunta. A pergunta era: “O que é uma cadeira?”. A maioria era corrido com negativa. Era por esta via que a professora Inês nos introduzia no mundo das diferentes abordagens sobre os conceitos e correntes da Filosofia. Foi por ai que cheguei às Categorias da Razão de Kant. Eis então um ponto fundamental da teoria que apresento. O homem é um ser racional que, tendencialmente, organiza compartimentando o conhecimento em categorias que lhe reservam uma lógica de existência/inexistência, assim como de utilidade/inutilidade.

Outra componente da ideia desta teoria está relacionada com um princípio simples. Lembro-me de estar, um dia de sol e ao passar na Marginal que liga Lisboa a Cascais, olhar para o farol que se situa perto de Caxias e parar um pouco o carro para olhar para as entradas dos barcos ao largo do Bugio. Reparei que, de acordo com a sua dimensão, objectivo e destino, cada um tomava o seu caminho diferente. Liguei esta imagem à árvore da vida de Klimt. E para a teoria que estou a desenhar tirei duas ideias fundamentais. Que deve existir um caminho de formação de base comum, como o rio ou o tronco da árvore, mas que, cedo, devem entrar as orientações (farol) e as escolhas (ramos). Assim, se falarmos em ensino-aprendizagem, falamos de uma formação de base (colocaria a Língua e a Matemática) e depois, caminhos diferenciados com escolhas entre ofertas de formação, isto é, disciplinas/áreas de competência de escolha livre.

Mas regresso às influências. E lembro-me que, ultimamente tenho lido inúmeras obras de António Damásio. E eis que me podem acusar de chocar Kant ou a lógica de um método com a Emoção explicada por Damásio. Mas o que retiro de Damásio é fundamental para a estrutura de decisão e não para a essência do processo de aprendizagem em si.

“Podemos ser Hamlet durante uma semana ou Falstaff por uma noite, mas tendemos a regressar ao ponto de partida. Se tivermos o génio de Shakespeare, podemos utilizar as batalhas interiores do si para criar o elenco inteiro de personagens do teatro ocidental – ou no caso de Fernando Pessoa, para criar vários poetas diferentes, os seus heterónimos. Porém, ao fim e ao cabo, é um Shakespeare idêntico a si mesmo (e não um dos seus personagens) que se reforma tranquilamente em Stradford, e é um Pessoa idêntico a si mesmo (e não Ricardo Reis) que bebe até ao esquecimento e morre num hospital de Lisboa.” O Sentimento de Si. O Corpo, a emoção e a neurobiologia da consciência, Lisboa, Europa-América, 2000

Ora, é por esta via que, sinto que a orientação vocacional ganha um papel fundamental e que tem sido muito esquecido nas escolas e na educação, quer de adultos, quer de jovens. É esta estratégia que pode apoiar na decisão. Na escolha e na sistematização/planificação de um caminho de aprendizagens para cada aluno/adulto.

E vou terminar este ponto com outra influência. No último ano estive inscrito num Mestrado da Universidade de Aveiro. Multimédia em Educação. Inscrevi-me por via de querer saber mais sobre a Teoria da Flexibilidade Cognitiva. Encontrei, não a explicação, mas a prática. Mas, como é meu hábito, mais do que ir para “aprender”, fui para tomar parte de um movimento que está a surgir. E encontrei, em duas cadeiras, dois fundamentos que considerei extremamente importantes: o conceito/teoria de Connectivismo e o dos marcos de aprendizagem. Curiosamente, este último conceito foi-me apresentado numa das cadeiras que considerei menos interessantes. Do primeiro conceito/teoria retirei a lógica da mudança da aprendizagem colaborativa e em rede que as novas tecnologia potenciam e do segundo um modelo de avaliação sustentado nas conquistas de aprendizagens e analise formativa dessas mesmas aprendizagens.

E que desenho final posso apresentar? Imagine-se o seguinte. Um plano, de estudos/aprendizagens/desenvolvimento de competências, individual, desenhado à medida de um aluno, com uma formação de base comum, num escola onde esta formação de base era secundada por uma oferta múltipla de áreas de competência/disciplinas criadas pela equipa de docentes, quer em áreas científicas, quer em áreas diversar (Das Artes ao Desporto) e que, um aluno/adulto apoiado na sua decisão de desenho de percurso de aprendizagem em função da sua persona seguiria para cumprimento de um percurso de educação/formação. Basicamente, ligando os pontos (Connecting the Dots) entre aprendizagens.

Na educação e formação de adultos o processo seria invertido. O processo de RVC serviria de base para a (re) descoberta das aprendizagens realizadas pela/na sua História de Vida e o desenho de um plano de formação a realizar teria em conta essa mesma aprendizagem e os objectivos de qualificação desenhados. Sobre esta vertente falarei no próximo texto.

Ficam algumas ideias.

sábado, 14 de março de 2009

Um blog a visitar.

Partilho neste blog, outro, de um colega Avaliador Externo e dedicado companheiro na intervenção no campo da Educação e Formação de Adultos.

«Há mais de 20 anos que estou ligado à formação e educação de adultos, como animador cultural, professor, formador e coordenador concelhio do ensino recorrente e extra-escolar. Desde 2003 tenho também desempenhado funções de avaliador externo nos processos de RVCC. Tem sido pois uma vida dedicada à educação e formação de adultos. Desde cedo aprendi a respeitar estes homens e mulheres que, contra todas as adversidades, lutam por uma melhor valorização e qualificação escolar e profissional.» Júlio Sá.

A visitar, aqui:

Júris, Reunião e Reflexões em Rede.

Cada vez mais a articulação entre a procura de finalização de um percurso de qualificação e a orientação pós-processo se torna necessária. Esta visão, complementada com a introdução dos Planos de Desenvolvimento Pessoal pode ser uma verdadeira estratégia de desenvolvimento de uma concreta aprendizagem ao longo da vida que se inicia com o processo de RVC.

Estive presente numa sessão de júri no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Pombal. Seis candidatas ao Nível Secundário realizaram as suas apresentações finais do seu projecto. Tenho que destacar o excelente trabalho que a equipa tem desenvolvido e partilho aqui um instrumento utilizado, designado de “Narrativa Digital” e que resulta de uma verdadeira integração da História de Vida no contexto do processo de RVC. Parabéns à equipa pelo trabalho de mobilização de competências que realizou com cada uma destas candidatas.



Estive também presente numa sessão de Júri no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária Fernando Namora em Condeixa. Quero destacar, neste momento, o trabalho realizado pela equipa na preparação e articulação entre áreas. Quero também deixar uma palavra especial às profissionais Dra. Maria João e Dra. Vânia, pelo excelente acompanhamento que fazem ao longo do processo, a cada um dos adultos que, de forma muito positiva apresentaram os seus projectos. Destaco também, a necessidade de consolidação das boas-práticas, a fazer, para consolidação do processo, mecanismo que todos os Centro deviam ter em consideração.

Estive, por convocatória da ANQ, num encontro para Avaliadores Externos e apresentação da plataforma que nos está destinada. É de salientar o bom trabalho que está a ser realizado neste campo. Sempre referi que, enquanto Avaliador Externo, sentia que a tutela não tinha a completa consciência do valor que podia e pode ter o nosso papel no âmbito do processo. Tenho que destacar as palavras de justificação com a implementação do processo de RVC de Nível Secundário e aposta na formação dos Técnicos de Diagnóstico e Encaminhamento que se compreendem para uma organização que, ao mesmo tempo que se estruturava, tinha que dr resposta a todas as questões com estes dois campos de actuação. Destaco agora, como foi referido, que o papel do Avaliador Externo será reforçado e a relação/comunicação entre ANQ e a equipa de Avaliadores Externos será uma realidade. Desejo que o mesmo se passe entre os Avaliadores Externos entre si, pois será uma mais-valia fundamental para a criação de redes entre Centros.

Outra visita ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Desta vez numa sessão de júri deslocada da escola e que teve lugar em Santa Catarina, perto de Vagos. Tenho que destacar a capacidade que a Dra. Marília e a equipa de formadores teve de, no período de um ano, para o nível básico, fazer um trabalho sustentado, com um concreto e correcto acompanhamento dos adultos em processo de RVC, promovendo uma efectiva tentativa de desenvolvimento de uma consciencialização da importância da aprendizagem ao longo da vida. É preciso, por vezes, fazer estes júris fora do contexto urbano para entendermos o verdadeiro afastamento da escola que muitos adultos tiveram até surgir o processo de RVC como forma de “regresso” à escola. Parabéns pelo trabalho realizado.

Por último, estive numa reunião de trabalho, “convocada” por mim, com os Centros Novas Oportunidades das escolas: Escola Secundária da Anadia; Escola Secundária da Mealhada; Escola Secundária Marques Castilho (Águeda) e Agrupamento de Escolas da Pampilhosa. Numa sexta-feira, dia 13, às 18.00 horas na Escola Secundária da Anadia. Estiveram presentes todas as equipas. Só por si, pela dedicação destas equipas, este momento teria sido um sucesso. No entanto, quero partilhar que este encontro teve como ideia a criação de uma rede entre estes Centros. A verdade é que, o facto de eu ser Avaliador Externo destes centros permitiu que, pela primeira vez, e durante cerca de duas horas, as equipas fossem trocando ideias, metodologias de trabalho, dúvidas e ideias. Deste encontro vai nascer a plataforma (Rede MAPA). Esta rede tem como objectivo a partilha de documentação, recursos, informações, ofertas formativas, soluções de resposta conjunta. Tendo sido esta uma primeira experiência que tentei com este centros, quero destacar a abertura que todos tiveram na partilha de experiências e dúvidas. Obrigado às equipas por este momento que, para mim, foi também de aprendizagem.

Por último, e como é hábito, a minha palavra de parabéns vai para cada um dos adultos que, nas sessões de júri, apresentaram as suas ideias, histórias de vida e partilharam aprendizagens. Os meus sinceros parabéns e votos de sucesso futuro.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Criar um Metodologia: Fundamentos.

Dos 5 fundamentos que defini para esta metodologia vou destacar três. 

a)  O processo de aprendizagem, assim como, do desenvolvimento de competências exige tempo. Esse tempo não é essência em si mas, fundamentalmente, um mecanismo de apropriação e consolidação de conceitos estruturantes.
b) Existe, no processo de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento de competências em contexto, uma necessária consolidação de capacidades de gestão da adaptação dos conhecimentos e saberes.
c) A comunicação e a informação surge como um instrumento integrado de Gestão do Conhecimento no processo de aprendizagem e de desenvolvimento de competências.


quinta-feira, 12 de março de 2009

Criar uma Metodologia: Introdução

Durante os últimos anos acompanhei inúmeras equipas que, nos Centros Novas Oportunidades, implementavam o processo de RVC. Fui registando ideias, conceitos, métodos de trabalho e agora, depois de quase 10 anos a pensar a questão da implementação do processo de RVC e da introdução das Competências em contexto escolar, vou, nos próximos 4/5 dias, explicar a base de uma metodologia de trabalho para a Educação e Formação de Adultos a que chamarei de "Connecting the Dots" (Ligar pontos). O que farei nestes 5 (estou a pensar serem 5) textos, será apresentar os fundamentos da metodologia. Assim, o primeiro está relacionado com os mapas conceptuais.

«Os mapas conceptuais decorrem naturalmente da teoria de aprendizagem de David Ausubel, psicólogo educacional da linha cognitivista/construtivista que destaca a aquisição de conceitos claros, estáveis e diferenciados como factor preponderante na aprendizagem subsequente."

 
Na minha formação académica fui obrigado a realizar uma cadeira de Psicologia Educacional e não sendo a minha formação de base nesta àrea mas sendo obrigatória para a formação para professor que segui e a que sempre espero estar ligado, na altura não considerei muito relevante o seu conteúdo. Lembro-me, por seu lado, de uma conversa no café, com o Prof. Carlos Barreiras, sobre estes mapas conceptuais que me despertaram a curiosidade. Foi agora, muitos anos mais tarde, ao encontrar um texto de Steve Jobs que algumas ideias fizeram sentido. A ideia de criar uma metodologia, de raiz, foi-me proposta por um aluno. Disse-me que seria interessante que as ideias que partilhava com eles sobre a forma como tentava organizar o conhecimento para partilhar com ele fosse sistematizada. Assim, o que vou fazer aqui é mesmo isso. Explicar a lógica do nascimento dessa metodologia, de onde vêm o conhecimento que a sustenta, onde fui buscar a experiência para a criar e como a organizo na prática. Foi esse aluno também que, quando lhe recomendei um vídeo, este, sobre a criatividade, me colocou nova questão de saber porque é que eu, enquanto seu professor, não fazia o que lhe estava a indicar. Por isso, aqui está. Nos próximos dias tentarei fazer nascer neste blog essa metodologia e explicarei o meu pensamento e lógica até à sua conclusão. Espero ter, ao longo desta viagem, companheiros desse lado, para comentários...

"Ensino Profissional, Referenciar o Passado e Perspectivar o Futuro"

A Associação Nacional de Ensino Profissional (ANESPO) promove, no dia 13 de Março, o Seminário Nacional "Ensino Profissional, Referenciar o Passado e Perspectivar o Futuro", que decorrerá no Auditório da Fundação Cidade de Lisboa, no Campo Grande, em Lisboa. Este seminário insere-se no âmbito das comemorações do 20 º aniversário do ensino profissional, correspondendo a uma das actividades protocoladas com a Agência Nacional para a Qualificação, I.P. 
Com esta iniciativa, a ANESPO pretende dar início a uma reflexão sobre o balanço da experiência destes últimos 20 anos e ainda sobre os desafios do futuro. De entre os convidados, destacam-se actuais e antigos governantes e representantes dos grupos parlamentares de diferentes partidos representados na Assembleia da República.
A sessão de abertura é às 10 horas e conta com as intervenções de Maria de Lurdes Rodrigues, Ministra da Educação, de Luís Capucha, Presidente da ANQ e, ainda, de José Luís Presa, Presidente da Direcção da ANESPO.
Às 11 horas, tem início o primeiro painel, intitulado "Referenciar o Passado: Os últimos 20 Anos", com intervenções de Eduardo Marçal Grilo, ex-Ministro da Educação e actual administrador da Fundação Gulbenkian, e de David Justino, também ex-Ministro da Educação e actual assessor do Presidente da República para as questões sociais.
No período da tarde, às 14h30, começa o segundo painel, designado "Perspectivar o Futuro do Ensino Profissional". Neste painel participam Paula Barros, do Grupo Parlamentar do Partido Socialista; Pedro Duarte, do Grupo Parlamentar do Partido Social-democrata; Miguel Tiago, do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português e, ainda, representantes dos grupos parlamentares do Partido Popular e do Bloco de Esquerda, a designar.
Às 17 horas, realiza-se a sessão de encerramento, proferida por Jorge Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação, e por de Manuel Pisco Lopes, Presidente da Assembleia Geral da ANESPO. 

Para mais informações e inscrições:

ANESPO - Associação Nacional de Ensino Profissional
Avenida 5 de Outubro, 176 - 1º Esq.
1050 - 063 Lisboa
Telf.: 217 818 320

terça-feira, 10 de março de 2009

Competências: 4 ideias

«1- Competência é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação. Portanto, para constatá-la, há que considerar também os conhecimentos e valores que estão na pessoa e nem sempre podem ser observados.

2- Competências e capacidades pertencem à mesma família. A diferença entre elas é determinada pelo contexto. Uma capacidade, num determinado contexto, pode ser uma competência, por envolver outras sub-capacidades mais específicas. Por exemplo: a competência de resolução de problemas envolve diferentes capacidades — entre elas a de buscar e processar informação. Mas a capacidade de processar informações, em si, envolve capacidades mais específicas, como leitura de gráficos, cálculos etc. Logo, dependendo do contexto em que está sendo considerada, a competência pode ser uma capacidade. Ou vice-versa.

3- Para ser competentes, precisamos dominar conhecimentos. Mas também devemos saber mobilizá-los e aplicá-los de modo pertinente à situação. Tal decisão significa vontade, escolha e, portanto, valores. E essa é a dimensão ética da competência. Que também se aprende, que também é aprendida.

4- A capacidade de tomar decisões e a experiência estão estreitamente relacionadas na operação de uma competência. Tomar uma decisão, muitas vezes, implica certo grau de improvisação, mas uma improvisação orientada pela experiência. Não é por outro motivo que um piloto treina centenas de horas de voo antes de ser considerado apto a comandar um Boeing. É essa experiência que dá ao piloto condições de tomar uma decisão pertinente.

Em resumo: a competência só pode ser constituída na prática. Não é só o saber, mas o saber fazer. Aprende-se fazendo, numa situação que requeira esse fazer determinado. Esse princípio é crucial para a educação. Se quisermos desenvolver competências nos nossos alunos, teremos de ir além do ensino para memorização de conceitos abstratos e fora de contexto. É preciso que eles aprendam para que serve o conhecimento, quando e como aplicá-lo. Isso é competência.»
Fonte: Competências: Ainda!

A razões do que fazemos e como fazer melhor?

Uma visão global das Competências



«Recentemente temos percebido três grandes tendências explicitas no mercado de trabalho e que se refletem na educação. A primeira se refere ao uso cada vez maior das tecnologias da informação e da comunicação, sobretudo a Internet. A facilidade na busca de informação e a interactividade que esse meio oferece tem ampliado o seu uso nas instituições de ensino. A segunda tendência é a modificação do comportamento dos indivíduos, sua relação com o mundo e com sua vida social. Palavras como colaboração, cooperação, autonomia, têm sido constantemente utilizadas nos discursos educacionais e profissionais apontando para uma mudança de actitude. A necessidade de manter-se sempre actualizado fez da busca de informação e do aprendizado constante uma realidade. A terceira e última tendência observada é o requerimento, pelo mercado de trabalho num mundo globalizado, de profissionais com novas competências e habilidades. Flexibilidade, disposição para mudanças, tomada de decisão, são hoje apontadas como competências essenciais ao exercício pleno da cidadania.»
Fonte: aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

O Plano de Intervenção Individual: Documento(s)

Na sequência da apresentação criada para procurar operacionalizar a Orientação para a Validação de Aprendizagens Formais, criámos dois documentos de apoio e suporte ao registo das validações a realizar na reunião formal por parte das equipas. Os documentos apresentados servem como registo final e fundamentação das decisões tomadas. Assim, partilhamos o Plano e Intervenção Individual para o RVCC Básico e Plano de Intervenção Individual para o RVCC Secundário. Ambos os documentos estão disponíveis para download e podem/devem ser melhorados, adequados e adaptados.

Destaco a ideia que, apesar da existência destes planos e de outros instrumentos, o fundamental é o contacto com o adulto e a articulação entre a História de Vida e as Competências adquiridas. Assim, a formalização da validação ou não, deve ser um momento e não uma essência em si mesma destacando as estratégias de articulação das áreas de competência-chave pelos formadores e do trabalho em contexto com o adulto pelos/as profissionais.

Aviso: Que não se esqueça o processo de RVC

Penso que é o momento de fazer esta reflexão e publicar uma posição que tenho tido publicamente e que penso ser útil esclarecer. Tenho assistido, nos últimos anos mas principalmente no final do ano passado e início do presente, a um fenómeno que achei curioso inicialmente e começo a achar preocupante neste momento. Durante muitos anos ouvia falar, aos adultos e às equipas, no processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC). Hoje, este conceito foi substituído por outro… As Novas Oportunidades. O que se ouve é algo como: “Eu vim para as Novas Oportunidades.” ou “ Estou a completar o 9.º ano pelas Novas Oportunidades.”. Não nego a importância de uma “imagem de marca”. Não nego também que foi, devido a um estratégico uso da publicidade e marketing que a Iniciativa Novas Oportunidades teve/tem o sucesso que actualmente se verifica. Mas não posso deixar de alertar que, em alguns casos, o conceito essencial em que esta iniciativa assenta se está a perder. Isto é, a essência do processo de RVC, assente numa metodologia de Balanço de Competências está na base dos percursos de qualificação que os Centros Novas Oportunidades oferecem aos adultos e não qualquer outra coisa que, entre orientações técnicas, metas, desvios metodológicos introduzidos pela organização demasiado formal do processo e outras influências que tais tendem a deformar de tal forma a lógica essencial do processo que os próprios adultos deixam de falar de Reconhecimento de Competências e passam a falar em Certificação e Novas Oportunidades. Temos que, enquanto profissionais de rigor e da Educação, pensar prospectivamente e começar a procurar usar conceitos para o futuro como a ideia da Aprendizagem ao Longo da Vida e das Competências como “Saberes em Acção”. É por isso que, quando digo que é preciso pensar sempre “fora” do conceito “Novas Oportunidades”, falo nesta capacidade que podemos ter, equipas, tutela e avaliadores de efectivamente não fixar a qualificação/certificação adquirida num projecto/iniciativa que é determinado por um momento social e/ou político e desenharmos um projecto que teve este ponto de partida mas que terá o seu futuro numa estratégia sustentada de resposta no âmbito da Aprendizagem ao Longo da Vida como mecanismo continuo e continuado de valorização das aprendizagens e da educação/formação de adultos em Portugal. Fica uma reflexão em jeito de aviso…

domingo, 8 de março de 2009

Operacionalizar a Orientação sobre Aprendizagens Formais

Tenho acompanhado as várias equipas dos Centros Novas Oportunidades com que trabalho na implementação da Orientação sobre Aprendizagens Formais. Tenho encontrado equipas que desejam realizar um trabalho sério e adequado ao contexto de implementação da validação destas aprendizagens formais no âmbito do processo RVC. Deixo uma apresentação que pode ajudar na operacionalização e organização do trabalho. Em breve publicarei um modelo de Plano de Intervenção Individual.



sábado, 7 de março de 2009

Júris, Sessão de trabalho, Encontros, etc...

O processo de reconhecimento de competências assenta no princípio das competências vistas como “saberes em acção”. Esta visão leva a que, o processo de construção de um portefólio assente na reflexão sobre a forma como o conhecimento se transforma em saber-fazer, assim como, a reflexão em torno da mobilização de novas competências pode melhorar esse mesmo saber-fazer nos diferentes contextos de actuação do adulto.

Fiz, uma visita, ao Agrupamento de Escolas de Maceira, no âmbito de um convite que a Dra. Isabel Santos, formadora de CLC e LC me colocou, para ir conhecer os formandos do curso EFA Básico. Encontrei, como já esperava, um conjunto de pessoas dedicada, interessada e acima de tudo, para quem a aprendizagem se mostrou como algo de muito importante e relevante na sua vida. Foi com agrado que soube que estão a preparar actividades integradas na comemoração do 25 de Abril e que, no âmbito do Plano Nacional de Leitura, irão visitar as turmas de CEF e outras, lendo textos seleccionados. Parabéns pelo trabalho realizado e pelo dinamismo!

Estive também no Encontro EFA- NS, promovido pelo Centro Novas Oportunidades da Gafanha da Nazaré. Tenho que destacar o dinamismo da Dra. Isabel Campos que coordena uma equipa excepcional e que realizaram um dos melhores encontros sobre Cursos EFA e RVCC em que estive presente. Quer pelas ideias partilhadas, quer pela informalidade do debate, quer pela inovação e reflexão em torno de práticas e partilha de recursos de apoio. Parabéns pela organização e pelo trabalho realizado.

Estive também, num primeiro encontro com a equipa do Centro Novas Oportunidades da Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Pombal. Foi uma primeira reunião para conhecer a equipa e trocar ideias sobre a metodologia de trabalho. Tenho, neste campo, uma atitude sempre prudente, uma vez que, considero fundamental, na função de avaliador externo e quando este trabalha com mais do que um CNO numa mesma região, que dar a conhecer e eticamente cumprir princípios de auto-regulação da sua própria actividade. Uma vez que colaboro há alguns anos com outro CNO na mesma região devo ter em conta que um e outro conhecem a minha actividade. Por outro lado, encontrei uma equipa jovem e que me pareceu estar à procura de um apoio para melhoria do processo e um centro com muito boas condições logísticas e de organização. Espero poder ajudar e em breve conhecer mais da actividade desenvolvida.

Fui ainda, visitar a Dra. Patrícia Amado por me encontrar em Pombal ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Pombal. Encontrei um conjunto de adultas que preparavam a sua apresentação para a sessão de júri. É sempre muito interessante para mim estas visitas, mesmo que por um tempo curto, como o foi, para conhecer as dinâmicas do processo.

E mais um júri no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Como falei já deste CNO em textos anteriores vou partilhar uma reflexão de uma adulta em sessão de júri. Dizia ela que, ao contactar o médico por causa de uma doença do seu filho, soube explicar a causa de uma doença, assim como, as suas consequências porque, para o processo de RVCC tinha elaborado uma pesquisa orientada integrada no seu PRA. Dizia a adulta que, pela primeira vez se tinha sentido capaz e importante por saber estar à altura daquela conversa. São estes pequenos registos que demonstram que um processo tem qualidade quando é feito com rigor, reconhecimento e dedicação.

Estive também presente numa sessão de trabalho com a equipa do Centro Novas Oportunidades da Mealhada. Estes momentos de reflexão conjuntos com as equipas são fundamentais para entender e poder transferir entre entidades algumas boas práticas, assim como, registar algumas das dificuldades no terreno que as equipas vão tendo ao longo do tempo de acordo com as orientações, práticas e implementação do processo de RVCC. Destaco, desta sessão de trabalho, a dedicação que esta equipa sempre demonstrou para procurar realizar um trabalho de excelência, reformulando práticas e estratégias e melhorando as metodologias de trabalho. Parabéns pela capacidade de inovação e (re)construção sempre tendo em vista a melhoria contínua do processo.

Outra sessão de trabalho levou-me ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária Marques Castilho. O assunto de debate estava relacionado com a orientação técnica para o reconhecimento das aprendizagens formais. Tenho sempre uma posição que procura ser clara em relação à função do Avaliador Externo. A minha função não é de orientar as práticas dos Centros Novas Oportunidades. É de assegurar que o que se encontra a ser promovido pela ANQ como entidade tutelar e as práticas são similares e adequadas. O trabalho realizado por esta equipa em torno da orientação resulta da leitura que alguns centros fizeram e que precisa ser desmistificada. A validação de aprendizagens formais não pode, num contexto de RVC, ser imediata nem directa. Penso que a equipa, após reflexão, encontrou um caminho de trabalho e seguirá com o objectivo de realizar um trabalho, como o vinha a fazer, de rigor, qualidade e adequação.

Por último, uma sessão de júri levou-me ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Anadia. Tenho que destacar a evolução muito positiva nas práticas de organização do processo de RVC que verifiquei neste centro. Sendo um centro recente tem demonstrado uma atitude, práticas e metodologias de trabalho com os adultos e em função do reconhecimento de competências muito positivo. O trabalho apresentado pelas cinco adultas presentes a júri foi muito original e muito bem integrado nas histórias de vida apresentadas. Fica o meu reconhecimento pessoal e profissional pelo trabalho dedicado de uma equipa com uma boa apropriação do processo. Parabéns também às adultas que terminaram o seu processo de equivalência ao nível básico (9.º ano) pelas excelentes apresentações realizadas naquele dia.

Encontro EFA - NS: Gafanha da Nazaré - Resultados

O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré realizou, no passado dia 4 de Março, um encontro EFA – NS. Destaco a qualidade que este momento teve assim como o debate que se realizou e a interacção entre os participantes na discussão efectiva de questões fundamentais para a melhoria dos processos e percursos de formação/qualificação para formandos e adultos.

Tenho que destacar aqui o trabalho realizado pelo Dr. João Henriques e Dra. Helena Silva, Profissionais de RVCC que realizam duas excelentes apresentações e um trabalho de construção de um documento de trabalho fundamental para quem se dedica à intervenção de reconhecimento de competências com base no referencial de competências-chave.

Apresentação do Dr. João Henriques: O Referencial de Competências-Chave (NS)



Apresentação da Dra. Helena Silva: Transversalidade das Áreas de Competência-Chave (NS)



Documento de trabalho:

Transversalidade Das ACC V2

Por último, uma palavra para o Dr. Paulo Antunes (Escola Maximinos de Braga) e Dra. Sara Faria (Escola Secundária/3 de Barcelinhos) pela excelente partilha de experiências e documentação de apoio para os cursos de Educação e Formação de Adultos.

CNO Destaque Mês de Março: Agrupamento de Escolas de Maceira

Durante o mês de Março estará em destaque neste blog o Centro Novas Oportunidades do Agrupamento de Escolas de Maceira. Tenho acompanhado o trabalho realizado pela equipa técnico-pedagógica deste centro e a sua procura de realizar um trabalho de qualidade e adequação ao contexto social de intervenção. Tenho também visitado o centro no âmbito do desenvolvimento de algumas actividades realizadas pelos formandos do Curso de Educação e Formação de Adultos e que se revelam como experiências muito positivas e integradoras para a qualificação de cada um dos adultos que procuram esta escola como resposta aos seus objectivos pessoais e profissionais.