sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Um excelente recurso para RVCC e não só!

«O último livro de Nuno Crato, “Passeio Aleatório – Pela Ciência do Dia-Dia”, é lançado hoje pela Gradiva, às 19h na livraria Almedina do Atrium Saldanha, em Lisboa.

Neste livro de divulgação científica, Nuno Crato, que é professor de matemática no Instituto Superior de Economia e Gestão, mostra como a ciência está presente no quotidiano, quer reparemos, quer não, levando o leitor numa viagem a um mundo que é tão familiar mas, ao mesmo tempo, pode ser tão desconhecido. Fá-lo através de pequenas histórias, com títulos como “Sete gatos e sete ratos”, “O marégrafo de Cascais”, “Óculos de sol”, “Fotocopiadoras quânticas”, “A termodinâmica do peru”, ou “Luzes de Natal”.»
Fonte: Jornal Público.

Um exemplo de Bom Trabalho...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

15 Pistas para começar um Portefólio!

Olá! Aqui ficam 15 pistas para um adulto começar o seu trabalho de criação de um portefólio pessoal. São pistas... Espero que ajudem. O ficheiro está disponível para download.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

DGIDC -Site

DGIDC tem por missão assegurar a concretização das políticas relativas à componente pedagógica e didáctica da educação pré-escolar, dos ensinos básico e secundário e da educação extra-escolar, bem como assegurar a organização e realização dos exames, cabendo-lhe ainda prestar apoio técnico-normativo à formulação daquelas políticas, designadamente nas áreas de inovação e desenvolvimento do currículo e dos instrumentos de ensino e avaliação e dos apoios e complementos educativos, bem como acompanhar e avaliar a respectiva efectivação.
Visite o site aqui: DGIDC

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Exemplo de Portefólio

Ao longo dos últimos meses temos recebido um conjunto de pedidos, quer de adultos, quer de profissionais no sentido de apresentar aqui exemplos de portefólios de reflexão de aprendizagens quer para o nível básico, quer para o nível secundário.
Tendo em conta que cada processo é individual e singular nunca seria possível, num espaço como este, colocar um exemplo já realizado de um dossier pessoal. No entanto, e ao longo desta e da próxima semana iremos deixar aqui um conjunto de pistas, dicas de trabalho, instrumentos de reflexão e estratégias que poderão ser utilizadas nesse sentido. Pensamos que o primeiro ponto de partida para cada adulto é o de pensar que o portefólio é um documento único, pessoal e impossível de "copiar" por outros. Deixaremos linhas de orientação, isso sim, que permitem começar o trabalho ou orientar o mesmo no sentido de evidênciar competências, conhecimentos e aptidões.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Os Níveis de Qualificação - Quadro Europeu de Qualificações

A partir de 2010 (daqui a quase 2 anos) será aplicada a seguinte escala de avaliação e categorização das competências.

Indicadores de definição dos níveis do quadro europeu de qualificações.
Cada um dos 8 níveis é definido por um conjunto de indicadores que especificam os resultados da aprendizagem correspondentes às qualificações de um dado nível em qualquer sistema de qualificações.

Conhecimentos: No âmbito do QEQ, descrevem-se os conhecimentos como teóricos e/ou factuais.
Aptidões: No âmbito do QEQ, descrevem-se as aptidões como cognitivas (incluindo a utilização de pensamento lógico, intuitivo e criativo) e práticas (implicando destreza manual e o recurso a métodos, materiais, ferramentas e instrumentos).
Competência: No âmbito do QEQ, descreve-se a competência em termos de responsabilidade e autonomia.

Nível 1
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 1:

Conhecimentos: conhecimentos gerais básicos.
Aptidões: aptidões básicas necessárias à realização de tarefas simples.
Competência: trabalhar ou estudar sob supervisão directa num contexto estruturado.

Nível 2
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 2:

Conhecimentos: conhecimentos factuais básicos numa área de estudo ou de trabalho.
Aptidões: aptidões cognitivas e práticas básicas necessárias para a aplicação da informação adequada à realização de tarefas e à resolução de problemas correntes por meio de regras e instrumentos simples.
Competência: trabalhar ou estudar sob supervisão, com um certo grau de autonomia.

Nível 3
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 3:

Conhecimentos: conhecimentos de factos, princípios, processos e conceitos gerais numa área de estudo ou de trabalho.
Aptidões: uma gama de aptidões cognitivas e práticas necessárias para a realização de tarefas e a resolução de problemas através da selecção e aplicação de métodos, instrumentos, materiais e informações básicas.
Competência: assumir responsabilidades para executar tarefas numa área de estudo ou de
trabalho; adaptar o seu comportamento às circunstâncias para fins da resolução de problemas.

Nível 4
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 4:

Conhecimentos: conhecimentos factuais e teóricos em contextos alargados numa área de estudo ou de trabalho.
Aptidões: uma gama de aptidões cognitivas e práticas necessárias para conceber soluções para problemas específicos numa área de estudo ou de trabalho.
Competências: gerir a própria actividade no quadro das orientações estabelecidas em contextos de estudo ou de trabalho geralmente previsíveis, mas susceptíveis de alteração; supervisionar as actividades de rotina de terceiros, assumindo determinadas responsabilidades em matéria de avaliação e melhoria das actividades em contextos de estudo ou de trabalho.

Nível 5
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 5:

Conhecimentos: conhecimentos abrangentes, especializados, factuais e teóricos numa determinada área de estudos ou de trabalho e consciência dos limites desses conhecimentos.
Aptidões: uma gama abrangente de aptidões cognitivas e práticas necessárias para conceber soluções criativas para problemas abstractos.
Competência: gerir e supervisionar em contextos de estudo ou de trabalho sujeitos a alterações
imprevisíveis; rever e desenvolver o seu desempenho e o de terceiros.

Nível 6
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 6:

Conhecimento: conhecimento aprofundado de uma determinada área de estudo ou de trabalho que implica uma compreensão crítica de teorias e princípios.
Aptidões: aptidões avançadas que revelam a mestria e a inovação necessárias à resolução de problemas complexos e imprevisíveis numa área especializada de estudos ou de trabalho.
Competência: gerir actividades ou projectos técnicos ou profissionais complexos, assumindo a
responsabilidade da tomada de decisões em contextos de estudo ou de trabalho imprevisíveis assumir responsabilidades em matéria de gestão do desenvolvimento profissional individual e colectivo.

Nível 7
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 7:

Conhecimento: conhecimentos altamente especializados, alguns dos quais se encontram na vanguarda do conhecimento numa determinada área de estudo ou de trabalho, que sustentam a capacidade de reflexão original e/ou investigação; consciência crítica das questões relativas aos
conhecimentos numa área e nas interligações entre várias áreas.
Aptidões: aptidões especializadas para a resolução de problemas em matéria de investigação e/ou inovação, para desenvolver novos conhecimentos e procedimentos e integrar os conhecimentos de diferentes áreas.
Competências: gerir e transformar contextos de estudo ou de trabalho complexos, imprevisíveis e que exigem abordagens estratégicas novas; assumir responsabilidades por forma a contribuir para os conhecimentos e as práticas profissionais e/ou para rever o desempenho estratégico de equipas.


Nível 8
Resultados da aprendizagem correspondentes ao nível 8:

Conhecimentos: conhecimentos de ponta na vanguarda de uma área de estudo ou de trabalho e na interligação entre áreas.
Aptidões: as aptidões e as técnicas mais avançadas e especializadas, incluindo capacidade de síntese e de avaliação, necessárias para a resolução de problemas críticos na área da investigação e/ou da inovação ou para o alargamento e a redefinição dos conhecimentos ou das práticas profissionais existentes.
Competência: demonstrar um nível considerável de autoridade, inovação, autonomia, integridade científica ou profissional e assumir um firme compromisso no que diz respeito ao desenvolvimento de novas ideias ou novos processos na vanguarda de contextos de estudo ou de trabalho, inclusive em matéria de investigação.

domingo, 2 de dezembro de 2007

B1 - Nível Básico

Na passada semana fui avaliador externo para um júri de validação no CNO da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho na Figueira da Foz. Pela primeira vez fiz uma validação para o nível B1. Sinceramente, foi um dos momentos mais ricos pelo qual passei ao longo dos vários anos em que já sou avaliador externo. Três adultas, cujo seu trabalho estava ligado à junta de freguesia de Buarcos, e que sem o 4.º ano de escolaridade não podiam entrar para o quadro de pessoal daquela entidade viram validadas as suas aprendizagens ao longo da vida.
Foi sinceramente um momento muito rico do ponto de vista deste processo. Pessoas cuja vida ainda conta histórias de outros tempos e de um Portugal que coexiste com a modernização que tende a fazer-nos esquecer que muito devemos a todos aqueles que lutaram, trabalharam e deram o seu melhor num tempo onde a escola era só para alguns e se aprendia muitas vezes com o mais duro que a vida tinha para oferecer. Às três adultas e ao CNO os meus parabéns por tudo e o meu obrigado por mais um enriquecimento pessoal e profissional.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Já sabe como concluir o Secundário?

Muitas questões vão surgindo no nosso e-mail sobre as formas de conclusão do Ensino Secundário.
Como resposta a algumas fica aqui o Roteiro para a Conclusão do Ensino Secundário. Um Guia fundamental para entender melhor os caminhos por onde seguir...
(Documento para Adultos e Profissionais)

Desenvolvimento Humano...?

"O progresso humano não é automático nem inevitável. Somos actualmente confrontados com o facto de o amanhã ser hoje, e colocados perante a urgência cruel do agora. Neste enigma da vida e da história é possível ser demasiado tarde... Podemos gritar desesperadamente para que o tempo pare, mas o tempo ensurdece a cada súplica e continua a passar rapidamente. Sobre as ossadas descoradas e a mistura de restos de numerosas civilizações está escrita uma expressão patética: Demasiado tarde.”

Martin Luther King Jr. ‘Where do we go from here: chaos or community’

Foi apresentado o relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008. Vale a pena ver a posição de Portugal em todos os campos, principalmente na Educação... Página 267 e seguintes.


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Quadro Europeu das Qualificações

«A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, o comissário Jan Figel e o eurodeputado Mário Mantovani deram uma conferência de imprensa na próxima segunda-feira, dia 26 de Novembro, às 11h30 horas, no Pavilhão Atlântico, no Parque das Nações, em Lisboa.

A iniciativa ocorrerá após o fim da cerimónia de abertura da conferência «Valorizar a aprendizagem: práticas europeias de validação de aprendizagens não formais e informais», na qual será lançado o Quadro Europeu de Qualificações, marcada para as 9h30 horas.

A conferência «Valorizar a aprendizagem: práticas europeias de validação de aprendizagens não formais e informais», na qual será lançado o Quadro Europeu das Qualificações, é realizada no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia e decorrerá ao longo de dois dias na Sala Nónio, do Pavilhão Atlântico.

A importância do lançamento do Quadro Europeu das Qualificações é sublinhada pela presença da ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que preside ao Conselho da Educação da União Europeia, de Jan Figel, comissário responsável pela Educação, Formação, Cultura e Juventude, e do eurodeputado Mário Mantovani, que foi o relator para o Quadro Europeu das Qualificações.

Este Quadro, proposto pela Comissão em Setembro de 2006, foi votado favoravelmente este ano pelo Parlamento em 24 de Outubro e pelo Conselho em 15 de Novembro (http://eu2007.min-edu.pt/np4/116.html).

De forma simples, pode dizer-se que o Quadro é uma grelha de equivalências de qualificações a nível europeu, baseada em oito níveis de referência, das qualificações mais básicas para as mais avançadas.

Ajudará estudantes e trabalhadores que queiram movimentar-se entre países e mudar de emprego ou instituições educacionais.

Tem dois grandes propósitos, o de promover a mobilidade entre os países e o de facilitar a aprendizagem ao longo da vida.

Veja-se o seguinte exemplo: uma empresa no país A, membro da União Europeia, pode hesitar em recrutar um candidato oriundo do Estado-membro B porque não sabe qual é o nível das qualificações apresentadas por este.

Uma vez o Quadro em vigor, um certificado do país B terá uma correspondência em um dos oito níveis de referência, o que permitirá a sua comparação rápida e fácil com a realidade do país A, onde está a empresa que pretende contratar.

Saiba mais aqui: Quadro Europeu das Qualificações

Aqui fica o documento de trabalho.



segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O POPH - Apresentação.

Evento - Administração Pública

Sessão de Divulgação - O QREN e a Modernização da Administração Pública

Vai ter lugar, no próximo dia 27 de Novembro, a sessão de divulgação «O QREN e a Modernização da Administração Pública».

A sessão, que decorrerá no Auditório 1 do Centro de Reuniões da FIL (Parque das Nações, Lisboa), conta com a presença do Senhor Ministro da Presidência, Dr. Pedro Silva Pereira, e é dirigida aos Organismos da Administração Pública, Central e Local.

O programa detalhado da sessão encontra-se disponível no site do Programa Operacional Factores de Competitividade.

domingo, 25 de novembro de 2007

sábado, 24 de novembro de 2007

Pode isto ser verdade?

«Luís Lobo, dirigente do SPRC, estimou que na Região Centro existam «300 a 400 professores» com salários em atraso relativos às funções que desempenham nos centros de validação de competências.

«A situação atinge toda a Região Centro. Há centenas de centros, estimamos que sejam 300 a 400 professores que não recebem salários há três meses» , disse.

Apesar da denúncia do SRPC, fonte do Ministério da Educação, contactada pela Lusa, negou a existência de atrasos nos vencimentos dos Centros de Novas Oportunidades.

«O Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal (PRODEP, responsável por aquelas verbas) tem tudo transferido para as escolas, não existe nenhum atraso na Região Centro» garantiu a fonte do Ministério.

Acrescentou que, desde o ano 2000, os pagamentos «são bimestrais, feitos de dois em dois meses».

«O próximo será feito no final deste mês de Novembro. É feito directamente às escolas, não há intermediários» , disse.

O SPRC afirma que o problema atinge os docentes que possuem horários incompletos em escolas que «por força das regras impostas pelo Governo, não podem completar o horário nas escolas de origem e acabam por ir para Centros de Novas Oportunidades com um contrato diferente, a recibo verde».

«O caricato é que como há escolas que também são Centros de Novas Oportunidades, há professores que trabalham no mesmo edifício com contratos e tutelas diferentes. Recebem do Ministério da Educação através da escola, e, nos Centros de Novas Oportunidades, quem paga é o Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal mas com atrasos de dois e três meses» , argumentou Luís Lobo.

O sindicalista frisa que, por junto, há professores «que acabam por trabalhar mais do que o horário completo e, por mês, só levam para casa 300 euros».

Considerou a situação «insustentável», dizendo existirem docentes que estão confrontados com «sérias dificuldades económicas».

«Há quem mal tenha dinheiro para se alimentar depois das despesas com a habitação» , exemplificou.

Confrontada com a situação, a fonte do Ministério da Educação disse estranhar a existência de contratos e tutelas diferentes dentro de uma mesma escola, assinalando que, a verificar-se, «é ilegal».

«Não pode haver um mesmo professor contratado e, simultaneamente a recibo verde, na mesma escola. Os Centros de Novas Oportunidades não têm existência jurídica em relação à escola, são como a cantina ou a secretaria» , sustentou.

Frisou que os docentes que leccionem nos Centros de Novas Oportunidades fazem-no «desde que as horas lhes sejam atribuídas a título de crédito horário da escola».

Segundo a tutela, os profissionais a recibo verde nos Centros de Novas Oportunidades «são na sua grande maioria psicólogos e técnicos superiores em regime de avença, responsáveis pelo acompanhamento e diagnóstico» dos candidatos.

Para o SRPC, a solução passa pela existência de um regulamento, a cargo do Ministério da Educação, sobre o pagamento de vencimentos nos Centros de Novas Oportunidades, que seriam assumidos pela tutela.

«Devia ser o Ministério a pagar, recuperando depois o investimento através do Programa de Desenvolvimento Educativo para Portugal. Já o dissemos ao Governo mas tarda em ser encontrada uma solução» , disse Luís Lobo.

Questionada sobre a viabilidade da solução defendida pela estrutura sindical, a fonte do Ministério da Educação recusou tecer comentários.»

Fonte: Lusa / SOL

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Candidaturas

Está aberto o período de candidaturas para organização de Visitas de Estudo a decorrer entre Maio de 2008 e Junho de 2009.

Estas visitas têm por objectivo promover o intercâmbio de informações, experiências e boas práticas no domínio da educação e da formação profissional numa perspectiva de Aprendizagem ao Longo da Vida. Para proceder à apresentação da candidatura deverá:

  • ler cuidadosamente os documentos que contêm todas as orientações para preenchimento da proposta;
  • preencher o modelo tendo por base as informações nos documentos supra mencionados;
  • enviar até dia 14 de Dezembro para o seguinte endereço electrónico: tcastro@socleo.pt

A data limite para apresentação da candidatura: 6ª feira 14 de Dezembro 2007.

Fonte: Socleo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Newsletter sobre FSE

A INFO:FSE, neste 23º número, destaca um artigo sobre o novo período de apoios comunitários e a sua estrutura operacional entre 2007 e 2013 em Portugal, com ênfase na intervenção do Fundo Social Europeu. Apresenta ainda projectos apoiados pelo FSE, que ilustram trabalhos desenvolvidos na integração social de refugiados e requerentes de asilo e na info-inclusão de todos, e em particular dos seniores.
Para aceder à newsletter clique aqui.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Cursos de Especialização Técnológica: Termos e Conceitos.

«Curso de Especialização Tecnológica (CET) - Formação pós-secundária não superior que visa conferir qualificação profissional do nível 4.

Diploma de Especialização Tecnológica (DET) - Diploma conferido após o cumprimento de um plano de formação de um CET com um número de créditos ECTS compreendido entre 60 e 90.

Condições de acesso - Condições gerais que devem ser satisfeitas para requerer a admissão a um curso.

Condições de ingresso - Condições específicas que devem ser satisfeitas para requerer a admissão a um curso concreto num determinado estabelecimento de ensino.

Crédito - Unidade de medida do trabalho do estudante sob todas as suas formas, designadamente sessões de ensino de natureza colectiva, sessões de orientação pessoal de tipo tutorial, estágios, projectos, trabalhos no terreno, estudo e avaliação.

Créditos ECTS - Créditos segundo o european credit transfer and accumulation system (sistema europeu de transferência e acumulação de créditos), cuja aplicação é regulada pelo Decreto-Lei n.º 42/2005, de 22 de Fevereiro.

Horas de contacto - Tempo em horas utilizado em sessões de ensino de natureza colectiva, designadamente em salas de aula, laboratórios ou trabalhos de campo, e em sessões de orientação pessoal de tipo tutorial.

Unidade de formação - Unidade de ensino, do plano de formação de um Curso de Especialização Tecnológica, com objectivos próprios e que é objecto de avaliação traduzida numa classificação final.

Plano de formação de um curso - Conjunto organizado de unidades de formação em que um formando deve ser aprovado para concluir um curso não conferente de grau.

Referencial de competências - Repertório de competências-chave necessárias para exercício de uma profissão, caracterizadas através de exemplos de actividades representativas dessas competências a um dado nível.

Formação em alternância - Processo de formação em que se alternam sequências de formação ministradas por instituições de formação com sequências de formação prática realizadas em contexto de trabalho.

Registo - Decisão que compete ao Director-Geral do Ensino Superior, que autoriza a entrada em funcionamento de um CET num estabelecimento de ensino superior e que assume, para efeitos de publicação, a forma de Despacho.

Níveis de qualificação profissional - Níveis de formação a que se refere o anexo à Decisão n.º 85/368/CEE, do Conselho, de 16 de Julho, relativa à correspondência de qualificações de formação profissional entre Estados membros das Comunidades Europeias, publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias, n.º L 199, de 31 de Julho de 1985.»

Fonte: ANQ

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Condições de Acesso ao POPH

São estes os critérios específicos de selecção para acesso ao financiamento do POPH para a área do RVCC.

a) Relevância do projecto proposto face às necessidades locais, regionais e nacionais em matéria de qualificação de adultos;
b) Estrutura e capacidade efectiva instalada para assegurar com eficácia e qualidade as funções previstas para os Centros Novas Oportunidades (CNO), nomeadamente nas dimensões pedagógica e de gestão administrativo-financeira;
c) Coerência do projecto com as orientações constantes da Carta de Qualidade dos CNO, definida pela Agência Nacional para a Qualificação;
d) Articulação da entidade, quando aplicável em função da sua natureza, com a rede de instituições de ensino e formação da região;
e) Condições para assegurar a melhoria contínua da qualidade da sua intervenção;
f) Relevância dos resultados, aferida em função das condições específicas do território de actuação onde a entidade se insere, designadamente o seu grau de desfavorecimento e as características da sua população, bem como das metas que se propõe atingir;
g) Equilíbrio territorial da oferta de serviços dos CNO, nomeadamente os de RVCC, visando a adequada resposta às necessidades de qualificação em todo o território nacional;
h) Garantia de instrumentos adequados a assegurar a igualdade de oportunidades de acesso, em particular de públicos mais desfavorecidos e/ou com maiores dificuldades de inserção no mercado de trabalho;
i) Explicitação de mecanismos que possibilitem a prossecução dos objectivos da política para a igualdade de oportunidades e igualdade de género.

Mais informação aqui: POPH

domingo, 18 de novembro de 2007

Programa Operacional Potencial Humano - Site Disponível.

Já se encontra disponível o site do Programa Operacional Potencial Humano. Este tem no seu eixo 2 uma verente vocacionada para o RVCC.
- Objectivos Gerais do Eixo
Elevar os níveis de qualificação dos activos - empregados e desempregados - assumindo o nível secundário como referencial de qualificação.
Alargar as possibilidades de acesso à formação por parte dos activos empregados, através da modulação e do ajustamento das ofertas.
Garantir a capitalização das formações de curta duração, realizadas no quadro de um determinado percurso formativo, com vista à obtenção de uma qualificação correspondente a uma determinada saída profissional.
Expandir e consolidar o sistema de reconhecimento, validação e certificação de competências.
Diversificar as oportunidades de aprendizagem e de desenvolvimento de novas metodologias para a aprendizagem ao longo da vida.
Incrementar a Igualdade de Oportunidades entre ambos os sexos.
-Tipologias de Intervenção
Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências - apoio ao funcionamento dos Centros Novas Oportunidades, para desenvolvimento do processo RVCC e da formação complementar associada;
Formações Modulares Certificadas - ofertas formativas de curta duração estruturadas em módulos que correspondem a percursos de educação e formação que integram ou integrarão o Catálogo Nacional de Qualificações (abrange os níveis 2, 3, e 4 de qualificação, de acordo com actual classificação de níveis e qualificações);
Cursos de Educação e Formação de Adultos - ofertas integradas de educação e formação, que conferem dupla certificação e que integram componentes de formação de base, profissionalizante e prática, variáveis em função da tipologia de percursos e dos níveis de qualificação que conferem;
Apoio ao Reequipamento e Consolidação da Rede de Centros de Formação, tendo em vista garantir níveis de dotação infra-estrutural e de equipamentos adequados às necessidades resultantes da expansão da oferta de formação profissionalizante.

-Beneficiários dos Apoios
Pessoas colectivas de direito público pertencentes à administração central e local, incluindo Institutos Públicos;
Pessoas colectivas de direito privado, com ou sem fins lucrativos;
Empresas;
Pessoas Singulares."
Pode consultar a apresentação do Programa aqui: POPH