quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Abertura de Concurso para Avaliadores Externos.

O Aviso n.º 2473/2008, de 31 de Janeiro, publicita a abertura do procedimento de acreditação de avaliadores externos no âmbito dos centros novas oportunidades para integrar júris de processos de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC) de níveis básico e secundário de educação.

A recepção das candidaturas terá início a partir do dia útil seguinte à publicação do presente aviso na 2.ª Série do Diário da República, decorrendo por um período de 20 dias úteis.

Site para concurso: http://www.avaliadores.anq.gov.pt





Abertura Candidaturas POPH

Como já sabem, encontram-se abertas as candidaturas ao Programa Operacional Potencial Humano. Podem ser consultadas aqui.
Nos últimos dias temos recebido alguns contactos sobre como será em termos de recursos humanos e remunerações para esta fase de financiamento.
Aqui ficam as tabelas (de acordo com o regulamento específico).

Quadros de Pessoal

Remunerações


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

O que são os cursos EFA?

Os Cursos EFA assentam:

a) numa perspectiva de educação e formação ao longo da vida, favorecendo a inserção socioprofissional dos adultos bem como a sua progressão para níveis subsequentes de qualificação;
b) em percursos flexíveis de formação definidos a partir de um diagnóstico inicial avaliativo, efectuado pela entidade formadora do curso EFA ou por um Centro Novas Oportunidades (CNO), ou de um processo de reconhecimento e validação das competências que o adulto foi adquirindo ao longo da vida, desenvolvido num CNO;
c) em percursos formativos desenvolvidos de forma articulada, integrando uma formação de base ou uma formação de base e ainda uma formação tecnológica;
d) num modelo de formação modular, estruturado a partir de unidades de competência, de unidades de formação de curta duração ou de ambas;
e) no desenvolvimento de uma formação centrada em processos reflexivos e de aquisição de competências, através de um módulo intitulado "Aprender com autonomia" (nível básico de educação e nível 2 de qualificação profissional) ou de um "Portfólio reflexivo de aprendizagens" (nível secundário e nível 3 de qualificação profissional).

A organização curricular dos cursos EFA obedece a uma articulação entre as componentes de formação de base e tecnológica, conferindo uma dupla certificação. Todavia, esta organização é flexível, permitindo a frequência de todo o percurso formativo ou apenas das unidades de competência não evidenciadas. Esta flexibilidade permite ainda a frequência da componente de formação de base, de forma autónoma, podendo o adulto obter a correspondente habilitação escolar.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Mapa da Aprendizagem Informal

Clique em cima para ver melhor.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

sábado, 26 de janeiro de 2008

Aprendizagem?

Muitas vezes, digo em brincadeira que os adultos vêem a sessão de júri final do processo desta forma...



Será que precisamos de muitos mais anos para alterar a nossa visão do que é "saber"? Do que é hoje a aprendizagem? Ou será que o modelo que muitos anseiam é o regresso da exigência e a conquista da aprendizagem valorizada pela dificuldade no acesso à mesma... talvez um meio termo... entre o esforço, o saber e a mobilização permanente de aprendizagens que o mundo actual exige será o melhor caminho...

Há distinções claras que devem começar a ser utilizadas:

«Conhecimentos», o resultado da assimilação de informação através do processo de aprendizagem. Os conhecimentos constituem o acervo de factos, princípios, teorias e práticas relacionado com uma área de estudo ou de trabalho. No âmbito do quadro europeu de qualificações, descrevem-se os conhecimentos como teóricos e/ou factuais;

«Aptidões», a capacidade de aplicar os conhecimentos e utilizar os recursos adquiridos para concluir tarefas e solucionar problemas. No âmbito do quadro europeu de qualificações, descrevem-se as aptidões como cognitivas (incluindo a utilização de pensamento lógico, intuitivo e criativo) e práticas (implicando destreza manual e o recurso a métodos, materiais, ferramentas e instrumentos);

«Competência», a capacidade comprovada de utilizar o conhecimento, as aptidões e as competências pessoais, sociais e/ou metodológicas, em situações profissionais ou em contextos de estudo e para efeitos de desenvolvimento profissional e/ou pessoal. No âmbito do quadro europeu de qualificações, descreve-se a competência em termos de responsabilidade e autonomia.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Atribuição de Créditos - Secundário

Para que o candidato seja certificado, é necessário que se verifique, em simultâneo, o cumprimento dos seguintes requisitos:
 - a obtenção de, no mínimo, 44 créditos: 16 em CP, 14 em STC e 14 em CLC;
 - a validação de, pelo menos, 2 competências em cada UC.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Avaliação e a Educação e Formação de Adultos.

"A ideia base é bastante simples: a aprendizagem nunca é linear, procede por ensaios, por tentativas e erros, hipóteses, recuos e avanços; um indivíduo aprenderá melhor se o seu meio envolvente for capaz de lhe dar respostas e regulações sob diversas formas; identificação dos erros, sugestões e contra-sugestões, explicações complementares, revisão das noções de base, trabalho sobre o sentido da tarefa ou a autoconfiança. Propus num outro texto (Perrenoud, 1991) uma abordagem pragmática da avaliação formativa, o que pressupõe uma concepção ampla da observação, da intervenção e da regulação (ver Allal, 1988), mas também das latitudes que não ocorrem numa concepção ortodoxa: usar a intuição ou a instrumentação, conforme as situações, as urgências, os meios disponíveis (Allal, 1983); reabilitar a subjectividade (Weiss, 1986, 1991) e, sobretudo, ter o direito de proporcionar a avaliação formativa às necessidades dos alunos, romper com a norma da equidade formal que rege a avaliação certificativa; a avaliação formativa inscreve-se numa lógica de resolução de problemas: porquê investir na observação intensiva e no diagnóstico instrumentado se basta a intuição para dizer que tal aluno está a progredir normalmente?"

Pode ler mais aqui.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Três Conclusões.

"Das reflexões que aqui partilhámos convosco assentes em sete anos de implementação e desenvolvimento do RVCC no CNO da ANOP, gostaria de finalizar destacando três conclusões:
1 – O RVCC tem de ser visto como um dos instrumentos hoje ao dispor da população adulta para exercer o direito democrático do acesso à educação ao longo da vida; isto implica a existência de políticas de educação e formação de adultos diversificadas mas integradoras e com sentido estratégico;
2 – O RVCC não pode ser visto, e muito menos usado, como um caminho fácil e rápido para o aumento dos níveis de qualificação das populações; esta tentação conduzirá, necessariamente ao esvaziamento da sua especificidade no quadro metodológico, à perca de parâmetros no quadro do seu público-alvo e à sua escolarização;
3 – A importância do RVCC ultrapassa em muito os resultados da certificação, sendo um processo com impactos no quadro da apetência pela aprendizagem continuada, pelo aprofundamento da consciência da condição de cidadão/ã e, portanto, pelo aprofundamento e consolidação dos mecanismos da participação democrática."
Autora: Fernanda Marques. Pode ler mais aqui.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A (in)disciplina.

"Feche os olhos. Imagine uma sala de aula com 28 alunos. Entre os 14 e os 15 anos. Todos eles com telemóveis, leitores de música nos bolsos e da “geração Morangos com Açúcar”. Pense que hoje, devido ao conjunto de fontes de informação e dispersão, um aluno nessas idades tem um tempo de atenção muito pequeno.

Pense, por instantes que é professor (se não o é) e imagine que tem que ensinar uma determinada matéria num tempo de aula que vai até aos 90 minutos.

E agora? O que é a indisciplina? Um aluno levantar-se em pedir autorização? Um aluno falar alto na sala? Um aluno estar sem atenção? Um aluno fazer um comentário mais desadequado?

E onde começa a função de “disciplina” da escola?

Li à poucos dias uma entrevista de um conjunto de três médicos pediatras e uma frase ficou-me gravada na memória. Cito Pedro Oom: “Educar é transmitir valores. Valores que vão fazer com que determinada criança seja um dia um adulto com estas ou aquelas características. (…) Quem transmite esses valores é que está presente. Se o pai ou a mãe não estão presentes, como acontece tantas vezes nos dias que correm, então não podem estar a transmitir valores. Ou então estão a fazê-lo pela ausência…”

Ora, estará o leitor a pensar se eu não me terei enganado na citação. Não, não enganei. Talvez 80% da indisciplina nas escolas não é verdadeira indisciplina. É falta de valores, de regras de civilidade, de educação. E nasce em casa.

Ora, voltemos à sala de aula.

Hoje os professores são funcionários públicos que também dão aulas. Na sua maioria estão atulhados em reuniões, papelada, actas, registos e tudo o mais que retira o pouco tempo que se podiam dedicar à função de serem mestres. Sim, mestres. De educarem para a cidadania na componente que lhes compete. Sim, porque a escola também é em si mesmo um local de aprendizagem social e comunitária. E os alunos, crianças ou adolescentes, também ai encontram a ausência que Pedro Oom falava. O professores hoje, na sua maioria, não tem tempo, por mais que queriam, para ouvir, estar, partilhar aprendizagens com os seus alunos para além dos programas e actividades lectivas.

É altura de pensar tudo isto. Este modelo social que estamos a arrastar para as escolas. A ausência de humanismo e de atenção. É preciso cuidado de olhar para os nossos jovens e ver quem serão no futuro. Não é preciso curar os “males” da indisciplina por si só. É preciso curar os males da educação, da atenção, do tempo de cuidar dos alunos, filhos e seres humanos que serão amanhã, futuro."

Publicado pelo autor no Jornal Trevim

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

RVCC em 4 meses?

Digo vezes sem conta isto:
"O processo de equivalência ao 9.º ano não levou a cada um dos adultos presentes numa sessão de júri de validação, 4 meses a fazer. Levou 20, 30 ou mais anos que foi preciso aprender com a vida e com o trabalho para lhes ser possível estarem ali. É preciso ter isso em conta e não pensar ao contrário contrariando a lógica do processo RVCC!"

Um exemplo de resultados.

Este mês encontra-se em destaque um CNO que tem vindo a ser uma boa surpresa para mim enquanto avaliador externo do processo RVCC. Mantendo um contacto à distância tenho acompanhado o trabalho do Centro Novas Oportunidades de Almodôvar e o dinamismo que tem demonstrado no reconhecimento social do projecto Novas Oportunidades.
Foi-me enviado um conjunto de resultados apurados através do tratamento estatístico de questionários organizados pela formadora Manuela Carvalho, relativos à actuação deste centro que aqui publicamos, deixando os nossos sinceros parabéns a toda a equipa que tenta elevar a qualidade e credibilidade deste processo de reconhecimento de aprendizagens ao longo da vida.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Passos para a criação de um Portefólio.

"1. Estabelecer um conjunto de regras básicas para a colecta de itens que devem ser arquivados para a pesquisa;
2. Colectar mostras dos trabalhos e material de pesquisa: fotografias, registros escritos, avaliações, desenhos, entre outros;
3. Registrar, arquivar e documentar o trabalho, durante todo o seu desenvolvimento;
4. Transformar os registros em material de consulta e reflexão contextualizada;
5. Preparar e conduzir pesquisas e entrevistas, tabular dados e registrar resultados em tabelas e gráficos, organizando as informações;
6. Realizar registros sistematizados, usando fundamentação teórica e referências bibliográficas. Confrontar os conhecimentos do senso comum com os conhecimentos teóricos;
7. Realizar registros de caso: observações, análises, avaliações e reflexões sobre o trabalho desenvolvido com a turma. Estes registros estão relacionados com a conduta e as interacções do próprio autor (Mediador/Profissional/Formadores), seus valores, seus costumes e principalmente seu envolvimento com os alunos, com a família e a comunidade escolar, registrando a aprendizagem e revendo conceitos;
8. Preparar “memórias”, suas e dos alunos que contenham: plano de acção, os progressos conseguidos, o desenvolvimento dos alunos no processo ensino-aprendizagem, as dificuldades, hipótese e alternativas possíveis;
9. Reunir com os alunos e outros colegas para socialização dos registros, avaliação e novos encaminhamentos que contribuam para o sucesso do trabalho;
10. Ao final das actividades, o Portefólio estará pronto e será um arquivo, um documentário demonstrativo do trabalho realizado por todos os envolvidos no processo de construção de conhecimentos."
Fonte e mais informação aqui.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Um modelo de Balanço de Competências


Um modelo de balanço de competências que emerge da Iniciativa Comunitária Equal e que pode ser consultado aqui.

Língua Estrangeira no RVCC Secundário.

"Qual o papel da língua estrangeira no Referencial de Competências-Chave para a Educação e Formação de Adultos - Nível Secundário? Consegue-se obter o mínimo de 44 créditos para a certificação de nível secundário sem a evidenciação de competências em língua estrangeira? É possível atribuir um crédito a uma competência sem se evidenciar o elemento de complexidade Tipo III em Língua, se se tiver evidenciado um elemento de complexidade Tipo III em Cultura e Comunicação? Que língua estrangeira pode ser trabalhada? Podem ser trabalhadas duas línguas estrangeiras ao mesmo tempo para além da língua portuguesa?
a) De acordo com a promoção de uma sociedade plurilinguística e pluricultural, traçar um quadro de reconhecimento de competências e aprendizagem baseado numa só Língua seria redutor e desenquadrado das exigências do mundo actual.
Assim, assumindo o papel fulcral da Língua na construção da identidade de cada indivíduo e nas relações com os outros, assumindo a sua importância para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural do indivíduo, assumindo a relevância do seu papel na troca de ideias entre cidadãos de qualquer quadrante do mundo, o presente Referencial de Competências-Chave de nível secundário pressupõe como obrigatória a evidenciação de competências em Língua Estrangeira.
b) Os Critérios de Evidência foram concebidos de forma a não ser possível a creditação mínima em Cultura, Língua, Comunicação (14 competências) sem que os adultos se confrontem com a necessidade de evidenciar competências em língua estrangeira, pois para ser atribuído o crédito a uma determinada competência que tem a formulação de língua portuguesa e/ou língua estrangeira, deve-se entender como a conjunção das duas línguas, com o mesmo nível de proficiência em termos de competências para a acção.
c) As competências têm de ser evidenciadas no seu todo e em acção, embora para a atribuição do crédito, se considere que tem de se obter pelo menos um dos critérios de evidência de Tipo III e uma combinação de Tipo I, II ou III nos outros dois domínios. Não pode haver critérios de evidência que não tenham qualquer reconhecimento.
d) Pode ser trabalhada qualquer língua estrangeira e pode ser trabalhada mais do que uma língua em simultâneo, contudo a evidência de competências numa só língua estrangeira é suficiente para o reconhecimento em Cultura, Língua e Comunicação e pensa-se que também pode ser mais eficaz para um processo de aprendizagem, como aquele que se desenvolve ao longo do RVCC."
Fonte: ANQ

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Recurso para EFA e RVC

Há uns meses atrás deixei neste espaço um conjunto de slides sobre modelos possíveis de serem adoptados para o processo de RVC Secundário. Hoje, deixo um recurso que pode completar estes, assim como pode (tal como foi pensado) servir para o desenvolvimento de tarefas com ou sem autonomia para um processo de formação em regime de EFA.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Debate - Novas Oportunidades.

"Programa de qualificação de adultos vai ser avaliado por uma equipa externa liderada por Roberto Carneiro.

"Operação fraudulenta", "manipulação estatística", um "embuste de dimensões nacionais". Estas foram algumas das expressões utilizadas ontem pelo deputado comunista Miguel Tiago para descrever a iniciativa do Governo Novas Oportunidades.
Dois anos após o lançamento do programa que visa qualificar com um diploma de 9.º ou 12.º anos um milhão de portugueses até 2010, o executivo agendou o tema para debate no Parlamento. Apresentou os números que comprovam a adesão em massa da população adulta - 352.500 abrangidos nas duas modalidades previstas, sendo que 289 mil se inscreveram em 2007 -, mas ouviu sobretudo críticas à forma como o processo está a ser conduzido e à ausência de dados sobre o impacto do processo na vida profissional dos formandos.
"O processo de suposto milagre estatístico a que assistimos é uma operação fraudulenta, fazendo primar o diploma sobre o conhecimento" e em que se procede ao "reconhecimento de competências [adquiridas ao longo da vida pessoal e profissional e não na escola] de forma muitas vezes próxima da validação administrativa", acusou Miguel Tiago. "A cada diploma é forçoso que corresponda efectivamente um verdadeiro processo de aprendizagem e qualificação e não é isso que, em muitos casos, se verifica", insistiu.
A avaliação foi contrariada pelo ministro do Trabalho, Vieira da Silva, que assegurou a existência de mecanismos de escrutínio sobre a qualidade do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), defendendo ainda que quantidade e qualidade não são incompatíveis. "São os profissionais de ensino e formação que dão a certificação. Eles não são competentes para avaliar os percursos formativos?", interrogou o ministro.
Ainda assim, Vieira da Silva anunciou a constituição de uma equipa, composta por peritos nacionais e estrangeiros e liderada pelo ex-ministro da Educação Roberto Carneiro, que terá como missão acompanhar os efeitos do processo de qualificação nos formandos e a eficácia dos Centros Novas Oportunidades (CNO), responsáveis pelo diagnóstico e encaminhamento - para processos de RVCC ou para formações mais completas em cursos de educação e formação de adultos - dos candidatos.
O PSD pediu mais e sugeriu a criação de um observatório permanente e independente do Governo como forma de garantir a credibilidade do sistema.
Com 143 mil diplomas de ensino básico e secundário já atribuídos por estas duas vias, entre 2001 e 2007, a oposição também quis saber de que dados dispunha o Governo sobre o impacto da certificação. "O Governo vem exibir estatísticas, mas resultados na vida das pessoas não tem para mostrar", criticou Ana Drago, do Bloco de Esquerda. Os estudos ficaram prometidos pelo Governo para depois.
A contratação a recibos verdes e as baixas remunerações dos técnicos e formadores que são chamados a conduzir este processo nos CNO foram outras das críticas ouvidas no Parlamento.
Por parte do Governo, Vieira da Silva preferiu sublinhar que "nunca na história portuguesa se assistiu a uma mobilização na sociedade em torno das qualificações com esta dimensão" e apelou a toda a sociedade para que ajude a concretizar esta oportunidade."
In Jornal Público, 12 de Janeiro de 2008

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Valorizar a aprendizagem...

"No quadro dos impactos produzidos nos cidadãos que concluíram o processo de RVCC e tendo como referência uma amostra de 199 cidadãos certificados pelo Centro ‘Novas Oportunidades’ da ANOP em 2006, a relação de causa/efeito de carácter imediato entre mais qualifi cação e emprego deverá ser cautelosa e abordada de forma precisa."

Vale a pena acompanhar as actas em breve disponíveis.