quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Nova campanha publicitária...

Vale a pena ouvir alguns destes testemunhos para ter uma ideia do que é o processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Convite Geral à Apresentação de Propostas para 2009


«A Direcção-Geral de Educação e Cultura da Comissão Europeia e a Agência Nacional PROALV anunciam a publicação do Convite Geral à Apresentação de Propostas para 2009, no âmbito do Pograma Aprendizagem ao Longo da Vida (Jornal Oficial da União Europeia, Série C 255/7 de 08/10/2008).

O convite em apreço está disponível em várias línguas oficiais, e pode ser extraído do Website da Agência Nacional PROALV (secção "Downloads"), bem como do próprio website da Comissão Europeia

Info: SOCLEO

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Um CNO numa empresa: O Exemplo da MARTIFER

Abro aqui uma excepção de não referir Centros Novas Oportunidades com que não colaboro. Mas não posso deixar de colocar em destaque uma ideia e um projecto que considero ser muito válido. Os CNO no contexto das grandes empresas. Como conheço o trabalho pessoal e profissional da coordenação deste CNO destaco pela positiva a iniciativa.


«O Grupo Martifer já tem um Centro Novas Oportunidades (CNO). A empresa assinou, recentemente, o protocolo para a criação do CNO Martifer Inovação e Gestão e com isto mais uma vez, a Martifer está na linha da frente ao integrar o núcleo reduzido, das três entidades privadas, que nesta fase de candidatura conquistaram um CNO. O Centro está a funcionar no Edifício da Martifer Inovação e Gestão, na Zona Industrial de Oliveira de Frades.

Para a empresa este CNO “é uma excelente oportunidade para promover a redução do défice de qualificação de alguns colaboradores, sobretudo de algumas unidades industriais do Grupo e simultaneamente contribuir para o incremento de qualificação e certificação da população activa e inactiva, sobretudo aquela com dificuldade de inserção no mercado de trabalho da região”. Como referiu Carlos Martins, presidente do grupo Martifer, na assinatura do protocolo entre a Martifer, o IEFP e a Agência Nacional para a Qualificação - evento que contou com a presença do Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional - “a Martifer é actualmente uma das empresas com maior índice de crescimento e empregabilidade do país, com um universo de mais de 2600 trabalhadores a empresa admite em média três funcionários”»
Fonte: Jornal Beira Vouga


O RVCC e a Língua Portuguesa...

«Nos termos da Lei da Nacionalidade o Governo concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, aos estrangeiros que, entre outros requisitos, demonstrem conhecer suficientemente a língua portuguesa. O Ministério da Educação assume a responsabilidade pela aferição do conhecimento da língua portuguesa para aquisição da nacionalidade, cabendo aos estabelecimentos de ensino a certificação desse conhecimento, designadamente através da realização de testes de diagnóstico de língua portuguesa.
Como comprovar o conhecimento de língua portuguesa das pessoas que não sabem ler nem escrever?

Não se encontra prevista a aplicação deste teste a analfabetos. No entanto, o analfabetismo não inviabiliza a aquisição da nacionalidade. Quem não tenha aprendido a ler ou escrever não será obrigado a apresentar um certificado de habilitação escolar nem a prestar uma prova escrita. Terá, sim, de provar de algum modo que possui um conhecimento da língua que se considere suficiente, dada a sua situação específica. Uma forma possível é o recurso ao “Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências” (RVCC), um sistema que pretende certificar e reconhecer competências adquiridas ao longo da vida. O processo de aquisição da nacionalidade pode ser, assim, uma oportunidade de qualificação, pelo que quem não dispõe de instrumentos básicos para o exercício de cidadania, entre os quais constam um nível mínimo de alfabetização. Nestes casos o ingresso num processo de RVCC e a frequência de acções de formação de curta duração permitem a prova desse conhecimento, sem necessidade de realização do teste. De qualquer modo, outras provas de que a pessoa tem um conhecimento da língua suficiente dada a sua situação específica serão aceitáveis. Em casos especiais, o Ministro da Justiça pode dispensar, a requerimento fundamentado do interessado, a apresentação de qualquer documento, desde que não existam dúvidas sobre a verificação dos requisitos que esse documento visaria comprovar.»
Fonte: Aqui.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Li e partilho... Sobre o PRA

«O Portefólio de cada adulto é pessoal, intransmissível, irrepetível... corresponde a um adulto que naquele determinado momento começou a escrever, a juntar "bocadinhos de passado", a tecer uma história da qual tem uma visão, a qual recorda para contar, à qual atribui um sentido único e momentâneo pois ele também se transforma no presente e no futuro... Aliás o Portefólio contem estes três tempos que se relacionam, chocam, interpõem e confluem para a sua produção: Passado, Presente e Futuro.
O adulto produz um documento pessoal, tão pessoal que na maior parte das vezes vem acompanhado de uma capa personalizada e que informa o leitor de quem é o autor, mesmo antes de se ler uma linha que seja...
Cabe à equipa técnico-pedagógica a ardua tarefa de procurar encontrar critérios de evidência naquele relato autobiográfico, tendo em conta o Referencial de Competências-Chave, documento dinâmico e aberto que orienta toda a acção do Processo de RVCC, nunca esquecendo que há milhares e milhares de combinações possíveis contidas no documento: tantas quantas as experiências de vida de todos os adultos em Processo.»


domingo, 12 de outubro de 2008

Uma viagem virtual pelo Projecto Novas Oportunidades

Tive acesso a uma viagem que quero partilhar... Vale a pena ver aqui.

sábado, 11 de outubro de 2008

Linha do tempo...

Uma aplicação (TimeRime) recentemente descoberta por mim no mundo da Web 2.0 permite criar linhas de tempo...
Uma excelente aplicação para o processo de construção de "momentos" de vida que podem terminar numa narrativa autobiográfica muito interessante. Fica a aplicação e o site.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Afinal o que é a Iniciativa Novas Oportunidades?

Para quem pensa que a Iniciativa Novas Oportunidades é só o processo fica uma clarificação da ideia.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Os “erros” da implementação dos Cursos EFA.

Desde o início da Iniciativa Novas Oportunidades que fui (e até prova em contrário) serei, um acérrimo defensor dos Cursos de Educação e Formação de Adultos. Muito mais do que o processo RVCC estes percursos de formação podem, efectivamente, valorizar aprendizagens e mobilizar novas e antigas competências individuais.

Mas tenho acompanhado várias equipas de mediadores e formadores e tenho que levantar a minha voz para alguns erros que foram cometidos e que (alguns estão a ser remediados pela boa vontade de todos os envolvidos) podem por em causa a qualidade final dos cursos.

Destaco os 4 erros que considero estarem a ser cometidos:

  • O maior de todos os erros é a não implementação da chamada “co-docência”. Tive a experiência de ter dado formação em cursos EFA de nível secundário em co-docência e sei qual é a vantagem de ter um/uma colega na sala em trabalho coordenado. O tempo de atenção aos formandos e a mobilização de saberes ocorre de forma muito mais rica, individual e potenciadora de gerar efectivas competências em contexto de aprendizagem.

  • A ausência de formação às equipas. Quer os mediadores, quer os formadores (sendo de destacar o esforço que algumas Direcções Regionais fizeram recentemente para dar formação) não tiveram preparação prévia para uma nova metodologia de trabalho, de ensino e de cooperação com diversas entidades internas e externas à escola. Vai valendo o profissionalismo, dedicação e capacidade de reflexão individual e colectiva de muitos docentes.

  • A relação entre as equipas dos CNO e dos cursos EFA parecem, por vezes, demasiadamente separadas. Se ambos trabalham os mesmos instrumentos, se ambos transferem entre si formandos/adultos para conclusão, aperfeiçoamento e/ou integração porque não criam redes e recursos de comunicação formal? Porque não começam já a preparar esse terreno antes que chegue o momento e não encontrem uma solução rápida que não deixe o público-alvo sem resposta?

  • Muitos Centros Novas Oportunidades “acordaram” tarde para a existência da relação entre EFA e RVCC. É agora altura das entidades reguladoras do processo dar formação e produzirem alguma informação para orientar metodologicamente essa relação.

Este alerta é também (e dever ser também) um reconhecimento do trabalho que as equipas já fizeram até aqui. Com as dificuldades de começar um novo projecto a nível nacional, com a massificação e procura por parte dos formandos destas soluções, estas equipas dos cursos EFA têm procurado, com profissionalismo e rigor, dar resposta ao que lhes foi pedido.

Os cursos EFA são uma das efectivas estratégias de qualificação dos recursos humanos. É altura de acreditar, melhorar, dinamizar e levar a bom porto uma resposta a aqueles que regressam à escola depois de muito tempo desta afastados ou para concluírem os seus estudos que tenha a qualidade, o reconhecimento e o valor que todos desejamos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A questão da credibilidade...

«Como é garantida a credibilidade do sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências?

O sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências assenta em princípios metodológicos estabilizados desde há quase uma década. Neste momento com todas as transformações e evoluções que tem incorporado, como por exemplo, o desenvolvimento de processos de RVCC de nível secundário ou de competências profissionais, é um sistema ainda mais robusto, garantindo as margens de inovação necessárias a uma modalidade de educação-formação com fortíssima relação com as aprendizagens não-formais e informais. Neste sentido, o que se tem vindo a fazer é a montagem de sistemas de controlo, avaliação e monitorização diversos e complementares. Há um sistema de acompanhamento e monitorização por parte da Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (entidade com a atribuição de gerir e coordenar a rede de Centros Novas Oportunidades e o sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências, com dupla tutela dos Ministérios do Trabalho e Solidariedade Social e da Educação) que sistematicamente acompanha e avalia, em conjunto com as estruturas regionais do Ministério da Educação e do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. o funcionamento e os resultados atingidos pelos Centros Novas Oportunidades. Existe, em simultâneo, uma equipa da Universidade Católica Portuguesa coordenada pelo Professor Roberto Carneiro encarregue de desenvolver o sistema de avaliação externa da Iniciativa Novas Oportunidades. Há também um conjunto de procedimentos de rotina suportados em dados de monitorização que permitem a intervenção sempre que necessário em casos particulares. É talvez um dos sistemas de educação-formação mais controlados no nosso país

Fonte: Maria do Carmos Gomes à Revista Perspectiva.

Acesso Ensino Superior após RVCC/EFA

«A Agência Nacional para a Qualificação disponibiliza o Oficio Circular, relativo ao prosseguimento de estudos em caso de certificação do nível secundário de educação pela conclusão de Curso EFA, formações modulares e processo de RVCC ou pela realização, ao abrigo do Decreto-Lei nº 357/2007, de 29 de Outubro, de módulos de formação constantes dos referenciais de formação integrados no Catálogo Nacional de Qualificações, remetido a toda a rede e Centros Novas Oportunidades.»
Fonte: ANQ

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Resultados o 1.º Concurso do Blog RVCC/NO

No âmbito do desenvolvimento do Blog RVCC/NO somos a comunicar os resultados do 1.º Concurso. Este concurso teve como objectivo difundir práticas e partilhar reflexões sobre o processo RVCC e a iniciativa Novas Oportunidades. Embora a participação tenha sido reduzida, houve alguns trabalho de muita qualidade. Assim, e por não haver uma participação que fosse capaz de permitir diferenciar entre adultos e Centros Novas Oportunidades, decidimos atribuir apenas uma classificação geral para os participantes. Publicamos aqui os resultados.

1.º Lugar: João Paulo Pinto (Formador); CNO da Escola Profissional Cristóvão Colombo no Funchal com o site de apoio ao processo na área de TIC.
2.º Lugar: Equipa Técnico-Pedagógica do CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião (Mafalda Branco, Claúdia Branco e Susana Silva), com uma dinâmica para a primeira sessão de grupo no processo RVCC Secundário.

Pode ser consultado o documento de apresentação da dinâmica e reflexão aqui e aqui.

3.º Lugar: Maria Edite Soares Pinheiro. Com a reflexão e actividade sobre a conclusão do processo RVCC de nível Básico.

«"Dentro de um copo de neve como este que vês cair..."

"O lótus que é uma das mais belas flores do mundo, nasce no lodo; a lagarta, um bicho pequeno, queima, entra no casulo para virar uma borboleta. É esse o grande mistério produzido, o da alquimia, da transformação da pedra em ouro, da mudança de energias ditas negativas em positivas, assim como a terra transforma excrementos em adubos".

Os ditos avisos de tomadas de consciência, acordaram um sonho congelado, lembrou-me que tinha uma nova oportunidade de poder realizá-lo. Um desejo esquecido no tempo perdido, pus mãos à obra e começou uma luta pelo desafio de mim própria, a procura e pesquisa de enriquecimento para a minha valorização. Toda esta valorização provocou em mim uma vontade de viver e de me conhecer, senti como se estivesse aprender tudo de novo, dando os primeiros passos de aprendizagem da vida. Em todo o processo eu achei muito interessante a forma acolhedora dos formadores em relação aos formandos, a inovação e profissionalismo deles. A síntese dos conteúdos facilitou o meu estudo, a pesquisa na Net despertou a minha curiosidade por desafios e a criança adormecida dentro de mim lembrou-me daquilo que fui, do que sou e do que quero ser. (no filme da minha vida).

A actividade realizada pelo CNO - Nerga no final do processo RVCC, teve a iniciativa de juntar várias valências num (stand), na feira de artesanato BEIRARTESANATO, na Guarda organizada pelo Nerga, a minha participação foi com uma exposição de quadros pintados por mim e ao mesmo tempo fiz retratos.»
Citado da autora na participação no concurso.

A todos os que concorreram os sinceros agradecimentos. Aos vencedores, parabéns! E acima de tudo, continuação de bom trabalho!

domingo, 5 de outubro de 2008

CNO Destaque do Mês de Outubro | 2008

Irá encontrar-se, neste blog, em destaque no mês de Outubro, o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Com uma equipa renovada mas com a experiência consolidada e assente em boas práticas e de um grau de profissionalismo elevado, pensamos que este CNO continuará a desenvolver um trabalho de qualificação da população local com uma linha de ruma marcada pelo humanismo e pela competência. 
Vale a pena uma consulta ao site deste CNO pois a informação e organização neste presentes são de muita qualidade e podem ajudar alguns adultos na realização das actividades propostas e enquadramento das mesmas no âmbito do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências.

sábado, 4 de outubro de 2008

Solidariedade e Objectivos

Este blog abre aqui um espaço para o apoio a quem mais precisa. Na barra lateral do lado direito vão passar a encontrar alguns projectos que podem precisar da sua preciosa ajuda. Quando e se puder, ajude. Não custa nada.

Ficam os dois primeiros projectos:

DEL8

Kiva



sexta-feira, 3 de outubro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Blog do CNO da Escola Secundária de Pombal

Já sabem que sou adepto dos blogues. Eis que surge mais um que espero venha a transmitir o bom trabalho que o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Pombal tem vindo a desenvolver.

Magalhães: Só um portátil?

Vale a pena uma visita a este espaço.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A evolução da inscrição nos CET's


«A informação estatística sobre inscritos em cursos de especialização tecnológica (CET), relativa a 31 de Dezembro de 2007, tem por base o inquérito anual a todas as instituições de ensino superior sobre Alunos e Diplomados.»
Mais informação aqui.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Avaliação de Competências

Um exemplo de prática:
«Observação e interpretação de dados. A observação é uma prática que todo o professor desenvolve na sala de aula, muito embora na generalidade lhe reconheça pouca importância. Por outras palavras, a observação é pouco valorizada enquanto procedimento avaliativo. Em geral, a observação não é acompanhada de registos, pelo que o professor lhe atribui uma natureza muito subjectiva e, como tal, a considere pouco fiável para dela fazer depender juízos de valor que possam sustentar classificações finais de período. Mas, sem dúvida, que é através da observação que muito se pode saber sobre o aluno e, em particular, o modo como é ou não capaz de activar recursos face a uma situação nova. Observar os alunos durante a realização de uma tarefa é certamente um modo promissor para compreender como o aluno age face ao imprevisto e se é ou não capaz de transferir para novas situações os recursos de que já dispõe. Este é igualmente um meio de que o professor dispõe para interagir com o aluno no momento, apoiá-lo on-line, de forma a ajudá-lo a ultrapassar as suas dificuldades. Mas a simples recolha de dados por si só não é suficiente. Para além dessa primeira fase de observação é necessário igualmente interpretar o que se observa para tomar decisões sobre a acção a desenvolver de seguida. Este é, por exemplo, o caso de um erro cometido. Entendendo o erro como um fenómeno natural no processo de aprendizagem, ele pode constituir um meio rico de informação que nos permite aceder ao raciocínio do aluno, dificilmente conseguido por outras vias.»
Fonte: Avaliar competências: uma tarefa impossível? Leonor Santos, Universidade de Lisboa