Um dos papeis do Processo RVCC tem sido mobilizar competências (muitas vezes, novas competências, em TIC). Fica a indicação de um bom artigo a ter em conta aqui.
Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Alfabetização e Analfabetismo "Digital".
Um dos papeis do Processo RVCC tem sido mobilizar competências (muitas vezes, novas competências, em TIC). Fica a indicação de um bom artigo a ter em conta aqui.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Um trabalho exemplar.
O candidato Abel Pereira brindou o seu momento de apresentação final com a montagem de toda uma maquete elaborada por ele para o neto e que, do ponto de vista das competências supera em muito todo o que era pedido. A associar a esta apresentação, a consciência crítica e conhecimentos no âmbito da Guerra Colonial, da situação do país e da reflexão sobre a aprendizagem fizeram deste adulto em processo um exemplo para toda a equipa, assim como, para mim enquanto Avaliador Externo.
Outra das apresentações, do Sr. Fernando Costa, levou todos os elementos do júri a uma viagem à história da imprensa em Portugal. Trabalhando na "Comarca de Arganil" demonstrou ser um adulto consciente e crítico sobre a evolução da tecnologia e que dedicou muito do seu tempo na
Outro candidato, porém, foi mais longe na originalidade. Toda a capa do seu dossier foi decorada com cascas de ovo. Essa originalidade, associada a um conteúdo em crescimento, revelam que o processo RVCC, muitas
Por último, um adulto que foi para mim um exemplo do que pode ser o processo de RVCC na vida de uma pessoa. Com uma história pessoal muito rica, centrada numa experiência profissional construída em torno de saberes tradicionais (Reconstrução de Casas em Aldeias Históricas, como por exemplo, na aldeia do Piodão), este adulto revelou
segunda-feira, 21 de abril de 2008
e.Autobiografias...
Autobiografia/História de Vida
domingo, 20 de abril de 2008
Curso Europeu - Empreendorismo Adultos
O curso será ministrado em Inglês, decorrendo em horário laboral com a duração total de 26 horas. Esta formação tem os seguintes módulos: Introduction to Entrepreneurship; Competence Audit; Communication Competences; Creative Thinking and Innovation Skills; Decision Making Skills e, ainda, Self-Related Competences.
Uma segunda edição deste curso irá decorrer em Viena, na Áustria, entre os dias 7 e 11 de Setembro.»
Para mais informações e inscrições contacte:
Sociedade Portuguesa de Inovação
E-mail: analeal@spi.pt
Sítio: http://training.spi.pt
sábado, 19 de abril de 2008
400.000 mil nas Novas Oportunidades...
A ministra entregou hoje em Mirandela 500 certificados, nove com equivalência ao 12º ano e a maioria dos restantes ao 9º ano.
Lembrando que o sistema de ensino português já ofereceu outros programas idênticos anteriormente, como a educação de adultos e o ensino recorrente, a ministra frisou que "nem nos melhores anos, com 70 mil inscrições, a adesão foi tão grande como agora".
"É muito mais do que um reconhecimento daquilo que nós sabemos", considerou Fernando Sá, um dos 50 agentes das forças de segurança (PSP e GNR) que receberam certificados, no auditório municipal de Mirandela.
As forças de segurança frequentam este programa ao abrigo de protocolos entre os ministérios da Educação, do Trabalho e Solidariedade Social e da Administração Interna.
Esta oportunidade trouxe motivação para "voos mais altos" ao agente da PSP, que, aos 47 anos, está a pensar continuar a estudar, concretamente num curso de Direito.
Indeciso ficou o colega da GNR, Domingos Alves, hoje certificado com o 9º ano, mas que aos 51 anos entende que "já é um bocado tarde" para continuar os estudos.
"Tenho pena é que tenha (este programa) vindo tão tarde", disse.
A ministra desafiou os críticos do programa a "virem junto desta gente dizer que foi com facilitismo que conseguiram estes diplomas".
Para Maria de Lurdes Rodrigues esta é a forma "de dar a oportunidade ao país para saldar a dívida para com estes adultos", que entraram no mundo do trabalho muito cedo e não puderam estudar.
É para eles, segundo a ministra, este programa que quer "acertar contas com as gerações anteriores excluídas pelo sistema dos avanços que levaram Portugal a conseguir em 30 anos o que muitos países europeus levaram mais de um século".
No país, existem 3,5 milhões de adultos sem o 9º ou 12º anos, meio milhão dos quais com menos de 24 anos". De acordo com a ministra da Educação, fazem parte de gerações anteriores à entrada em vigor da escolaridade obrigatória, em 1986.
Segundo números avançados pela governante, há 30 anos, apenas sete por cento dos jovens tinham acesso ao ensino secundário. "Hoje este número multiplicou por dez" disse.»
Fonte: RTP
Os Júris de Validação
O meu trabalho, nesta área, levou-me nos últimos júris a vários CNO com que trabalho com alguma regularidade.
Sem dúvida que o trabalho realizado por esta equipa se tem revelado essencial na vida de tantos candidatos que procuram uma forma de concluir a equivalência ao Ensino Básico, como, sempre a destacar a originalidade posta na construção dos dossiers/PRA. Os meus parabéns à equipa pelo trabalho feito.
Outro Júri de Validação em que estive presente foi na Escola Secundária Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz. Uma sessão em que re revelou essencial a realização de uma boa triagem inicial para diferenciar os candidatos ao processo RVCC que devem frequentar o Ensino Básico e aqueles que, por terem experiências de vida muito ricas, podem frequentar a equivalência ao Ensino Secundário.
Mas os júris de validação continuaram e no CNO da Escola Secundária da Gafanha da Nazaré fui encontrar um conjunto de candidatas que recordo agora. A equipa de formadores
Por último, uma viagem mais longa, levou-me ao Agrupamento de Esc
A todos, equipas e adultos, coordenadores e candidatos, os meus parabéns.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
O PRA e as Pistas...
quarta-feira, 16 de abril de 2008
+ 23 anos - Orientações
Devido a um conjunto de e-mails recebidos deixo aqui informação sobre o processo de acesso ao Ensino Superior por via da candidatura "+ de 23 anos".
«O Decreto-Lei 64/2006, de 21 de Março, que regulamenta as provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, previstas no n.º 5 do artigo 12.º da Lei n.º 46/86, de 14 de Outubro (Lei de Bases do Sistema Educativo), alterada pelas Leis n.ºs 115/97, de 19 de Setembro e 49/2005, de 30 de Agosto, tem como destinatários os candidatos que completem 23 anos até ao dia 31 de Dezembro do ano que antecede a realização das provas, independentemente das habilitações académicas de que são titulares, conforme disposto no artigo 8.º.
Assim, na sequência da interpretação já estudada, resultante do artigo 12.º , n.º 5, da Lei de Bases e do preâmbulo do Decreto-Lei em apreço, onde se lê que um dos objectivos do XVII Governo Constitucional é a promoção da aprendizagem ao longo da vida e a atracção de novos públicos, clarifica-se o público alvo a contemplar. Também a Lei n.º 49/2005, de 30 de Agosto, veio a estabelecer uma flexibilização do anterior sistema – o que se tinha revelado extraordinariamente restritivo no acesso ao ensino superior de estudantes adultos – pelo que ela procedia à sua regulamentação “alargando a área de recrutamento de eventuais candidatos e possibilitando o ingresso a um maior número de pessoas”.
Há uma diversidade de situações que poderão integrar-se no âmbito deste regime que contempla condições especiais para maiores de 23 anos, desde que não tenham habilitação de acesso para o curso pretendido.
Os estudantes interessados deverão consultar o estabelecimento de ensino superior que pretendem frequentar e esclarecer-se sobre o Regulamento, bem como o calendário em que decorrerá a avaliação de capacidades.
À medida que forem publicados os Regulamentos, em Diário da República, os mesmos serão divulgados neste site, para além dos sites dos próprios estabelecimentos de ensino superior.
Nota: A consulta deste site não dispensa um contacto directo ao próprio estabelecimento de ensino superior para confirmação da informação divulgada.» Fonte: DGES
Fica também uma repostagem sobre esta forma de abertura do Ensino Superior.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Um esboço do processo...
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Uma estratégia de trabalho.
Vale a pena lembrar...
domingo, 13 de abril de 2008
Um ponto de Informação.
Enquadrado no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades, o Ponto assume as seguintes áreas de intervenção:
- contacto e resposta directa ao cidadão, nomeadamente ao público-alvo abrangidos pela Iniciativa Novas Oportunidades;
- informação sobre os percursos educativos e formativos de dupla certificação para jovens e adultos;
- divulgação de iniciativas, boas práticas, metodologias e de materiais técnico-pedagógicos da responsabilidade da ANQ ou de entidades externas que contribuam para a promoção dos percursos educativos e formativos integrados na Iniciativa Novas Oportunidades;
- auto-formação e reforço das competências do público-alvo interno e externo afecto aos percursos educativos e formativos da Iniciativa Novas Oportunidades;
- disponibilização de recursos especializados nos domínios da educação e formação de jovens e adultos, através da dinamização documental e da recolha e tratamento de informação especializada;
- produção editorial nas áreas de intervenção da ANQ e desenvolvimento de processos de divulgação das obras publicadas.
Para usufruir dos serviços e dos produtos disponibilizados pelo Ponto de Informação Novas Oportunidades - Centro de Recursos em Conhecimento deverá inscrever-se como utilizador(a).
Para o efeito, poderá dirigir-se às instalações deste espaço ou enviar um e-mail para o endereço pontodeinformacaono@anq.gov.pt com os seguintes dados:
- Nome completo;
- Número de documento de identificação (Ex: Bilhete de Identidade, Título de Residência, Passaporte, etc.);
- Data de validade do documento de identificação;
- Data de nascimento;
- Morada de residência;
- Contacto telefónico e de e-mail.
Posteriormente, ser-lhe-á entregue ou enviado um cartão de utilizador do Ponto de Informação Novas Oportunidades - Centro de Recursos em Conhecimento.»
Fonte: ANQ
Uma rede social...
Formação Comenius
sábado, 12 de abril de 2008
Blog's - Uma Ferramenta de Apoio
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Três coisas que queria partilhar...
Este pequeno texto é o resumo do que de melhor nas últimas semanas encontrei como Avaliador Externo.
Nesse mesmo dia, à noite, estava no Fundão. No CNO do Agrupamento de Escolas João Franco. O primeiro júri de nível secundário teria lugar, nessa mesma noite, pelas 20.30 horas. Duas candidatas, que não esquecerei, trocaram comigo e com a equipa um conjunto de ideias, debatendo questões e afirmando a importância de terminar a equivalência do Ensino Secundário.
As duas candidatas revelaram claramente as competências referidas no PRA. Foi um bom júri com um bom trabalho realizado por todos.
Não posso deixar de me recordar do candidato à equivalência do Ensino Básico - 9.º ano que esta passada semana se apresentou a júri no CNO da Escola Secundária de Pombal. O Sr. Pedro Sousa andou todo o tempo do Processo RVCC a preparar uma maquete. Esta maquete fez parte da sua apresentação final em sessão de júri de validação. Foi criada para este momento. A Dra. Isabel Moio, profissional RVCC, referiu-me esse facto em conversa. Achei curioso que uma apresentação fosse feita assim. No final da sessão de júri desse dia, senti que há um verdadeiro investimento na aprendizagem que os adultos fazem para momentos como aquele.
Parabéns a todas estas pessoas e a muitas outras que no seu dia-a-dia lutam com as horas de cansaço, os dias de trabalho e conseguem realizar um verdadeiro trabalho de qualidade. O meu reconhecimento pessoal e profissional fica aqui, nestes exemplos, para todos os coordenadores, formadores e profissional e a todos aqueles que recorrem aos CNO para retomarem um caminho interrompido que com estas novas portas se reinicia.
O desafio da Qualificação
Existe, em Portugal, uma meta política. Qualificar, até 2010, um milhão de portugueses. Esta meta, definida politicamente representa um dos maiores desafios que o sistema educativo enfrenta actualmente. Qualificar adultos, activos empregados ou desempregados e mudar o panorama da escolaridade em Portugal.
Os Centros Novas Oportunidades e o Processo RVCC, assim como a revitalização dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) foram desenhados para dar resposta a esse objectivo. A pergunta que colocamos é: e esta é uma estratégia de qualificação da população?
Existem hoje, inscritos nos Centros Novas Oportunidades, cerca de 360.000 pessoas que procuram concluir a equivalência ao 9.º ou 12..º ano. Ou seja, 360.000 pessoas que queriam voltar à escola e não tiveram oportunidades sem ser o RVCC. São 360.000 pessoas que queriam uma opção flexível, adaptada à sua história de vida passada, presente e futura. São 360.000 pessoas que precisavam de concluir estudos iniciados, inacabados ou quase concluídos.
E agora terminam. E chega? Podemos chamar a isto qualificar?
A minha resposta, pela experiência de Avaliação Externa no processo RVCC é: não. E porquê? A resposta é simples. Em breve a escolaridade obrigatória passará para os 12 anos. O problema que tinha quem conclui o 6.º ano quando esta era a escolaridade obrigatória será o mesmo de quem hoje conclui a equivalência ao 9.º ano, a curto prazo. E quem acaba o Ensino Secundário, terá o mesmo problema, mas por via da certificação profissional que o Catálogo Nacional para as Qualificação começa a impor. Hoje, cabeleireiros, electricistas, taxista e demais profissões já são obrigados a obter uma carteira e certificado profissional.
A concorrência dos jovens, vindos de cursos profissionais, qualificados em áreas em que a experiência não chega, ajudam a elevar o problema…
Então, como solucionar esta realidade e efectivamente qualificar quem hoje se inscreve nas novas oportunidades?
A resposta está dentro dos Centros Novas Oportunidades. É destes centros e dos seus profissionais, com um boa orientação e plano de formação que os candidatos a certificação podem transformar-se em profissionais qualificados ou com uma escolarização efectiva qualificada.
Hoje os Centros Novas Oportunidades devem ser, acima de tudo, centros de atendimento e orientação. Com um vasto leque de opções (desde o RVCC, ao EFA, à Certificação Profissional, às formações modulares) o candidato à qualificação pode efectivamente ver melhorada a sua situação perante a sociedade e o seu emprego.
Só assim, efectivamente, falamos de qualificação. Esperemos ser este o caminho a seguir pelos Centros Novas Oportunidades, a bem de quem a eles recorre, a bem da Iniciativa Novas Oportunidades, a bem do rigor e qualidade do trabalho efectuado e do reconhecimento social do mesmo e também, a bem da localidade, região e do país.
Do autor publicado no Jornal Trevim.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Um recurso para STC/CLC/CP
No mesmo blog encontramos uma boa descodificação do referencial de competências chave para o nível Secundário na área de STC. Parabéns à Dra. Cristina Pinto e obrigado pela partilha.