segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A questão da credibilidade...

«Como é garantida a credibilidade do sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências?

O sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências assenta em princípios metodológicos estabilizados desde há quase uma década. Neste momento com todas as transformações e evoluções que tem incorporado, como por exemplo, o desenvolvimento de processos de RVCC de nível secundário ou de competências profissionais, é um sistema ainda mais robusto, garantindo as margens de inovação necessárias a uma modalidade de educação-formação com fortíssima relação com as aprendizagens não-formais e informais. Neste sentido, o que se tem vindo a fazer é a montagem de sistemas de controlo, avaliação e monitorização diversos e complementares. Há um sistema de acompanhamento e monitorização por parte da Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (entidade com a atribuição de gerir e coordenar a rede de Centros Novas Oportunidades e o sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências, com dupla tutela dos Ministérios do Trabalho e Solidariedade Social e da Educação) que sistematicamente acompanha e avalia, em conjunto com as estruturas regionais do Ministério da Educação e do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. o funcionamento e os resultados atingidos pelos Centros Novas Oportunidades. Existe, em simultâneo, uma equipa da Universidade Católica Portuguesa coordenada pelo Professor Roberto Carneiro encarregue de desenvolver o sistema de avaliação externa da Iniciativa Novas Oportunidades. Há também um conjunto de procedimentos de rotina suportados em dados de monitorização que permitem a intervenção sempre que necessário em casos particulares. É talvez um dos sistemas de educação-formação mais controlados no nosso país

Fonte: Maria do Carmos Gomes à Revista Perspectiva.

Acesso Ensino Superior após RVCC/EFA

«A Agência Nacional para a Qualificação disponibiliza o Oficio Circular, relativo ao prosseguimento de estudos em caso de certificação do nível secundário de educação pela conclusão de Curso EFA, formações modulares e processo de RVCC ou pela realização, ao abrigo do Decreto-Lei nº 357/2007, de 29 de Outubro, de módulos de formação constantes dos referenciais de formação integrados no Catálogo Nacional de Qualificações, remetido a toda a rede e Centros Novas Oportunidades.»
Fonte: ANQ

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Resultados o 1.º Concurso do Blog RVCC/NO

No âmbito do desenvolvimento do Blog RVCC/NO somos a comunicar os resultados do 1.º Concurso. Este concurso teve como objectivo difundir práticas e partilhar reflexões sobre o processo RVCC e a iniciativa Novas Oportunidades. Embora a participação tenha sido reduzida, houve alguns trabalho de muita qualidade. Assim, e por não haver uma participação que fosse capaz de permitir diferenciar entre adultos e Centros Novas Oportunidades, decidimos atribuir apenas uma classificação geral para os participantes. Publicamos aqui os resultados.

1.º Lugar: João Paulo Pinto (Formador); CNO da Escola Profissional Cristóvão Colombo no Funchal com o site de apoio ao processo na área de TIC.
2.º Lugar: Equipa Técnico-Pedagógica do CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião (Mafalda Branco, Claúdia Branco e Susana Silva), com uma dinâmica para a primeira sessão de grupo no processo RVCC Secundário.

Pode ser consultado o documento de apresentação da dinâmica e reflexão aqui e aqui.

3.º Lugar: Maria Edite Soares Pinheiro. Com a reflexão e actividade sobre a conclusão do processo RVCC de nível Básico.

«"Dentro de um copo de neve como este que vês cair..."

"O lótus que é uma das mais belas flores do mundo, nasce no lodo; a lagarta, um bicho pequeno, queima, entra no casulo para virar uma borboleta. É esse o grande mistério produzido, o da alquimia, da transformação da pedra em ouro, da mudança de energias ditas negativas em positivas, assim como a terra transforma excrementos em adubos".

Os ditos avisos de tomadas de consciência, acordaram um sonho congelado, lembrou-me que tinha uma nova oportunidade de poder realizá-lo. Um desejo esquecido no tempo perdido, pus mãos à obra e começou uma luta pelo desafio de mim própria, a procura e pesquisa de enriquecimento para a minha valorização. Toda esta valorização provocou em mim uma vontade de viver e de me conhecer, senti como se estivesse aprender tudo de novo, dando os primeiros passos de aprendizagem da vida. Em todo o processo eu achei muito interessante a forma acolhedora dos formadores em relação aos formandos, a inovação e profissionalismo deles. A síntese dos conteúdos facilitou o meu estudo, a pesquisa na Net despertou a minha curiosidade por desafios e a criança adormecida dentro de mim lembrou-me daquilo que fui, do que sou e do que quero ser. (no filme da minha vida).

A actividade realizada pelo CNO - Nerga no final do processo RVCC, teve a iniciativa de juntar várias valências num (stand), na feira de artesanato BEIRARTESANATO, na Guarda organizada pelo Nerga, a minha participação foi com uma exposição de quadros pintados por mim e ao mesmo tempo fiz retratos.»
Citado da autora na participação no concurso.

A todos os que concorreram os sinceros agradecimentos. Aos vencedores, parabéns! E acima de tudo, continuação de bom trabalho!

domingo, 5 de outubro de 2008

CNO Destaque do Mês de Outubro | 2008

Irá encontrar-se, neste blog, em destaque no mês de Outubro, o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Com uma equipa renovada mas com a experiência consolidada e assente em boas práticas e de um grau de profissionalismo elevado, pensamos que este CNO continuará a desenvolver um trabalho de qualificação da população local com uma linha de ruma marcada pelo humanismo e pela competência. 
Vale a pena uma consulta ao site deste CNO pois a informação e organização neste presentes são de muita qualidade e podem ajudar alguns adultos na realização das actividades propostas e enquadramento das mesmas no âmbito do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências.

sábado, 4 de outubro de 2008

Solidariedade e Objectivos

Este blog abre aqui um espaço para o apoio a quem mais precisa. Na barra lateral do lado direito vão passar a encontrar alguns projectos que podem precisar da sua preciosa ajuda. Quando e se puder, ajude. Não custa nada.

Ficam os dois primeiros projectos:

DEL8

Kiva



sexta-feira, 3 de outubro de 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Blog do CNO da Escola Secundária de Pombal

Já sabem que sou adepto dos blogues. Eis que surge mais um que espero venha a transmitir o bom trabalho que o Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Pombal tem vindo a desenvolver.

Magalhães: Só um portátil?

Vale a pena uma visita a este espaço.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

A evolução da inscrição nos CET's


«A informação estatística sobre inscritos em cursos de especialização tecnológica (CET), relativa a 31 de Dezembro de 2007, tem por base o inquérito anual a todas as instituições de ensino superior sobre Alunos e Diplomados.»
Mais informação aqui.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Avaliação de Competências

Um exemplo de prática:
«Observação e interpretação de dados. A observação é uma prática que todo o professor desenvolve na sala de aula, muito embora na generalidade lhe reconheça pouca importância. Por outras palavras, a observação é pouco valorizada enquanto procedimento avaliativo. Em geral, a observação não é acompanhada de registos, pelo que o professor lhe atribui uma natureza muito subjectiva e, como tal, a considere pouco fiável para dela fazer depender juízos de valor que possam sustentar classificações finais de período. Mas, sem dúvida, que é através da observação que muito se pode saber sobre o aluno e, em particular, o modo como é ou não capaz de activar recursos face a uma situação nova. Observar os alunos durante a realização de uma tarefa é certamente um modo promissor para compreender como o aluno age face ao imprevisto e se é ou não capaz de transferir para novas situações os recursos de que já dispõe. Este é igualmente um meio de que o professor dispõe para interagir com o aluno no momento, apoiá-lo on-line, de forma a ajudá-lo a ultrapassar as suas dificuldades. Mas a simples recolha de dados por si só não é suficiente. Para além dessa primeira fase de observação é necessário igualmente interpretar o que se observa para tomar decisões sobre a acção a desenvolver de seguida. Este é, por exemplo, o caso de um erro cometido. Entendendo o erro como um fenómeno natural no processo de aprendizagem, ele pode constituir um meio rico de informação que nos permite aceder ao raciocínio do aluno, dificilmente conseguido por outras vias.»
Fonte: Avaliar competências: uma tarefa impossível? Leonor Santos, Universidade de Lisboa

e.Learning Europa: Uma comunidade.

O desenvolvimento de comunidades de aprendizagem surgem, cada vez mais, como uma excelente estratégia de aprendizagem ao longo da vida. Divulgamos um portal que pretende difundir uma análise aprofundada da situação actual e das tendências em e-learning pela Europa fora.


domingo, 28 de setembro de 2008

Seis Princípios da Educação de Adultos

«Rui Canário (1999), citando António Nóvoa, indica seis princípios capazes de servir de orientação a qualquer projecto de formação de adultos (pp.21-22).

1º PRINCIPIO

O adulto, em situação de formação, tem de ser visto como portador de uma história de vida e de uma experiência profissional que não poderá ser remetida para o esquecimento. Assim ganha uma importância inegável reflectir sobre o modo como ele próprio se forma, isto é, “o modo como ele se apropria do seu património vivencial através de uma dinâmica de compreensão retrospectiva”;

2º PRINCIPIO

Formação enquanto processo de transformação individual numa tripla dimensão do saber: saber, saber fazer, saber ser. Pressupõe uma grande implicação do indivíduo em formação, bem como uma participação alargada dos formandos na própria concepção e implementação da formação.

3º PRINCIPIO

Formação enquanto processo de mudança institucional, ligada estreitamente à instituição onde o sujeito exerce a sua actividade profissional. Assim espera-se um contrato tripartido, estabelecido entre equipa de formação, formandos e instituições;

4º PRINCIPIO

A formação deve organizar-se “numa tensão permanente entre a reflexão e a intervenção,” assentando num processo de investigação e sendo encarada como uma “função integradora institucionalmente ligada à mudança”;

5º PRINCIPIO

A formação deve desenrolar-se preocupando-se em desenvolver, nos formandos, as competências necessárias para serem capazes de mobilizar, em situações concretas, os recursos teóricos e técnicos adquiridos durante o processo formativo;

6º PRINCIPIO

“E não nos esqueçamos nunca que, como dizia Sarte, o homem caracteriza-se, sobretudo, pela capacidade de ultrapassar as situações pelo que consegue fazer com que os outros fizeram dele. A Formação tem de passar por aqui”.»

Fonte: Aqui.

sábado, 27 de setembro de 2008

Inteligência da Complexidade

De tempos a tempos somos surpreendidos com artigos de uma qualidade imensa... (Vale a pena ler)

«Para compreender na sua fecundidade genérica o paradigma da complexidade na sua matriz cultural contemporânea, importa, creio, restituir-lhe as raízes nas nossas culturas e enriquecer-nos com a espantosa experiência cognitiva que se forma e se transforma no cadinho da aventura humana que é também aventura do conhecimento humano: “A verdadeira novidade nasce sempre no regresso às origens”, recorda-nos E. Morin. O paradigma da complexidade e as epistemologias construtivistas não surgiram no limiar dos anos 1950, qual Atena, armada da cabeça aos pés. A sua herança trimilenar, ensinável e praticável, é pelo menos tão rica (e também pelo menos tão pertinente) como aquela ainda pregnante na cultura das nossas instituições académicas que os paradigmas cartesiano-positivistas reivindicam. Uma discussão sobre os contributos de G. Vico (1668 – 1744) e de Leonardo da Vinci (1453 – 1519) poderá aqui permitir-nos esses outros olhares que enriquecem e estimulam a inteligência, quer sejam os dos técnicos, dos docentes ou dos investigadores.»


Fonte: SÍSIFO, Inteligência da Complexidade

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

CERN: As novas fronteiras da Ciência.


Para os interessados na Física (alunos, professores e curiosos) vale a pena ver os programas de visita ao Acelerador de Partículas. 
Para os adultos e formandos dos processos RVCC e Cursos EFA vale a pena, como a todos nós, saber mais sobre o que a Ciência. Um dos bons recursos para a STC é a consulta on-line de revistas, como por exemplo, a American Scientist que tem uma edição em português do Brasil. Outro bom exemplo é a revista Nature

As vias de acesso ao Ensino Superior.

A ANQ publicou hoje um esclarecimento sobre o acesso ao Ensino Superior para quem termina o processo RVCC, cursos EFA ou formações modulares.

Abrem-se assim duas portas de entrada:
- O Regime Geral de Ingresso e,
- O Acesso pelo Regime Especial - + 23 Anos.

Para saber mais ver o documento "Ofício Circular nº 615/GD/2008"


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Modelo para a Avaliação: Qualificação e EFA

Tenho assistido, nos encontros que tenho tido com as equipas dos Cursos EFA, à dificuldade em encontrarem um modelo de avaliação quantitativa para a formação. Deixo um modelo, que pode ser, com adaptações, utilizado e que surge do acordo celebrado pelos Ministros da Educação dos países da União Europeia em 2007. Vale a pena consultar a tabela final (anexo II).




terça-feira, 23 de setembro de 2008

Um Glossário Completo

Para que a linguagem seja mais clara para todos deixamos um glossário completo dos termos utilizados em contexto de formação e educação, assim como, dos programas em funcionamento.
Fonte: POPH


TecMinho: Apresentação Pública do CNO

«"Os Centros Novas Oportunidades no Paradigma da Aprendizagem ao Longo da Vida" será o tema central da sessão de apresentação pública do Centro Novas Oportunidades (CNO) da TecMinho, o qual terá lugar no próximo dia 25 de Setembro pelas 17h no Salão Nobre do Edifício dos Congregados da Universidade do Minho, em Braga, local onde este CNO tem a sua sede.
 
Com a presente sessão de apresentação pública, para além de dar a conhecer o Centro Novas Oportunidades da TecMinho, pretende-se reflectir sobre as actuais políticas de educação e formação de adultos e sobre a importância do reconhecimento e validação de competências no contexto da aprendizagem ao longo da vida.
 
O evento contará com a presença de representantes de organismos / instituições relacionadas com a Educação e Formação de adultos, bem como oradores especialistas na área de Educação e Formação de Adultos, tais como Sr. Presidente da Agência Nacional para a Qualificação, Dr. Luís Capucha, a Sra. vereadora da Educação da Câmara Municipal de Braga, Dra. Palmira Costa, a representante do gabinete de educação de adultos da DREN, Dra.Olívia Santos Silva, entre outros. 
Contará, ainda com uma abordagem sobre a problemática da educação ao longo da vida, realizada pela Doutora Fátima Antunes (investigadora do Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho), bem como com o testemunho do Director de Recursos Humanos do Grupo Salvador Caetano, Dr. José Manuel Rodrigues sobre a experiência deste grupo no processo de reconhecimento, validação e certificação de competências dos seus trabalhadores.
 
A participação nesta sessão é gratuita, solicitando apenas a confirmação via e-mail (cno@tecminho.uminho.pt) até ao dia 24 de Setembro.»

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

As Etapas e Referenciais de Intervenção: RVCC

«Os Centros Novas Oportunidades organizam a sua intervenção de acordo com as seguintes etapas:

Acolhimento – Consiste no atendimento e na inscrição do adulto num centro, pressupondo o esclarecimento acerca das diferentes fases do processo a realizar, bem como da possibilidade de encaminhamento para ofertas educativas e formativas ou para o processo de RVCC.

Diagnóstico – Implica a realização de uma análise do perfil do adulto, com o objectivo de proceder à identificação das respostas mais adequadas, tendo em conta o diagnóstico efectuado.

Encaminhamento – Tendo em conta o diagnóstico efectuado, visa direccionar o adulto para a resposta mais adequada, que poderá consistir no desenvolvimento de percursos de educação e formação exteriores ao centro ou na realização de um processo de RVCC.

Reconhecimento de competências – Tem em vista a identificação, pelo adulto, dos saberes e das competências que adquiriu ao longo da vida, através de um conjunto de actividades, assentes na metodologia de balanço de competências e na utilização de instrumentos diversificados de avaliação. O adulto evidencia as competências adquiridas, através da construção de um Portefólio Reflexivo de Aprendizagens, de modo a permitir a validação das mesmas, tendo em conta os referenciais constantes do Catálogo Nacional de Qualificações, para efeitos do RVCC.

Validação das competências – Compreende a auto-avaliação do Portefólio Reflexivo de Aprendizagens, em articulação com a avaliação dos profissionais de reconhecimento e validação de competências e dos formadores das respectivas áreas de competências-chave.

Formação – No caso de, no decurso do processo de reconhecimento e validação de competências, terem sido identificadas necessidades de formação, pode proceder-se de duas formas. No caso de o adulto necessitar de acções de formação com uma duração superior a 50 horas, deve realizá-las em entidades formadoras exteriores ao Centros Novas Oportunidades. No caso de precisar de acções de formação até 50 horas, inclusive, estas podem ser realizadas nos centros.

Certificação das competências – Pressupõe a apresentação perante um júri de certificação, que atribui uma certificação ao adulto, no caso de lhe serem reconhecidas as competências-chave necessárias para uma determinada qualificação, em conformidade com os referenciais do Catálogo Nacional de Qualificações. Nestas circunstâncias, a certificação de competências dará origem à emissão de um certificado de qualificações, conferindo igualmente um diploma de qualificação, se o referido processo conduzir à obtenção de um nível de escolaridade.»

Fonte: Aqui.

Auto-Avaliação dos CNO: Linhas de Rumo


«As preocupações com a identificação das competências que as pessoas vão adquirindo, ao longo da sua vida, por vias não-formais e informais de aprendizagem, fazem com que as questões da avaliação e certificação dessas mesmas competências, assegurando paralelamente a autovalorização das pessoas, sejam centrais às funções a desempenhar pelos Centros RVCC. (…)É preciso consensualizar um conjunto de critérios de apreciação a aplicar na análise do modo como o Centro:

Se organiza e gere os seus recursos;

Prepara e realiza o processo de RVCC tendo em conta as características específicas da sua população-alvo e, em paralelo, salvaguarda o cumprimento das metas que lhe são propostas;

Cria o ambiente propício a um relacionamento interpessoal facilitador do desenvolvimento global de todos os intervenientes no processo.»

Fonte: Roteiro para a auto-avaliação dos centros de reconhecimento, validação e certificação de competências.