Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Blog do CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião
Concurso Público: Anúncio.
Lista de Avaliadores Externos: ANQ
Devido aos vários e-mail deixo algumas orientações:
a) Esta lista é uma lista provisória. Serve apenas para indicar quais as admissões e exclusões.
b) Os candidatos devem esperar pela publicação em Diário da República da lista definitiva.
c) Os Centros Novas Oportunidades terão acesso a esta lista e podem solicitar, entre os Avaliadores Externos, contactando os mesmos no sentido de integrarem a bolsa de avaliadores.
d) Geralmente os Centros Novas Oportunidades têm 2 a 3 avaliadores em bolsa.
e) O trabalho preparatório dos Avaliadores Externos pode passar pela leitura dos Referenciais de Competência-Chave e análise da organização e orientações do processo RVCC.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Um testemunho: RVCC Secundário.
«Estive desde Outubro de 2007 até Junho de 2008, num processo de RVCC no CNO da Escola Secundária Marquês de Pombal, em Lisboa.
Começámos as sessões de reconhecimento em 26 de Outubro de 2007, éramos cerca de 20 pessoas. O grupo de 5.ª feira acabou com 9 elementos, muitos foram os que desistiram do processo na sua maioria jovens entre os 20 e os 25 anos. Dos 9 resistentes cinco já concluíram o processo e os outros provavelmente fá-lo-ão
Este processo nunca foi facilitado (…). Inicialmente foram muito contestados, porque o centro do processo de RVCC é o adulto e o que nos pediam era que trabalhássemos os indícios desocultados na nossa “história de vida” e os transformássemos em evidências em C em L e em C (Cultura, Língua e Comunicação), em C e em P (Cidadania e Profissionalidade), em S, em T e em C (Sociedade, Tecnologia e Ciência), depois que atingíssemos vários níveis de complexidade em DR1, DR2, DR3 e em DR4... tudo era tão exigente que um dos colegas dizia com frequência “o que querem é uma tese”. Hoje posso afirmar que a minha autobiografia é uma tese sobre a minha vida, a minha experiência, as minhas competências, as minhas formações e ainda sobre o mais recente processo pelo qual passei durante o RVCC o processo de auto formação e este foi indispensável para a conclusão do processo de RVCC não atingi os 88 fiquei pelos 70 créditos apenas porque já não tinha tempo e nem disposição para fazer mais, estava demasiado cansada deste longo processo. Irei faze-lo ao longo da minha vida com certeza porque este processo não tem fim...mas certo é que a exigência e os graus de dificuldade que encontrei e ultrapassei fazem-me sentir orgulhosa do meu PRA, do meu percurso no CNO da Escola Secundária Marquês de Pombal e do meu Diploma de Secundário que obtive com todo o mérito porque trabalhei muito para o conseguir, abdiquei de muitas horas em família para me dedicar ao PRA.
A todos os que estão no processo e aos que estão por ingressar nesta aventura, não esperem facilitismo, não digam quando concluírem o processo que foi fácil, não acreditem no que vos dizem sobre as facilidades dos outros CNOs... cada CNO trabalha de acordo com os instrumentos que possui e com as equipas que dispõem. O RVCC Secundário está longe de ser uma processo fácil mas é isso que se quer que não seja simples pelo contrário que seja complicado, com vários obstáculos para que cada adulto consiga através da sua experiência de vida e com auto formação ultrapassar cada um deles com afinco, trabalho e dedicação só assim este processo é credível só deste modo o nosso diploma é válido e respeitado.
Boa sorte a todos e bom trabalho!...»
(Sandra Alves)
segunda-feira, 28 de julho de 2008
O Balanço de Competências: Desafios.
domingo, 27 de julho de 2008
...ainda se discute?
sábado, 26 de julho de 2008
O primeiro passo: Desafios dos Júris...
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Uma Sessão de Júri inovadora!
Texto adaptado de e-mail enviado pelo Coordenador Pedagógico: Manuel Borges.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
A OCDE e o Ensino Profissional.
Fonte: ANQ
Os cinco desafios dos Coordenadores dos CNO
1. A programação de formação interna de ajustamento para as equipas (numa tipologia de acolhimento + team building).
2. A procura de parcerias estratégicas, não só a nível externo como a nível interno (por exemplo, com as equipas dos cursos EFA).
3. A construção de uma política de qualidade. Com avaliação interna e metodologias de controlo da qualidade do processo nas diferentes fases.
4. A procura de articulação entre as metas, objectivos e linhas de orientação e a criação/manutenção do "espírito" de trabalho do CNO.
5. A implementação de processos de comunicação e gestão do conhecimento. Articulando a produção com o reconhecimento público e social do processo, registando e implementando metodologias de gestão do conhecimento no contexto de actuação do CNO e no contexto de utilização por parte dos adultos e do público em geral.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Os cinco desafios para Formadores do processo RVCC.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Os cinco desfios dos Profissionais RVCC
domingo, 20 de julho de 2008
Os cinco desafios do Técnico Superior.
1. O Técnico Superior deve estar sempre actualizado sobre: Perfis Profissionais (certificados ou a certificar de acordo com o Catálogo Nacional de Qualificações), assim como, da legislação em vigor para a qualificação profissional.
2. O Técnico Superior deve ser capaz de iniciar um processo de consciencialização do adulto para a auto-construção de um percurso formativo.
3. O Processo de Diagnóstico e Orientação deve ser partilhado com o adulto e também com os profissionais RVCC e formadores. Pode, caso seja útil, recorrer ao Avaliador Externo para apoio na decisão a tomar.
4. A Orientação e Posicionamento do adulto devem ser pensados com uma visão prospectiva e não só de "recuperação" da qualificação.
5. A articulação de todo o processo de desenho da solução partilhada com o adulto deve ter em conta o triângulo: Mercado de Trabalho - Aprendizagem ao longo da vida - Certificação Escolar e Profissional (Com ou sem formação).
A aventura de ser o primeiro...
Assim, deixo aqui as minhas últimas experiências como Avaliador Externo e com as equipas dos CNO que acompanho.
Começo pelo júri em que estive presente no CNO da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré. Foi o primeiro júri do RVCC Secundário. O trabalho levado a cabo pelo
Segue-se o Júri no CNO da Escola Secundária de Pombal. Como sempre tenho dito considero o trabalho deste CNO como exemplar. No entanto, nota-se, nesta altura aquilo que veio trazer a agitação neste contexto para as equipas. O concurso para profissionais RVC e para Técnicos
A minha visita seguinte foi ao CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião. Curiosamente este CNO começou por onde mais nenhum que eu acompanho começou. Por um júri parcial. Eu gosto particularmente dos júris parciais. Não pelo facto de serem parciais mas pelo papel que o Avaliador Externo pode e deve ter. Encontrei uma equipa na expectativa do que se
Mais um júri de RVCC Secundário. Desta vez no CNO do NERGA. Tenho que de
Por último, os Júris do CNO do Agrupamento de Escolas do Fundão. Ao longo do tempo em que sou Avaliador Externo enviei três louvores. Um a um CNO e dois a profissionais RVCC. Tive, nestes júris do RVC Secundário, a prova que o louvor que enviei à equipa deste CNO foi mais do que merecido. Encontrei uma equipa que domina de forma excelente o
Obrigado a todos pela forma como sou sempre recebido nos CNO e pelo muito que tenho aprendido com as equipas e com os adultos.
Não posso deixar de falar em todos os adultos. É por eles que todos nós estamos de corpo e alma neste desafio. É também para eles que vão sempre os principais e maiores Parabéns!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Um questão fundamental: Leitura e Escrita
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Um modelo de Relatório Final: RVCC Secundário
Uma ajuda na leitura do 357...
A Competência: 5 pontos fundamentais.
2. Decorre sempre de uma acção, portanto a competência está ligada a uma actividade, em tempo real;
3. A competência é fortemente contextualizada: ser competente num universo A, não garante mecanicamente a mesma competência no Universo B;
4. A competência assume-se em diferentes níveis desde o instrumental ao cognitivo ou comportamental;
5. A competência é sempre o resultado de uma combinação de acções: não se pode reduzir a um conhecimento ou uma acção isolada;»
domingo, 13 de julho de 2008
I Júri Secundário: CNO de Almodôvar
Eis o que encontrei:
Depois o Centro Novas Oportunidades. Sempre tinha achado curioso que o CN
E por fim, o mais importante. A equipa.
A minha visita tinha como objectivo participar na I Sessão de Júri de Nível Secundário e como tal solicitei uma reunião com a equipa. As dúvidas eram as mesmas que em quase todos os CNO. Mas o "espírito" não. Reparei que todas as questões colocadas tinham como objectivo dar resposta aos adultos e não ao modelo ou à estrutura do processo. Foi a primeira agradável surpresa. A segunda surpresa foi construída ao longo das 12 horas de trabalho em conjunto, manhã e tarde, no decurso da sessão de júri. A Dra. Carla e a Dra. Alexandra levaram a júri adultos que concluíam naq
Por fim, e como são os actores mais importantes neste processo, os adultos. Ao Mário Nunes, Amélia Fernanda, Nuno Domingos, Vítor Afonso, Jerónimo Saleiro, Valter Palma e Paulo Martins o meu obrigado e os meus parabéns. Obrigado pelo tanto que aprendi com todos nas horas em que estivemos juntos e os meus parabéns pela conclusão desta etapa no vosso processo de qualificação. Sinto profundo orgulho e honra em ter estado presente na qualidade de Avaliador Externo neste momento das vidas destes adultos e de ter recebido destes exemplos de aprendizagens consolidadas ao longo da vida que também a mim enriqueceram.
Os meus sinceros parabéns e o meu reconhecimento pessoal e profissional pelo excelente trabalho que levaram a cabo.