segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Aprendizagem Contínua


«Se eu tivesse de reduzir toda a psicologia educacional a um único princípio, diria isto: o factor singular mais importante que influencia a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Descubra o que ele sabe e baseie nisso os seus ensinamentos.» David Ausubel
Fonte: Aqui.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Formação Complementar: Planificar

Uma das principais necessidades que tenho detectado como fonte de dúvidas junto das equipas tem sido como planificar ou estruturar a formação complementar em contexto de processo de RVC. Deixo uma apresentação e um documento que podem ajudar a estruturar essa intervenção, muitas vezes realizado de forma informal e pouco estruturada em função de objectivos concretos e definidos para uma valorização do processo de RVC.

A Metodologia/Estratégia:



Um Modelo de Registo:

Plano Individual de Formação Complementar

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Júris, processos e reconhecimento.

Uma das mais importantes conquistas dos Centros Novas Oportunidades é a sua mobilização dos adultos para um “regresso à escola” que pode ser, do ponto de vista pessoal, um efectivo regresso a um processo de educação e formação que se retoma para um futuro onde a aprendizagem ao longo da vida passe a ser uma constante. Para isso é preciso que cada equipa tenha consciência da mudança que gerou nos adultos que pelas suas mãos vão passando.

Fui convidado para estar presente como Avaliador Externo na primeira sessão de júri do Centro Novas Oportunidades do Agrupamento de Escolas de Maceira. É para mim sempre muito curioso assistir a este momento numa equipa recente e dedicada como a que encontrei em Maceira. Por um lado é um primeiro momento de análise do trabalho realizado. Por outro, resulta de vários meses de articulação, construção de uma equipa de trabalho e de trabalho efectivo dos adultos, profissionais e formadores. Deixo os meus sinceros parabéns aos adultos que terminaram o processo de nível básico e votos que a equipa encontre nesta primeira sessão de júri um momento de reflexão para consolidação de boas práticas e de melhoria de alguns pontos a desenvolver.

Estive também presente numa sessão de Júri no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária Fernando Namora, em Condeixa. Quatro adultos apresentaram-se a júri para validação do nível secundário. Tenho que destacar o trabalho e o cuidado de preparação dos PRA, assim como, da própria sessão de júri que as profissionais deste centro desenvolveram. É sem dúvida um trabalho de rigor e de reconhecimento que é desenvolvido por este centro. Devo destacar o conjunto de apresentações com temáticas muito interessantes que se revelaram um momento de aprendizagem entre todos os presentes. Parabéns a cada um dos adultos e à equipa pelo trabalho realizado.

Regressei ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Já tenho falado muitas vezes deste centro destacando vários factores positivos. Quero hoje deixar uma palavra para os formadores. Tenho tido, nos últimos júris, o privilégio de acompanhar a equipa em momentos mais informais, quer com os adultos, quer apenas com a equipa. Quero destacar a forma como os formadores conseguem estabelecer uma boa relação com os adultos no percurso da sua intervenção. Por tal facto, os meus sinceros parabéns a todos e votos que essa relação humana e profissional com os adultos nunca se venha a perder. Penso que o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré pode evoluir no sentido de criar estratégias de inovação para o processo, pois, a sua capacidade de intervenção está consolidado e sustentada nos princípios de rigor, transparência e reconhecimento. Parabéns aos adultos que terminaram, nesse dia, o seu processo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Uma visita a fazer...

Vale a pena a visita à exposição sobre Darwin presente na Fundação Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, assim como, do site de apoio à mesma que pode ser visitado aqui.



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sessões de Desenho de Percurso e Orient(acção)

A orientação sobre a validação de aprendizagens formais destaca duas coisas a ter em conta e que podem não ser muito claras numa primeira leitura.

1. Que existem diferentes públicos e como tal, diferentes percursos e abordagem ao processo de RVCC, respeitando os vários tipos de aprendizagem, assim como, as competências do adulto. Esta é uma nota positiva a destacar. Se por um lado, muitas vezes se refere a uniformidade dos processos como modelo de rigor (que não o é), também muitas vezes se esquece que os adultos têm, de facto, condições de acesso diferente e devem “receber” do Centro Novas Oportunidades, orientações diversificadas em função das aprendizagens de base.

2. Que deve existir um momento formal de “validação” pela equipa. Aquilo a que chamarei “sessões de desenho de percurso e orient(acção).” Estas sessões formais, que esta orientação exige e destaca, serve para a equipa (profissionais e formadores), mediante as condições comprovadas de acesso, desenhar um percurso e estratégias/metodologias à medida de cada situação (e conformidade com a aprendizagem formal, não formal e informal analisada a cada um dos adultos). É fundamental que esta sessão tenha como objectivos a diferenciação de percursos de trabalho em processo de RVC, assim como, de metodologias e abordagens a realizar. No fundo, criar orient(acções) para a equipa abordar o processo com o adulto em função dos seus adquiridos. Esta visão potencia o trabalho orientado em função das condições de entrada do adulto no processo, assim como, dos seus objectivos para este, tal como os seus objectivos para o futuro. 

É fundamental que se olhe para a orientação para a validação de aprendizagens formais como uma forma, para alguns casos, de alguns adultos, verem valorizado a aprendizagem formal que realizaram. É, no entanto, necessária essa reflexão, prudência e articulação no desenho dos percursos para e com os adultos pela equipa, não caindo numa potencial gestão administrativa do processo e implementando com rigor as metodologias de RVC caso a caso em função desse “desenho de percurso” pessoal.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A questão da Qualidade.

Existe no discurso em torno da questão da Iniciativa Novas Oportunidades uma palavra de flutua em quase todos os momentos: Qualidade.

«Um personagem de Moby Dick, a magnífica obra-prima de Herman Melville, diz com orgulho: "Não me agradam os trabalhos que não sejam bem-acabados, limpos, precisos, como devem ser; algo que comece regularmente do princípio, que ao meio esteja na metade e, no fim, esteja concluído". Essa é a definição mais lúcida do conceito de qualidade.

Para manter uma alta qualidade, é necessária a acção conjunta de muitos factores. É requerida a criatividade, que, por sua vez, é uma síntese mágica da imaginação para produzir ideias e da força de realizá-las. É preciso ter uma dimensão global para ser reconhecido no mundo todo, sem abrir mão de conservar a dimensão local. É necessário unir a ética com a estética para dar alegria e segurança. Exige uma boa relação com o tempo para evocar o passado e antecipar o futuro. Enfim, para conseguir que os produtos de nosso trabalho e a experiência de nossa vida sejam "de qualidade" é necessário ter a coragem de nos renovar continuamente. Como disse Gilberto Freyre: "Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro, nem nas ideias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental". Fonte: Aqui.

Ao acompanhar vários Centros Novas Oportunidades tenho tido a sorte de encontrar equipas que não falam de qualidade. Não falam porque a praticam. Penso, que na maioria dos casos, este discurso não era necessário. O dicurso necessário passa agora pela exigência, rigor e principalmente pelo reconhecimento. Abordarei estes 3 conceitos num texto próprio, em breve. Como desafio fica a imagem que acompanha este texto e que ilustra o que desejo explicar.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Emprego: Informação Organizada

A visita ao site da Iniciativa Emprego 2009 vale, principalmente, pela organização da informação. Uma ajuda em tempos em que a informação é necessária neste campo.



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A nova Orientação: Análise de Risco...

Ao consultar o documento «Orientação técnica para os Centros Novas Oportunidades: validação de aprendizagens formais» devo dizer que a minha primeira abordagem foi de alguma dúvida. Vou, como sempre o faço, nos próximos tempos observar com atenção como, no terreno serão acolhidas e principalmente, implementadas, algumas ideias desta orientação. E vou deixar aqui as minhas dúvidas com base no texto.

1. Cito:
«Torna-se, de facto, indispensável clarificar junto da rede de Centros Novas Oportunidades quais as estratégias que permitam, em articulação com as metodologias definidas para os processos de RVCC, valorizar de forma adequada os percursos formais de aprendizagem já concluídos com aproveitamento

Reflexão: Embora não tendo nada contra esta diferenciação, por exemplo, para quem tem apenas uma ou duas disciplinas do 9.º ano por fazer e não tem qualquer disciplina do Ensino Básico, parece-me que carece de alguma clarificação que a actuação em contexto prático do "terreno" vai trazer. Penso que estamos perante um processo de RVCC. E ou o pensamos na sua essência como tal ou teremos alguma dificuldade prática nesta articulação entre dois sistemas que na sua essência são distintos.

2. Cito:
«Após a recolha e análise de toda a documentação, deve ser realizada uma reunião da equipa técnico-pedagógica onde serão discutidos os casos nestas situações e cujo principal objectivo é validar as Unidades de Competência /Competências que foram efectivamente adquiridas por via das aprendizagens formais realizadas com aproveitamento desde que devidamente comprovadas no âmbito do processo de RVCC através da apresentação de certificados.»

Reflexão: O processo de RVCC tem por base uma abordagem interdependente e interligada dos saberes: Formais, Não-Formais e Informais. E tem na sua essência uma mais-valia de auto-valorização e consciencialização da importância dos princípios base da Aprendizagem ao Longo da Vida. Temo que esta reunião possa tornar-se demasiado centrada em análise técnicas e burocráticas e pouco virada para um trabalho contínuo e continuado para essa mesma abordagem auto-reflexiva. Penso que é fundamental o reforço da perspectiva apontada no mesmo documento com essência na criação do «planeamento individual da continuação dos processos de RVCC orientado face às validações realizadas, de duração variável, e em função do percurso formal de aprendizagem que cada candidato possui, garantindo de qualquer modo todos os pressupostos metodológicos contidos nos documentos orientadores produzidos pela ANQ e demais legislação enquadradora.» Se esta estratégia for bem aplicada e de forma sólida é possível manter a qualidade do processo em si mesmo, assim como a sua essência. Se não, temo que seja apenas uma formalidade.

Numa análise teórica são estes os pontos de reflexão que terei em conta na análise que farei em contexto. Espero que o trabalho a realizar pelas equipas tenha em conta a efectiva promoção desta orientação tendo como base os princípios de essência do processo de RVCC, mais do que, uma visão técnica de "equivalência" entre dois sistemas.

Sobre o emprego: Uma mensagem em Júri

Numa sessão de júri no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Anadia, a Elisabete, adulta que completava o processo de RVCC de nível Básico deixou um alerta que partilho aqui com todos os leitores deste blog. Falava ela como se estivesse a argumentar para os Empresários em Portugal sobre a qualificação e a experiência como factores de valorização no momento da contratação. Vale a pena consultar a apresentação final. Parabéns à Elisabete pelo alerta que nos deixou.

Juri Elisabete

Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego

«Agência Nacional para a Qualificação, em parceria com a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, vai participar, de 12 a 15 de Fevereiro, na Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego que terá lugar na Exponor, em Matosinhos.
A Qualific@ é um evento dedicado às áreas da educação, formação, juventude e emprego, que, este ano, se associa às comemorações do ano europeu da criatividade e inovação, elegendo como tema central "A criatividade e inovação através da educação e cultura".
A Agência Nacional para a Qualificação (ANQ), em articulação com a DGIDC, ocupará um stand próprio, no qual serão asseguradas mostras/actuações diárias da responsabilidade de escolas e de outras entidades formadoras, bem como uma área reservada à informação sobre os percursos educativos e formativos, para jovens e adultos, integrados na Iniciativa Novas Oportunidades.
De entre as actividades, da responsabilidade da ANQ, asseguradas neste stand, destacam-se a realização de concertos, demonstrações de robótica, simulação de gabinetes de estética e de um salão de cabeleireiro, desfiles de moda de calçado e vestuário, rastreios de visão, análises laboratoriais, apresentação de processos de tratamento e qualidade das águas, uma degustação e a simulação de sessões de acolhimento num Centro Novas Oportunidades.
A ANQ vai promove ainda, no dia 14 de Fevereiro, um seminário intitulado "Novas Oportunidades nas empresas: a inserção de jovens qualificados".
Este evento, de entrada livre, trará a público a visão de jovens diplomados de cursos profissionalizantes, de representantes de empresas e de professores e formadores destas modalidades. Em dois painéis distintos será discutido como é que a formação pode conduzir à profissão e como pode a profissão beneficiar com a formação.
Para além das mostras da responsabilidade da ANQ, o stand inclui outras animações nos domínios das ciências experimentais, das tecnologias, das artes, bem como actividades de desperto escolar, entre outras, da responsabilidade da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, e ainda um espaço reservado às TIC em educação, intitulado "e-escolinha", composto por uma sala apetrechada com computadores Magalhães e quatros interactivos.
Destaca-se ainda o seminário intitulado "Criatividade e inovação na educação na Educação em Ciências, organizada pela DGIDC, no dia 14, pelas 10h00.»
Fonte: ANQ

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A poesia na Formação: Curso EFA

A Dra. Isabel Santos, professora do Agrupamento de Escolas de Maceira, num curso EFA de Nível Básico, para a área de Linguagem e Comunicação desenvolveu um conjunto de actividades com os formandos com vista a potenciar um trabalho estruturante no domínio da Língua. O resultado desse trabalho e da dedicação dos formandos foi a apresentação que partilho aqui. Aos formandos, os meus sinceros parabéns pelo trabalho realizado e pela qualidade do mesmo. Votos sinceros de sucesso para o trabalho de qualidade que está a ser desenvolvido.

Poesia Efa
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A publicação destes trabalhos tem a autorização dos formandos.


sábado, 7 de fevereiro de 2009

Júris, visitas e aprendizagem

A realidade social e profissional de Portugal levou a que o conceito de qualificação ou de aprendizagem ao longo da vida fosse, para muita gente, uma realidade e prática distante. É neste contexto que os Centros Novas Oportunidades actuam. Num contexto de baixa escolaridade e baixas qualificações. É neste contexto que se implementam processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, agora, numa visão de projecto de massas. Este é um desafio para as equipas e principalmente para aqueles que se inscrevem com o objectivo de completar um percurso.

Estive presente no primeiro júri do Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Anadia. A primeira sessão de júri é sempre um momento de aprendizagem para as equipas. Acima de tudo é o culminar de uma primeira abordagem ao processo de RVC e um momento de potencial consolidação de práticas. Tenho a destacar o facto de, sendo um centro recente, o trabalho realizado ser de uma boa qualidade e acima de tudo estruturado no objectivo de credibilizar o processo de RVC, assim como, valorizar o trabalho, conhecimentos e competências dos adultos. Quero também destacar as apresentações realizadas pelos candidatos que se transformaram num momento de aprendizagem entre todos. Em breve farei destaque de uma dessas apresentações pelo seu conteúdo.

Fui, também, ao Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré para participar numa sessão de júri. Por convite, estiveram a assistir, elementos da equipa do Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Mealhada e da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos. Tenho destacado várias vezes a qualidade do trabalho realizado por esta equipa. Reitero esse registo mas quero ainda deixar um reforço. O trabalho de recuperação, reconstrução e adequação do processo de RVC, com destaque para o nível secundário, que esta equipa consegue fazer é só possível pela articulação de todos os elementos, pelo profissionalismo e pela dedicação que têm ao seu trabalho. Fazer um processo de Reconhecimento, Validação de Certificação de Competências com um público-alvo que, pelo contexto social, profissional, económico e educativo/formativo não facilita a evidência das competências de acordo (ou em conformidade) com o referencial de competência existente é muito mais difícil do que em outros contexto geográficos ou sociais. E é essa dificuldade que eleva o mérito desta equipa, que, como seres humanos e como profissionais consegue diariamente conquistas para a mudança em cada um dos adultos que potencialmente podem mudar alguma coisa. Para eles deixo esta música como reconhecimento do que fazem com a vida de tantos adultos valorizando-a e reconquistando tantos candidatos para um percurso de efectiva qualificação.




A todos os adultos que terminaram um percurso de qualificação nestes júris a minha palavra de profundo agradecimento pelo que aprendi nestes dias e os sinceros parabéns por esta certificação.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Competências e Transferência(s).

«A promoção destas competências gerais e transferíveis que tornam o sujeito competente emergem das relações significativas que os sujeitos estabelecem com os contextos de vida ao longo do desenvolvimento, havendo contextos que proporcionam e viabilizam essas possibilidades e outros que os inviabilizam, reproduzindo a cultura dominante do ghetto e perpetuando as desigualdades de oportunidades. Ora, a escola é um dos contextos onde o sujeito passa longo tempo da sua vida, o que não significa, à partida, que seja um contexto desafiante e de qualidade que promova o desenvolvimento do sujeito competente para os confrontos da sua existência, nomeadamente quando faz apelo, nos seus processos de aprendizagem, à repetição, ao enciclopedismo liceal, à recepção passiva dos saberes, ao conformismo, à competição desenfreada dos resultados acentuando as desigualdades de oportunidades. Só um projecto formativo que valorize a participação activa dos formandos, orientada para a criatividade, para a cooperação solidária, para a experimentação na abertura ao espírito de pesquisa e às novas tecnologias, para o desenvolvimento de projectos e actividades participadas na abertura à comunidade poderá oferecer oportunidades de aprendizagem de saberes que sejam significativos e estruturadores que promovam competências gerais e transferíveis. Estas são as competências menos efémeras e mais adequadas a um contexto social e político cada vez mais turbulento que faz exigências a vários processos de reactualização e de reinvenção. Os mais equipados são os que garantirão o seu emprego, porque são competentes para o recriar e o transformar.»
Fonte: Desenvolvimento vocacional e promoção de competências.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Um recurso para Informação/Reflexão

Foi apresentado hoje um site sobre a Guerra Colonial. É um excelente recurso para reflexão e trabalho colectivo.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

E ainda sobre as equipas...

«O processo de RVCC exige profissionais muito competentes e estes elementos têm ainda de motivar, orientar e potenciar a mudança, a demonstração de competências, o conhecimento e a reflexibilidade dos adultos. Estas exigências fazem com que nem todos os técnicos sociais tenham o perfil de profissionais de RVC e nem todos os professores ou formadores tenham o perfil de formadores de RVC;
- Para que a motivação da equipa se mantenha têm de se cumprir as condições previstas contratualmente com os seus elementos;
- É muito importante o combate à rotatividade dos elementos, principalmente dos que contactam directamente com os adultos – profissionais e formadores – este é um ponto fundamental para que se garanta uma boa dinâmica na construção do portefólio;
- As equipas têm de ser coesas – têm de ter uma cultura, uma identidade e acima de tudo uma dinâmica própria.»
Fonte: A Construção dos Portefólios: Dinâmicas, Interacções e Soluções - Filomena Sousa

Sobre a Avaliação Externa

A Equipa e a Cooperação

Estive presente no I Encontro de Centros Novas Oportunidades do Oeste onde o Dr. Manuel Louro (DRELVT) fez uma excelente apresentação sobre as relações a estabelecer e a articulação entre os elementos das equipas RVCC e EFA. Fica a apresentação realizada para partilha.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Criatividade e Inovação

«O Ano Europeu da Criatividade e da Inovação 2009 decorrerá sob a divisa “Imaginar – Criar – Inovar”.

O objectivo deste Ano Europeu é promover abordagens criativas e inovadoras em diferentes sectores da actividade humana e preparar melhor a União Europeia para os desafios do mundo globalizado.
Neste sentido, o Ano Europeu da Criatividade e da Inovação (AECI) tem como objectivo sensibilizar os cidadãos para a importância da criatividade e da inovação enquanto competências-chave do desenvolvimento pessoal, social e económico. Através desta iniciativa, a União Europeia procura moldar o futuro da Europa no contexto da globalização, promovendo o potencial criativo e inovador dos cidadãos.
A UE adoptará um conjunto de medidas sublinhando as questões mais importantes para estimular o debate político sobre a melhor forma de explorar o potencial criativo e inovador da Europa. Tal como nos Anos Europeus anteriores, essas medidas incluirão a realização de campanhas de promoção, eventos e iniciativas aos níveis europeu, nacional, regional e local.
Pode visitar o sítio Web dedicado ao Ano Europeu que apresentará notícias, eventos e actividades regularmente actualizados ao longo do ano, mensagens políticas, relatórios sobre os resultados das actividades e páginas separadas para os parceiros do Ano Europeu, bem como uma secção especial dedicada a actividades realizadas nos Estados-Membros.»
Fonte: IGFSE

Para consultar o site português e o calendário de eventos clique aqui.

CNO Destaque Mês de Fevereiro: Escola Secundária da Anadia

Durante o mês de Fevereiro de 2009 estará em destaque neste blog o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Anadia. Visitei já algumas vezes este centro e reuni com a equipa. Em breve irão realizar a sua primeira sessão de júri. Uma das coisas que se destaca deste o primeiro momento nesta equipa é o desejo de ter um conjunto de objectivos e metas de qualidade bem definidas que servem de rumo ao trabalho com o adultos. Desejo que essa linha de rumo se mantenha por muito tempo e que os resultados desejados sejam atingidos. Votos de sucesso e bom trabalho para toda a equipa!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Guia: RVCC Profissional

«Os processos de RVCC profissional são desenvolvidos nos Centros Novas Oportunidades e constituem uma dimensão de intervenção prioritariamente dirigida a cidadãos com 18 ou mais anos de idade, empregados e desempregados. Permitem, quer a certificação das competências profissionais adquiridas em contextos não formais e informais, quer ainda a identificação de necessidades de formação para a aquisição de novas competências, num quadro de aprendizagem ao longo da vida. Como estabelecido na Portaria nº 370/2008, de 21 de Maio, um candidato que se inscreva num Centros Novas Oportunidades deve passar por um processo de acolhimento, diagnóstico e encaminhamento, sendo que, entre as várias alternativas possíveis, este encaminhamento pode ser feito também para um processo de RVCC profissional. Em termos metodológicos, os processos de RVCC profissional estruturam-se em três grandes etapas que, nos seus contornos e objectivos genéricos, coincidem com as etapas do RVCC escolar: reconhecimento de competências, validação de competências e certificação de competências.»