Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
RVC: Vale a pena recordar o esquema...
quarta-feira, 9 de julho de 2008
As TIC: Imigrantes e Nativos
terça-feira, 8 de julho de 2008
Abordagem de Língua Estrangeira: CLIL.
Newsletter Tempus IV
Tendo em conta o 1º Convite à Apresentação de Propostas (Abril 2008), a Agência Nacional solicitou às IES Portuguesas candidatas, como coordenadoras ou parceiras de projectos, que dessem a conhecer as principais motivações que estiveram na base das respectivas candidaturas ao Programa Tempus.
Em Portugal, o Programa Tempus IV está integrado na Agência Nacional para a Gestão do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida (Ponto de Contacto Nacional).» Fonte: PROALV
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Um excelente recurso para reflexão...
Legendas em Português do Brasil.
domingo, 6 de julho de 2008
A relação: Processo RVCC e Cursos EFA.
sábado, 5 de julho de 2008
Reuniões, PAT's e um Júri...
A semana começou com uma reunião com a equipa do CNO do Agrupamento de Escolas de Ansião. Como disse no meu espaço do Twitter, uma adulta está quase pre
Depois, Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Arganil. Mais uma reunião com a equipa. Desta vez, como as restantes equipas, as dúvida
Mais uma reunião me esperava num outro dia. No CNO da Escola Secundária da Gafanha
Importa pensar os créditos como uma classificação. Não como notas mas como posicionamento do adultos pós processo em comparação. Isto é...
a) Para os Cursos de Especialização Tecnológica, muitas universidades e politécnicos já pensam e usam os créditos como sistema de classificação dos adultos.
b) Para efeitos profissionais esse mesmo número de créditos, associados ao CNQ é diferenciador e será ainda mais com a disseminação da certificação profissional.
c) Comparativamente, e com a potencial abertura transversal da utilização de do sistema de crédito no ensino dito formal, quer superior, quer secundário, os adultos que terminam o processo RVCC Secundário serão colocados, comparativamente, em posição de classificação face a estes modelos formais de ensino...
É preciso ter isto em conta na decisão de terminar o processo, que pelo adulto, quer pelas equipas.
Depois, o Professor Francisco Rodrigues, convidou-me para estar presente nas PAT (Provas de Aptidão Tecnológica) do Curso Profissional de Mult
E por fim, um júri... Sim que também é essa a função do Avaliador Externo. Foi no CNO do Agrupamento de Escolas do Fundão. Senti aqui o que representa a mudança provocada pela alteração nas equipas. Senti aqui, no sentido humano do coordenador o desafio que se avizinha com a reformulação das equipas. Senti também aqui que a estratégia que tenho usado de convidar sempre outros CNO a estarem presentes nas sessões de júri de validação é uma boa prática para desmitificar ideias pré-concebidas. Tenho sempre convidado CNO para estarem presentes em sessões de júri uns dos outros. É preciso quebrar medos, "olhares por cima do ombro" e demais visões que separem em vez de unir todos num mesmo objectivo. Assim, o CNO da Escola Secundária Campos Melo, com alguns elementos da sua equipa estiveram presentes.
Tenho que destacar uma coisa que me fez muito bem assistir. O "Grupo 83", composto por vários adultos, revelou, em sessão de júri, uma das coisas que tenho dito que está a ser mal feita e perdida pelos CNO. O chamado balanço de competências contextual ou o registo de evidências de criação de pontos comuns estrategicamente orientados para uma "inteligência colectiva". Os adultos interagiram com os profissionais e formadores mas também entre si partilharam e "ganharam" competências. Isto deve estar presente nos seus dossiers/portefólios. Tenho que destacar este grupo, assim como, o excelente trabalho da Dra. Adelina Clemente na construção de um trabalho sólido, de qualidade e rigor e acima de tudo, de credibilidade. Parabéns. Ficam imagens dos dossiers/portefólios apresentados.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Gestão do Conhecimento: Para quando nos CNO?
Portefólio Digital? Uma boa escolha?
«Os portefólios electrónicos em contexto educacional são portefólios que possibilitam que a colecção dos materiais coleccionados (artefactos) inclua quer documentos em formato texto quer documentos em formato gráfico, vídeo, áudio (Barrett, 2000:3) e inclusive hipermédia. Estes portefólios respeitam a filosofia subjacente ao conceito educacional de portefólio, considerando a vertente reflexiva do aluno quando selecciona os materiais para o seu portefólio. No caso dos portefólios de aprendizagem e de avaliação das aprendizagens dos alunos, os portefólios permitem que os alunos, à medida que constroem a sua colecção, tenham a oportunidade em analisarem o seu trabalho e de porem em prática, com a ajuda do feedback fornecido pelo professor, as suas capacidades de auto-avaliação e de auto-regulação, tornando-se estudantes mais autónomos e responsáveis quer pela sua aprendizagem quer pela sua avaliação.»
Fonte: Ana Paula Alves
«Porquê um portefólio digital?
• Maior facilidade de criação de um portefólio multimédia com integração de imagem estática, animada ou vídeo, texto e som
• Permitir a adopção de uma estrutura hipermédia na organização da informação com recurso a hiperligações internas, entre diferentes documentos ou mensagens do portefólio, ou externas para recursos disponíveis na web.
• Não menos relevante é o facto de algum do software que pode servir de suporte à elaboração de portefólios digitais permitir a colocação de comentários e contributos que incentivam a uma construção crítica e colaborativa do portefólio.»
Fonte: Portefólios digitais: revisitando os princípios e renovando as práticas.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Balanço de Competências (Contextuais): Conceitos.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
O que estou a fazer?
Vi no Twitter da Mafalda Branco que andava a ver como isto funcionava... Fica aqui uma ajuda:
CNO Destaque - Mês de Julho
Fiquei, sinceramente, bem impressionado com o que vi. Desde a sólida e qualificada equipa técnico-pedagógica, à forma como a articulação entre os referenciais de competências estavam a ser implementados. Lembro-me de ter retido na memória uns "separadores" (vou chamar-lhes "orientadores") para os adultos, no seu portefólio, terem uma ideia da sua evolução e localização nas actividades de exploração realizadas e a realizar em consonância com as aprendizagens realizada ao longo da vida. Espero, em breve, dar notícias de alguns júris realizados e partilhar algumas práticas observadas.
domingo, 29 de junho de 2008
As 200.000 visitas...
Sociedade do Conhecimento? Ou não?
Fonte: Uso educativo do wiki: um estudo de caso na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília.
sábado, 28 de junho de 2008
Júri e um Encontro: Respostas para a Qualificação.
Uma das coisas mais interessantes deste encontro foi a apresentação do logótipo do CNO da Escola Secundária de Alcobaça. Este símbolo é a prova que a colaboração e a cooperação resultam numa estratégia de mobilização de competências de vários elementos. Fica aqui a imagem do CNO que, a meu ver, consegue captar duas coisas: A essencia da dinâmica da coordenação do CNO no objectivo de inovação e qualidade e a capacidade de mudança e originalidade necessárias a este desafio que agora começa para esta escola e para a equipa que abraçou este projecto. Boa sorte e parabéns pelo trabalho já desenvolvido.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Desafio: Qualificar
A minha última questão/reflexão centra-se na palavra "Qualificar". Publicamente já tenho dito que este é o desafio em que estamos envolvidos e não sei até que ponto o estamos a ganhar.
Passo a explicar. Ouvia ontem, no encontro em Alcobaça, a Dra. Maria do Carmo Gomes ( e onde conheci o Paulo e a Isabel do CNO da Escola Maximinus de Braga), cujas ideias e visões partilho, lançar a provocação à audiência de retirar a palavra "certificação" do contexto de implementação das estratégias de RVC. Esta provocação não é mais do que aquilo que tenho como um dos maiores desafios da Iniciativa Novas Oportunidades na sua globalidade. Dos jovens aos adultos. O problema não se centra na certificação. Centra-se na qualificação. E esse é o maior dos desafios. De que vale aumentar a escolarização certificada da população se não se qualifica efectivamente essa mesma população para os desafios do futuro em termos profissionais e escolares?
Tenho defendido a ideia, e já o fiz quando publiquei neste espaço umas ideias para o Plano de Desenvolvimento Pessoal que a qualificação não é um momento. Um momento é a certificação. A qualificação é um processo de consciencialização da aprendizagem ao longo da vida e da formação/melhoria/desenvolvimento pessoal e profissional. E é esse desafio que os CNO podem estar a perder. Ou melhor, é esse desafio que Portugal pode estar a perder. Ouvi, também no encontro o que já referi várias vezes aos CNO com que colaboro. Um profissional ou melhor, uma equipa que não vá duas ou três vezes por dia tirar dúvidas ao Catálogo Nacional de Qualificações sobre o melhor e o correcto percurso de qualificação e competências para um adulto em processo RVC não está no bom caminho. A qualificação exige um processo de informação, adequação e desafio constante de informação, orientação e competência. É neste espírito e neste principio que os CNO devem trabalhar. Não para o da certificação. Se o estão ou estiveram a fazer lançaram para mercado social e profissional um conjunto de adultos que ao terem uma segunda oportunidade de regressar à escola levaram desta, ao sair, uma resposta incompleta.
Fica então a minha provocação: Porque não olham os CNO para o trabalho realizado e questionam o seguinte: Estamos a certificar ou qualificar? A resposta, neste caso, é a essência da qualidade atingida.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Curso de Formação: Avaliação e Validação de Competências.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Desafios: As Equipas dos CNO.
Quero agradecer aos 327 participantes que já responderam ao inquérito que ontem deixei neste espaço. Espero em breve ter muito mais respostas e elaborar um documento que depois publicarei no final da semana com os resultados.
Uma das questões que torna evidente é (e claro na realidade dos vários CNO que conheço), e ao contrário do que se tem ideia, a estabilidade das equipas. Principalmente ao nível dos profissionais. Estabilidade, digo, tempo de relação da pessoa com a entidade e nada mais. A verdade é que os CNO tem uma tendência para formar as equipas criando um espírito muito próprio. Isso leva tempo, investimento e acima de tudo dedicação. Poucas são as alterações nas equipas, ao nível dos profissionais RVCC que acompanhei. Muitos(as) são os mesmos, nos mesmos CNO de há 4/5 anos para cá. Mas esta relação contrasta com uma certa indefinição na relação laboral (até aqui com recibos verdes e agora com contrato) e nos difíceis horários de trabalho. O trabalho nocturno, diário e de acompanhamento é extenuante para todos os recursos humanos dos CNO. Não há momentos. Há um contínuo permanente de respostas a dar, de orientações a realizar e de decisões a tomar. Isto não se aplica só aos profissionais RVCC mas a toda a equipa. Da coordenação aos formadores. As dificuldades de uma gestão financeira e humana, assim como, da gestão do tempo são situações difíceis de superar.
Mas a verdade é que, ao longo do tempo, os CNO deixaram de existir. Parece estranha a afirmação mas não é. Hoje, na maioria dos casos, os CNO são equipas de profissionais muito qualificados e preparados para os desafios emergentes da inclusão na escola da Educação e Formação de Adultos e não meras organizações formalmente instituídas.
Sempre o disse publicamente que o primeiro acto de respeito da minha parte é sempre para com os coordenadores, profissionais e formadores que fazem os CNO. Aqui fica esse reconhecimento público de respeito, de reconhecimento e de parabéns pelo imenso esforço e dedicação nestes últimos anos.
Agora os desafios. Não são poucos.
1. Quanto aos profissionais: A estabilidade contratual parece ser uma realidade atingível, veremos se as mudanças de equipas que permite não alteram a lógica para que foi criada. Penso que acima de tudo é necessário credibilizar a função. Por um lado, a meu ver, é essencial implementar um processo de certificação profissional (já criado) para formação inicial e contínua. Por outro é preciso criar uma forma de articulação de práticas, a meu ver, centrada na formação inter-pares. O reconhecimento social passa pela afirmação pessoal da função exercida e isso só pode acontecer com a auto-conciencia da mesma.
2. A gestão de recursos humanos nos CNO tem que se tornar mais "empresarial". No bom sentido, claro. A verdade é que o adulto é o centro do processo e a resposta a este deve ser rápida, ajustada e orientada. Mas não podemos esquecer a necessidade de articulação entre a vida profissional e familiar dos coordenadores, profissionais e formadores para o fazer. A flexibilidade de horários em presença, o trabalho de orientação no local, a formação complementar, as orientações por plataformas de criação de portefólios digitais e todos os instrumentos que permitam essa flexibilização devem ser implementados e usados como forma de valorizar a vida pessoal e profissional de todos e a resposta necessária do CNO como um e não como soma das partes.
3. A formação em contexto. Penso que os CNO esperam muito pela formação "oficial" da ANQ e outros e existem «boas práticas» que podem ser partilhadas. A criação de pequenos encontros, com o espírito workshop, funcionam muito melhor que os grandes encontros locais.
Depois existe uma necessidade de informação. A formação é necessária, mas mais necessária, em muitos casos, é a informação. Uma das realidades com que me confronto como Avaliador Externo é ir a uma sessão de júri, perguntar no final como vai continuar os estudos e a resposta ser: RVCC. A razão é simples. Falta de informação da equipa sobre ofertas, falta dessas mesmas ofertas e muitas vezes, falta de conhecimento sobre o enquadramento da certificação profissional necessária. O papel do técnico superior minora este facto mas toda a equipa deve articular-se para a qualificação do adulto em torno de um objectivo de continuação dos estudos académicos ou resposta mais profissional. Para isso é urgente e necessária a partilha de informação.
Aqui ficam mais algumas reflexões e desafios. Novamente e principalmente para os CNO com que trabalho e onde a palavra "facilistismo" morreu à nascença todo o meu reconhecimento profissional e pessoal pelo excelente trabalho realizado até à data e a minha palavra de que tem sido uma honra trabalhar com todos.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Inquérito: Desafios do Processo RVCC.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
EFA: Encontro na E.S. Inês de Castro - Alcobaça
14.45: Abertura.
15.00 : "Do Referencial de Competências até à Certificação, passando pelo Portefólio Reflexivo de Aprendizagens: E quando o adulto resiste a escrever?" - Dra. Maria do Carmo Gomes.
16.00: Debate
16.30: Pausa para café
17.00: "Dinâmicas para a mobilização de competências: Memórias de Vida." - Dra. Mafalda Branco.
18.00: Debate
18.30: Encerramento