terça-feira, 2 de setembro de 2008

Em resposta às dúvidas dos Cursos EFA.

"Uma entidade formadora, ao organizar um curso EFA, deve deixar vagas para os adultos que possam vir encaminhados de um Centro Novas Oportunidades, para a realização de um percurso flexível?
Sim. O número mínimo de formandos para cursos EFA é 10 e o número máximo é 25, pelo que a entidade formadora pode inserir, por exemplo, 15 formandos numa turma, reservando os restantes 10 para formandos de percursos flexíveis que venham encaminhados dos Centros Novas Oportunidades

Todo o adulto que inicia um processo formativo EFA é obrigado a fazer um mínimo de 100h?
Sim. A duração mínima de um curso EFA flexível, para os adultos que vêm de um processo RVCC, é de 100 horas.(notas dos anexos 1, 3 e 4 da Portaria 230/2008, de 7 de Março).

Como se avaliam as UC/UFCD num curso EFA só de habilitação escolar?
Num curso EFA de nível secundário de habilitação escolar (Percurso S - Tipo A), tal como num processo RVCC de nível secundário, obtém-se a certificação com a validação de um mínimo de 44 competências (44 créditos), no conjunto das 22 Unidades de Competência (UC) associadas às UFCD que compõem a componente de formação de base. Para o adulto obter esta certificação tem de percorrer todas as UC/UFCD, validando, pelo menos, 2 competências em cada UC/UFCD. O mesmo acontece com os percursos S - Tipo B e C. Nestes casos a certificação está igualmente dependente da validação de 2 competências em cada UC/UFCD que constitui o percurso.(art.º 32º da Portaria 230/2008, de 7 de Março).

Como é tratada a questão da avaliação num percurso EFA descontínuo (adultos encaminhados para percursos EFA a partir de processos RVCC)?
Quando um adulto termina um processo RVCC não tendo validado todas as competências da componente de base, é-lhe passado um PPQ (Plano Pessoal de Qualificação) onde estão inscritas as UC/UFCD que ele terá que frequentar num percurso EFA para obter a qualificação total. Por exemplo: um adulto que, num processo RVCC, consegue validar 16 das 22 UC da componente de base (32 competências = 2*16), necessita de ser encaminhado para um percurso EFA para poder validar as restantes 6 UC. Nesse caso, o adulto terá de percorrer as outras 6 UC/UFCD (24 competências) em formação (300 horas), mas só necessita de validar 12 das 24 competências. Isso dar-lhe-ia 32+12 = 44 competências, ou seja o mínimo para a certificação."

Fonte: ANQ

CNO Destaque do Mês de Setembro: CNO da ENB

Durante o mês de Setembro estará em destaque neste Blog o Centro Novas Oportunidades da Escola Nacional de Bombeiros. Este centro, com uma equipa alargada para a implementação do processo RVCC de nível Secundário, tem vindo a desenvolver um trabalho continuado de valorização do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências, tendo em conta o público-alvo e a integração social do mesmo no contexto de mobilização das competências adquiridas e exploração de competências a adquirir. A sua experiência numa área profissional tem sido uma mais-valia para os candidatos que profissionalmente se integram neste campo de actuação.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Regresso ao Trabalho: Desafios

Para muitos hoje é um dia de regresso ao trabalho nos Centros Novas Oportunidades. Para outros, é o primeiro dia. Para outros, ainda, é um regresso mas para novas funções. A todos deixo uma palavra de votos sinceros de sucesso e bom trabalho.
E deixo 3 desafios para este (re)início:

a) Pensem nas competências que adquiriram ao longo do último período de trabalho antes das férias e perguntem como as podem mobilizar para a melhoria da qualidade do trabalho que agora vão começar.

b) Façam uma análise à equipa técnico-pedagógica. Uma análise de necessidades de formação, dúvidas, medos, expectativas, boas práticas e discutam soluções para as dinamizar ou colmatar.

c) Coloquem desafios pessoais e colectivos. Pensados em função do público-alvo, da qualidade e da vossa função no CNO. Pensem que o vosso trabalho é também fonte de valorização e credibilidade para todo um projecto. Acreditem que é possível fazer mais e melhor.
Bom regresso ao trabalho!

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

II Encontro de CNO do Vale do Ave

«Os CNO da CIOR e CITEVE (Vila Nova de Famalicão) e da Escola Secundária de Caldas de Vizela vão promover o II Encontro de CNO do Vale do Ave, no dia 9 de Setembro de 2008, nas instalações da Escola Secundária de Caldas de Vizela.»

Podem consultar aqui o programa deste evento: Programa do Encontro

Alguns passos para escrever uma Biografia.

«1- Defina quem você era e o que fazia:
Esta parte pode ser escrita levando em conta sua vida actualmente.

2- Conte um pouco sobre sua mudança de vida:
Toda grande biografia conta com a súbita mudança de vida que nos direccionou ao que somos hoje. Aqui já começamos a falar sobre o futuro.

3- Descreva os problemas que enfrentou por causa dessa mudança:
Claro que você vai enfrentar problemas, mas prevê-los vai ser o grande segredo para evitar que se tornem maiores que o necessário. Não se esqueça de falar sobre como superou estes problemas.

4- Diga como é sua vida actual e seus planos para o futuro:
A sua vida agora é boa, você já conseguiu muita coisa. Mas e o futuro? Quando chegar ao ponto final da sua biografia pode falar sobre o que pretende fazer dali para a frente.»

Fonte: Aqui.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

III Colóquio SEAE - Universidade do Minho

«Numa época em que as democracias enfrentam desafios e mudanças profundos na governação dos serviços públicos; num momento de transições e turbulências na educação, queremos criar espaços e ocasiões de debate em torno das modificações na governação da educação e das políticas que abrem, alimentam ou gerem estas rupturas e transformações. A progressiva afirmação da União Europeia como espaço político importante de definição de opções e de orientações estratégicas para os sistemas de educação e formação constitui um elo decisivo da cadeia de processos recentes de inovação política da qual fazem parte as parcerias, os actores e os contextos locais. A contínua produção de novas e velhas desigualdades, a afirmação de direitos e princípios de justiça recém-criados ou reinventados, a emergência de movimentos e actores colectivos em torno das actuais condições e reivindicações sócio-educativas têm vindo a alterar expressivamente a ordem e as realidades educativas em Portugal e no mundo. A avaliação dos estabelecimentos, dos professores ou dos estudantes; os novos actores supranacionais, as configurações institucionais emergentes e a refundação dos papéis do Estado e da autoridade pública; as modalidades, os espaços, tempos e contextos de aprendizagem, os saberes e as suas concretizações, na educação e o trabalho, eis algumas das questões que propomos para estudo e reflexão neste colóquio.»

Veja mais informações aqui.

História de Vida: Uma visão metodológica.

«O quotidiano das pessoas é retratado por meio de suas histórias de vida. O quotidiano é entendido como o momento em que é recebido (pelos actores sociais) como o tempo/ espaço/ acção do idêntico sempre igual a si mesmo; e no entanto é também o concreto, o tempo e o espaço das acções que nos pertencem mais, a dimensão social mais investida de significação de desejos individuais, um campo que longe de ser uma repetição monótona parece carregado de férteis microeventos.
Segundo essa linha de pensamento, o nosso quotidiano é repleto de significações: é um conjunto de situações vivenciadas no dia-a-dia, percebidas individualmente e renovando-se a cada instante. A vida quotidiana é caracterizada como o lugar das negociações do acontecimento pelos seres humanos e, ainda, como o lugar de disposição da existência pela construção sempre renovada da interface da natureza e da cultura.»

Vale a pena ler este artigo e tirar algumas conclusões sobre a importância a dar a alguns pontos fundamentais da História de Vida.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Respostas a Questionário: Resultados

No passado mês de Julho foi publicado neste blog um questionário sobre os desafios do processo RVCC. Obrigado a todos pela participação. Ficam aqui publicados os resultados de uma forma resumida.
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Processo RVCC: Inclusão Social.

Duas pessoas com deficiência auditiva receberam os certificados do nono ano concluindo o processo RVCC com sucesso. Os nossos sinceros parabéns aos candidatos e à equipa. Fica o vídeo difundido pela RTP. Basta clicar na imagem para assistir à reportagem.


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Portefólio Europeu de Línguas

Um dos pontos mais falados ultimamente em relação às validação de competências tem sido a da utilização da Língua Estrangeira. Fica aqui um documento muito bom (com as necessárias adaptações a realizar) para uma abordagem inovadora.

«Como instrumento de aplicação dos princípios do QECR, o Conselho da Europa concebeu o Portefólio Europeu de Línguas, documento de auto-avaliação, que permite ao aprendente fazer a auto-regulação das suas aprendizagens, sejam adquiridas em contexto formal ou não formal, e registar todas as experiências linguísticas e interculturais.

Portugal tem dois modelos de PEL acreditados:

Portefólio Euripeu de Línguas [10 - 15 anos]

o n.º 20.2001 (10-15 anos) e

Portefólio Europeu de Línguas [+ 16 anos]

o n.º 21.2001 (para maiores de 16 anos)


Com o objectivo de facilitar o processo de auto-avaliação de alunos falantes de outras línguas apresentam-se a grelha de auto-avaliação e os descritores do Portfolio Europeu de Línguas em:

- Português
- Ucraniano
- Mandarim
- Crioulo de Cabo Verde»

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Aprendizagem Informal: A potencialidade da Web

Encontrei este excelente esquema de resumo de um conjunto de instrumentos que a Web 2.0 permite a gestão e utilização a todos nós neste momento e lembrei-me das palavras ouvidas numa conferência...

«A aprendizagem informal, ou aprendizagem por experiência ou aprendizagem experiencial refere-se “às mudanças mais ou menos permanentes no comportamento, como resultado da experiência, a qual gera novos conhecimentos, decorrentes do movimento dos indivíduos e da sua participação, também em mudança, nos múltiplos contextos das suas vidas do dia-a-dia; é um processo de desenvolvimento experiencial, evolutivo e de construção de sentidos que corresponde a um processo social de adaptação dos indivíduos ao seu meio ambiente em mudança; aprendizagem realizada acidentalmente, não intencionalmente, não planeadamente, resultante de experiências de vida, de actividades as mais diversas. A aprendizagem informal pode ainda ser chamada de aprender-fazendo, quando as aquisições de aprendizagem resultam da repetição da prática de uma tarefa, ou de aprender-usando, quando as aquisições de aprendizagem resultam da repetição do uso de ferramentas ou habilidades, em ambos os casos, porém, sem instruções específicas”.» In: (RE)VALORIZAR A APRENDIZAGEM: PRÁTICAS E RESPOSTAS EUROPEIAS À VALIDAÇÃO DE APRENDIZAGENS NÃO FORMAIS E INFORMAIS; Lúis Imaginário

Agora que começam a "povoar" a Internet Blog's, Wiki's, Páginas e Redes Sociais em torno da Iniciativa Novas Oportunidades não será de perguntar se esta mesma aprendizagem informal não está já, neste contexto, a dar os seus frutos?

Aprendizagem por Competências

Partilho uma reflexão que encontrei e que penso que faz a síntese de algumas ideias em torno do conceito de Competência e de Aprendizagem.

"Competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. Três exemplos :
  • Saber orientar-se em uma cidade desconhecida mobiliza as capacidades de ler um mapa, localizar-se, pedir informações ou conselhos ; e os seguintes saberes : ter noção de escala, elementos da topografia ou referências geográficas.
  • Saber curar uma criança doente mobiliza as capacidades de observar sinais fisiológicos, medir a temperatura, administrar um medicamento ; e os seguintes saberes : identificar patologias e sintomas, primeiros socorros, terapias, os riscos, os remédios, os serviços médicos e farmacêuticos.
  • Saber votar de acordo com seus interesses mobiliza as capacidades de saber se informar, preencher a cédula ; e os seguintes saberes : instituições políticas, processo de eleição, candidatos, partidos, programas políticos, políticas democráticas etc.

Esses são exemplos banais. Outras competências estão ligadas a contextos culturais, profissionais e condições sociais. Os seres humanos não vivem todos as mesmas situações. Eles desenvolvem competências adaptadas a seu mundo. A selva das cidades exige competências diferentes da floresta virgem, os pobres têm problemas diferentes dos ricos para resolver. Algumas competências se desenvolvem em grande parte na escola. Outras não."

In Construindo Competências; Entrevista com Philippe Perrenoud, Universidade de Genebra. (Texto em Português do Brasil)

Publicação de Comentários.

Recebi nos últimos dias, dois comentários a artigos e reflexões deixadas nestes blog tendo em conta a temática dos "Avaliadores Externos". Esses dois comentários estão guardados e não serão publicados. Considero, no entanto, que o seu conteúdo é válido e útil. No entanto, tenho por política deste espaço não publicar comentários reflexivos ou, como é o caso, descritivos de uma determinada realidade e alertando para algumas situações sem os mesmos estarem devidamente identificados pelos seus autores. Isto é, não se publicam, neste espaço, comentário anónimos. Peço a quem os elaborou, pela sua validade, que volte a realizar os mesmos deixando algum tipo de identificação. Obrigado.

Recordar: Memorando sobre Aprendizagem ao Longo da Vida

Em 2000 elaborou-se um Memorando sobre Aprendizagem ao Longo da Vida. Vale a pena recordar duas reflexões presentes neste documento.
«A cidadania activa incide na questão de saber se e como as pessoas participam em todas as esferas da vida social e económica, quais as oportunidades e os riscos que enfrentam nesta tentativa e em que medida essa participação lhes confere um sentimento de pertença à sociedade em que vivem e na qual têm um palavra a dizer. Durante grande parte da vida das pessoas, o facto de terem um emprego remunerado significa independência, auto-estima e bem-estar, sendo, por isso, fundamental para a qualidade global da vida. A empregabilidade - a capacidade de assegurar um emprego e de o manter - é não apenas uma dimensão central da cidadania activa, mas também uma condição decisiva do pleno emprego e da melhoria da competitividade e prosperidade europeias na "nova economia". Empregabilidade e cidadania activa estão dependentes da existência de competências e conhecimentos adequados e actualizados indispensáveis à participação na vida económica e social

(...)

«A motivação individual para aprender e a disponibilização de várias oportunidades de aprendizagem são, em última instância, os principais factores para a execução bem sucedida de uma estratégia de aprendizagem ao longo da vida. É essencial aumentar a oferta e a procura de oportunidades de aprendizagem, principalmente para os que menos beneficiaram de acções educativas e de formação. Todas as pessoas deveriam ser capazes de seguir percursos de aprendizagem da sua escolha, em vez de serem obrigadas a trilhar caminhos pré-determinados conducentes a destinos específicos. Implica isto, simplesmente, que os sistemas de educação e formação deverão adaptar-se às necessidades e exigências individuais e não o contrário.»

Vale a pena reler todo este documento neste momento da Educação e Formação de Adultos em Portugal.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ler + Um projecto consolidado.

Vale a pena ouvir...

José Pacheco Pereira



e...
Eduardo Lourenço


terça-feira, 19 de agosto de 2008

E depois do Processo RVCC?

Nos últimos anos tenho acompanhado os Centros Novas Oportunidades como Avaliador Externo. Em Julho estive presente, pela primeira vez, na cerimónia de entrega de diplomas. Na sala estavam presentes cerca de 350 pessoas que completaram o processo RVCC de nível básico e/ou secundário. Nessa altura, como em outras várias em que tenho discutido publicamente a Iniciativa Novas Oportunidades fiquei com uma ideia concreta. O processo RVCC é, sem dúvida, um desafio. Um desafio para as escolas, para os profissionais e formadores, mas, acima de tudo, para os adultos. E esse desafio tem, na sua natureza uma potencialidade estratégica. É aqui que tenho que deixar um alerta que é também um desafio. Durante muito tempo, os CNO com quem colaborei, sabem que defendi a existência de estratégia concretas de orientação dos adultos após o processo RVCC como forma de efectiva qualificação. Sempre afirmei que havia uma falsa ideia em torno do conceito de qualificação associado a este processo. É por isso que sempre fui defensor da existência de uma estratégia de Plano Pessoal de Qualificação para cada adulto individualmente. Mais, que cada Dossier/Portefólio fosse, na sua essência esse mesmo plano. O regresso à escola de tantos adultos tinha que ser aproveitado ao máximo para a continuidade e não para ser apenas um momento pontual de revalorização pessoal, profissional ou social. E o desafio que deixo parte dessa ideia. Urge começar a pensar uma estratégia complementar ao processo RVCC. Fala-se no RVCC Profissional mas é preciso mais do que isso. É preciso uma linha transversal e paralela ao processo RVCC que assente na Formação Profissional. E não falo na formação teórica/institucional/financiada dada como o foi nos últimos 10 anos. É preciso uma estratégia nacional que, assente num diagnóstico e em objectivos de médio e longo praso definam clusters de intervenção estratégica. Sejam eles o Turismo (talvez um destaque natural), a Industria ou os Serviços é preciso mudar a estratégia. Dar uma formação inter-pares. Mais no modelo CET. Aproveitar os recursos humanos que regressaram agora à escola por via do processo RVCC e efectivamente melhorar a qualidade da sua intervenção no seu contexto de trabalho a nível pessoal e a nível da empresa. Talvez seja tempo de começar a pensar na implementação do Catálogo Nacional de Qualificações como um instrumento integrado num objectivo colectivo e não só como um modelo de regulação e normalização. Digo, potencialmente temos nas mãos o que nunca tivemos enquanto país nos últimos 20 anos. É agora preciso ter coragem. A coragem de efectivamente pensar a médio e longo prazo. A coragem de dizer não a uma formação inútil e desligada da realidade e avançar para um plano nacional de formação profissional numa estratégia de consolidação efectiva da Iniciativa Novas Oportunidades. Fica a ideia. Talvez um desafio. Ou talvez uma solução.

domingo, 17 de agosto de 2008

CIEP - Universidade de Évora

«O Conselho Científico do Centro de Investigação em Educação "Paulo Freire", da Universidade de Évora, acolheu com agrado o pedido de negociação apresentado pelo Departamento de Psicologia, no sentido de considerar a possibilidade do Centro acolher mais aquela área de estudo e caminhando na construção de um campo de conhecimento, onde as áreas de Educação e Psicologia se intersectem e, simultaneamente, transvazam o seu objecto de estudo tradicional. Assim, no passado dia 19 de Outubro, o Conselho Científico do CIEd, discutiu a aprovou uma alteração estatutária que permite a incorporação da Psicologia no seu seio, alterando a sua designação para uma outra mais abrangente de Centro de Investigação em Educação e Psicologia, da Universidade de Évora (CIEP/UÉv) nome que a partir de então o identifica.»
Aqui fica a página a visitar destacando alguns dos artigos disponíveis on-line.

sábado, 16 de agosto de 2008

Guia de Acesso ao Secundário - Educação e Formação 2008

«O Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) editou, recentemente, uma publicação que reúne, de forma organizada, informação sobre a oferta educativa e formativa, de nível secundário, para jovens e adultos, relativa a 2008. A informação disponibilizada nesta primeira edição distribui-se pelas diversas modalidades de educação e formação, nomeadamente: cursos artísticos especializados, cursos científicoshumanísticos, cursos de aprendizagem, cursos de educação e formação de adultos, cursos profissionais e cursos tecnológicos. Os cursos apresentados são ministrados por entidades de educação e formação de natureza pública e privada. A oferta consiste, no essencial, em cursos ministrados em estabelecimentos de educação e formação, em centros de formação profissional e centros de emprego. A informação apresentada nesta publicação resulta do trabalho de articulação entre o GEPE, a Agência Nacional para a Qualificação (ANQ), o Instituto do Emprego e Formação Profissional e as direcções regionais de educação.Toda a informação apresentada no guia está disponível no sítio da Iniciativa Novas Oportunidades. A edição imprensa do Guia de Acesso ao Secundário - Educação e Formação 2008 - poderá ser consultada no Ponto de Informação Novas Oportunidades da ANQ.»

sábado, 2 de agosto de 2008

Férias...

FAQ's, EFA e a Avaliação Externa

Por pedidos e devido à necessidade de dar resposta a muitos dos e-mails e contactos que me chegam, durante o mês de Agosto estará em construção neste espaço, num separador que surgirá na barra superior deste Blog, uma página de "Perguntas Frequentes (FAQ's)" que permitirá tirar algumas das dúvidas que são recorrentes. Esta página estará em construção até a o início de Setembro sendo disponibilizadas algumas das questões e respostas à medida que vão sendo elaboradas.

Por outro lado, para além desta página, será criada ainda outra só destinado à partilha de documentação, práticas, estratégias e orientações para os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA). Nesta página poderão, em breve, encontrar vários recursos, dinâmicas, orientações e documentação que poderá ser útil para formadores, mediadores e coordenadores. Estará disponível o separador, tal como o anterior, na barra superior deste blog no espaço junto ao título.

Por últimos, e devido aos e-mails que tenho recebido deixo aqui algumas questões e respostas que podem esclarecer os novos Avaliadores Externos.

a) Como e o que fazer agora que saiu a lista?
Resposta: Nada. Por enquanto nada há a fazer que não seja confirmar o nome. Em breve a lista definitiva sairá em Diário da República.

b) Como sou contactado/a?
Não será a ANQ a contactar os avaliadores. São os CNO, consoante as necessidades e tendo acesso à lista que contactam os avaliadores. Os CNO têm acesso aos elementos necessários para esse contacto.

c) Existe algum tipo de contrato?
Sim. Pode existir um contrato de prestação de serviços com os CNO. São eles que contratam e são eles que liquidam os valores dessa prestação de serviço.

d) Conta tempo de serviço?
Não.

e) Há incompatibilidades?
Sim. É incompatível a todos os elementos ligados a Centros Novas Oportunidades, às entidades promotoras dos Centros Novas Oportunidades, à Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (ANQ, I.P.) e atodo o Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, incluindo, designadamente, todos os serviços locais e regionais dos Ministérios da Educação e do Trabalho e da Solidariedade Social que tenham envolvimento directo na implementação do referido Sistema, nomeadamente no acompanhamento dos Centros Novas Oportunidades.

f) Existe remuneração mensal?
Não. Os júris têm no máximo 6 adultos e o pagamento é feito pelos CNO em função deste número.

g) O que fazer agora que o meu nome saiu como admitido.
Em Outubro a ANQ irá realizar formação para Avaliadores Externos. Após essa formação podem ser convocados para Júris.

f) Estes são os únicos Avaliadores Externos?
Não. Esta é a nova lista dos novos Avaliadores. Há muitos Avaliadores Externos que têm trabalhado até agora com os CNO e que o vão continuar a fazer. Estes estão acreditados por despachos anteriores e continuarão as suas funções.