Este espaço destina-se a um lugar de troca de informação, recursos e debate para os profissionais da Educação e Formação de Adultos.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Programa Grundtvig: Candidaturas até 31 de Outubro
Podem participar no Programa Grundtvig:
- Educandos inseridos na educação de adultos;
- Estabelecimentos ou organismos que oferecem oportunidades de aprendizagem no âmbito da educação de adultos;
- Professores e outro pessoal desses estabelecimentos ou organismos;
- Estabelecimentos envolvidos na formação inicial ou contínua do pessoal encarregado da educação de adultos;
- Associações e representantes das partes envolvidas na educação de adultos, incluindo associações de educandos e de professores;
- Estabelecimentos envolvidos na formação inicial ou contínua do pessoal encarregado da educação de adultos;
- Associações e representantes das partes envolvidas na educação de adultos, incluindo associações de educandos e de professores;
- Organismos que prestem serviços de orientação, aconselhamento e informação relacionados com qualquer aspecto da aprendizagem ao longo da vida;
- Pessoas e organismos responsáveis pelos sistemas e políticas de educação de adultos, em todos os seus aspectos, a nível local, regional e nacional;
- Pessoas e organismos responsáveis pelos sistemas e políticas de educação de adultos, em todos os seus aspectos, a nível local, regional e nacional;
- Centros e organismos de investigação que se ocupem de temas relacionados com a aprendizagem ao longo da vida;
- Empresas;
- Organismos sem fins lucrativos, organizações de voluntários e organizações não governamentais (ONG);
- Estabelecimentos de ensino superior.
- Empresas;
- Organismos sem fins lucrativos, organizações de voluntários e organizações não governamentais (ONG);
- Estabelecimentos de ensino superior.
Bolsas de formação contínua para profissionais no âmbito da educação de adultos (antigo Grundtvig 3) - Candidaturas até 31 de Outubro de 2007.
Mais Informação em: SOCLEO
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
EAEA - Associação Europeia para a Educação de Adultos
A Associação Europeia para a Educação de Adultos é uma Organização Não Governamental (ONG) com 120 membros institucionais de 41 países que trabalham na área da Educação de Adultos.
Um sugestão: Promover o associativismo e aderir a esta associação com o CNO. Nunca é demais a troca de informações e a transferência de «boas práticas». Portugal já tem uma entidade associada.
Para saber mais: EAEA
Opções de Formação - Desempregado(a).
Se é desempregado/a, ou seja, já exerceu uma ou mais actividades profissionais qualificadas que, no seu conjunto, perfazem um período superior a 12 meses, e pretende reforçar as suas competências, adquirir uma qualificação noutra profissão, ou obter uma progressão escolar, pode frequentar um curso numa das seguintes modalidades de formação:- Educação e Formação de Adultos (EFA) - possibilitando também equivalência escolar.
- Educação e Formação - possibilitando também equivalência escolar.
- Especialização Profissional.
- Formação para Activos Qualificados.
- Reciclagem, Actualização e Aperfeiçoamento.
- Qualificação e Reconversão Profissional.
Fonte: IEFP
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Protocolo no âmbito das Novas Oportunidades para a deficiência.
«A Agência Nacional para a Qualificação (ANQ) irá, em conjunto com outras quatro entidades públicas, assinar um protocolo de cooperação, no âmbito dos Centros Novas Oportunidades para a deficiência, com o Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral, instituição com sede em Coimbra. A cerimónia de assinatura contará com a presença dos secretários de Estado da Educação, do Emprego e Formação Profissional, e da Reabilitação. Este protocolo, com assinatura prevista para o dia 27 de Setembro, envolve para além do referido núcleo regional, a ANQ, a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, o Instituto do Emprego e da Formação Profissional e o Instituto Nacional da Reabilitação.A assinatura do referido documento tem como objectivo proporcionar, em condições de igualdade, o acesso das pessoas com limitações da actividade e restrições na participação, decorrentes de paralisia cerebral e da existência de barreiras no ambiente, ao reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas por via formal, não formal e informal, de acordo com soluções ajustadas às suas características, capacidades e condições do meio envolvente mediante a adaptação do Referencial de Competências-chave do ensino básico.»
Fonte: ANQ
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Prodercom - Como se define um perfil.
O Projecto de Desenvolvimento, Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (Prodercom) foi um processo co-financiado pela UE, no âmbito da iniciativa comunitária EQUAL, e que visou definir os perfis profissionais para o RVCC. Passaram já alguns anos sobre este projecto, no entanto vale a pena regressar ao site e comparar a realidade actual com o estudo de então. Neste espaço on-line encontramos documentos tão importantes como:
- Metodologia de RVCC e Dispositivo de Aplicação.
- Referencial de Formação e Recursos Didácticos.
- Perfil de competências dos profissionais envolvidos em processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC).
- Avaliação do impacte dos processos RVCC nas organizações.
Muitos destes tópicos são acompanhados por documentação base para trabalho pelos actuais CNO que pode ser actualizada e repensada à luz dos projectos actuais, mas que, na sua essência tem ainda utilidade e validade.
Por último, para as empresas e centros de formação, está também disponível o referêncial para a formação de Técnicos RVCC.
Os Créditos do RVCC Secundário: O que são?
Devido a várias questões colocadas sobre o que são e como funcionam os créditos para conseguir obter um reconhecimento de competências ao nível do 12.º ano (RVCC Secundário) colocamos aqui algumas informações que pensamos possam dar algumas respostas.Como se consegue o reconhecimento de competência para o 12.º ano?
O processo é similiar ao RVCC Básico, embora a exigência e as áreas sejam mais alargadas, assim como os conhecimentos a demonstrar exigem mais experiência e conhecimentos por parte dos adultos. O resultado é a criação de um dossier/portefólio com a clara evidência das competências indicadas nos referenciais para o nível secundário.
Em sede de júri de validação (onde estão presentes os formadores, tecnicos e um avaliador externo), o candidato apresenta e discute o seu portefólio, procurando evidenciar a detenção das competências-chave necessárias à obtenção da respectiva certificação. Espera-se que o candidato tenha percorrido e trabalhado 22 unidades de competência decompostas em 88 competências no conjunto das três Áreas de Competências-chave, mas obtenção de certificação de nível secundário não obriga a que sejam obtidos créditos em todas as 88 competências. A certificação de nível secundário é equivalente ao 12º ano do ensino secundário.
E como funcionam esses créditos?
São precisos 44 créditos para que o candidato obtenha um certificado através deste sistema. Os créditos são distribuídos pelas três Áreas fundamentais do Referencial: 16 na Área Cidadania e Profissionalidade (CP); 14 na Área Sociedade, Tecnologia e Ciência; e 14 na Área Cultura, Língua, Comunicação (CLC).
Certo. Mas a que equivale um crédito e como se consegue?
Cada unidade de crédito corresponde a uma carga horária de, aproximadamente 12 horas que poderá englobar períodos de entrevista/reunião com o (s) técnico (s) de RVC, auto-aprendizagem, formação formal, elaboração de Portefólio Reflexivo de Aprendizagens, etc... Um crédito corresponde à produção de evidências numa das Competências-Chave inscritas nas Unidades de Competência em cada uma das três Áreas do Referencial.
Esperamos ter ajudado a responder a algumas questões que se levantam quando se pensa em fazer o RVCC Secundário.
Fonte: Nerga, Novas Oportunidades e ANQ.
CNO destaque do Mês: CNO da ENB da Lousã
O CNO da Escola Nacional de Bombeiros encontra-se em destaque este mês no Blog RVCC/NO. Com uma equipa bem estrutura e uma capacidade de motivação e atenção ao adulto muito elevada, o CNO da ENB da Lousã tem realizado um trabalho consistente e que cumpre os príncipios orientadores para o desenvolvimento do processo RVCC.Publicamos aqui notícia do Jornal Trevim.
«Dentro de pouco tempo, já é possível no Centro Novas Oportunidades (CNO) da Escola Nacional de Bombeiros da Lousã certificar competências ao nível do 12º ano. Está a ser constituída a equipa necessária para que o projecto avance. Já há centenas de pré-inscritos interessados em obter essa equivalência
O CNO é o nome dado desde Janeiro aos Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências. Localizado no Aeródromo, o centro da Lousã está vinculado à Escola Nacional de Bombeiros e já viu, desde a sua criação em 2001, 1200 pessoas saírem com êxito do processo de validação das competências alcançadas ao longo da vida, ao nível social, profissional e pessoal. Um número pequeno quando comparado com as inscrições recebidas pelo centro, que foram de 2.400 nos seis anos, sendo cerca de mil do concelho da Lousã. Este desfasamento fica a dever-se às dificuldades que vão surgindo ao longo do processo. Segundo Rita Correia, engenheira industrial nomeada para o cargo de direcção do organismo em 2006, os entraves acontecem a vários níveis. “Trata-se de um processo que demora algum tempo, no qual a pessoa tem de demonstrar que possui competências adquiridas ao longo da vida, o que muitas vezes não é fácil”, refere a responsável.O processo inicia com uma sessão de esclarecimento explicativa de todos os passos que os interessados terão de percorrer para conseguir a equivalência pretendida: o quarto ano, o sexto ou o 9º ano. Dentro em pouco, o 12º ano. “Depois decidem ou não se pretendem continuar e fazem a inscrição”, explicou a responsável. Em seguida, são chamados para uma entrevista individual. Nesse encontro, os interessados ou se decidem por fazer o processo RVCC ou são encaminhados para cursos alternativos (cursos EFA, de Educação e Formação de Adultos, por exemplo).Os que optarem em prosseguir o processo são desafiados a construir um dossier pessoal, em que descrevem toda a experiência pessoal e profissional obtida ao longo da vida, em que deve ser dito tudo de relevante, desde a participção em colectividades, estadias no estrangeiro, colaborações em órgãos de comunicação social, bem como os cursos de formação frequentados. O dossier é acompanhado em sessões quinzenais por um profisisonal e, depois de finalizado, o utente recebe ainda formação em quatro áreas, de acordo com as necessidades manifestadas: Matemática para a Vida, Cidadania e Empregabilidade, Tecnologias da Informação e da Comunicação e Linguagem e Comunicação. Por fim, o adulto é sujeito a um júri de validação, formado por um avaliador externo que irá analisar o dossier e a conformidade do processo com as suas regras e o seu espírito e com o nível de qualidade e exigência do Ministério da Educação através da Agência Nacional para a Qualificação. “É na sessão de júri que os adultos revelam, através de questões orientadas que coloco, as suas competências e saberes ao longo da vida, que devem estar de acordo com os registos que deixaram presentes no dossier pessoal”, explicou João Lima, um dos avaliadores que trabalha com o Centro de Novas Oportunidades da Lousã.O percurso demora de quatro a seis meses (podendo haver alguns que se prolongam mais) e pode proporcionar progressões na carreira profissional, aceder a outros níveis de escolaridade, aumentar as saídas profissionais dos adultos que não puderam estudar na altura considerada mais apropriada para o efeito. João Lima tem, a este respeito, uma opinião muito particular. “Não é por estar quatro a seis meses num processo, que pode ter formação associada, que irá melhorar a qualificação de ninguém. O programa novas oportunidades só terá sucesso se houver continuação dos estudos”, observa o professor, esclarecendo que os adultos podem, não só apostar na escola convencional, mas também em cursos técnicos e formação profissional. “O RVCC dá uma oportunidade para novas oportunidades”, remata João Lima.No entanto, não é apenas a continuação dos estudos que serve de motivação a quem recorre a estes centros. A valorização pessoal e a auto-estima são outros estímulos. Sandra Carvalheiro, uma das formadoras do CNO, destaca a força de vontade que os mais velhos têm em aprender mais e em certificar as suas competências. “Depois de saber algumas histórias tão dificéis de vida e observar o empenho dessas pessoas é bastante interessante e até comovente”, relata.O centro RVCC da Lousã aceita todos os cidadãos portugueses, ou estrangeiros com autorização de residência, com mais de 18 anos para a obtenção de equivalências para o 4º, sexto ou nonos anos. Para o secundário, já se exige que o adulto comprove uma experiência de três anos a nível profissional. Para oferecer uma maior qualidade no serviço prestado, o Centro, que ainda funciona em instalações provisórias, necessitaria de um espaço mais alargado. “Vamos contar com mais uma administrativa e quatro formadores, um a tempo inteiro. Teremos também muitos mais alunos”, referenciou Rita Correia. As novas instalações serão mais próximo da vila da Lousã, mas o local ainda não está definido”, informou.»
Maria João Borges 13 Setembro 2007
O CNO é o nome dado desde Janeiro aos Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências. Localizado no Aeródromo, o centro da Lousã está vinculado à Escola Nacional de Bombeiros e já viu, desde a sua criação em 2001, 1200 pessoas saírem com êxito do processo de validação das competências alcançadas ao longo da vida, ao nível social, profissional e pessoal. Um número pequeno quando comparado com as inscrições recebidas pelo centro, que foram de 2.400 nos seis anos, sendo cerca de mil do concelho da Lousã. Este desfasamento fica a dever-se às dificuldades que vão surgindo ao longo do processo. Segundo Rita Correia, engenheira industrial nomeada para o cargo de direcção do organismo em 2006, os entraves acontecem a vários níveis. “Trata-se de um processo que demora algum tempo, no qual a pessoa tem de demonstrar que possui competências adquiridas ao longo da vida, o que muitas vezes não é fácil”, refere a responsável.O processo inicia com uma sessão de esclarecimento explicativa de todos os passos que os interessados terão de percorrer para conseguir a equivalência pretendida: o quarto ano, o sexto ou o 9º ano. Dentro em pouco, o 12º ano. “Depois decidem ou não se pretendem continuar e fazem a inscrição”, explicou a responsável. Em seguida, são chamados para uma entrevista individual. Nesse encontro, os interessados ou se decidem por fazer o processo RVCC ou são encaminhados para cursos alternativos (cursos EFA, de Educação e Formação de Adultos, por exemplo).Os que optarem em prosseguir o processo são desafiados a construir um dossier pessoal, em que descrevem toda a experiência pessoal e profissional obtida ao longo da vida, em que deve ser dito tudo de relevante, desde a participção em colectividades, estadias no estrangeiro, colaborações em órgãos de comunicação social, bem como os cursos de formação frequentados. O dossier é acompanhado em sessões quinzenais por um profisisonal e, depois de finalizado, o utente recebe ainda formação em quatro áreas, de acordo com as necessidades manifestadas: Matemática para a Vida, Cidadania e Empregabilidade, Tecnologias da Informação e da Comunicação e Linguagem e Comunicação. Por fim, o adulto é sujeito a um júri de validação, formado por um avaliador externo que irá analisar o dossier e a conformidade do processo com as suas regras e o seu espírito e com o nível de qualidade e exigência do Ministério da Educação através da Agência Nacional para a Qualificação. “É na sessão de júri que os adultos revelam, através de questões orientadas que coloco, as suas competências e saberes ao longo da vida, que devem estar de acordo com os registos que deixaram presentes no dossier pessoal”, explicou João Lima, um dos avaliadores que trabalha com o Centro de Novas Oportunidades da Lousã.O percurso demora de quatro a seis meses (podendo haver alguns que se prolongam mais) e pode proporcionar progressões na carreira profissional, aceder a outros níveis de escolaridade, aumentar as saídas profissionais dos adultos que não puderam estudar na altura considerada mais apropriada para o efeito. João Lima tem, a este respeito, uma opinião muito particular. “Não é por estar quatro a seis meses num processo, que pode ter formação associada, que irá melhorar a qualificação de ninguém. O programa novas oportunidades só terá sucesso se houver continuação dos estudos”, observa o professor, esclarecendo que os adultos podem, não só apostar na escola convencional, mas também em cursos técnicos e formação profissional. “O RVCC dá uma oportunidade para novas oportunidades”, remata João Lima.No entanto, não é apenas a continuação dos estudos que serve de motivação a quem recorre a estes centros. A valorização pessoal e a auto-estima são outros estímulos. Sandra Carvalheiro, uma das formadoras do CNO, destaca a força de vontade que os mais velhos têm em aprender mais e em certificar as suas competências. “Depois de saber algumas histórias tão dificéis de vida e observar o empenho dessas pessoas é bastante interessante e até comovente”, relata.O centro RVCC da Lousã aceita todos os cidadãos portugueses, ou estrangeiros com autorização de residência, com mais de 18 anos para a obtenção de equivalências para o 4º, sexto ou nonos anos. Para o secundário, já se exige que o adulto comprove uma experiência de três anos a nível profissional. Para oferecer uma maior qualidade no serviço prestado, o Centro, que ainda funciona em instalações provisórias, necessitaria de um espaço mais alargado. “Vamos contar com mais uma administrativa e quatro formadores, um a tempo inteiro. Teremos também muitos mais alunos”, referenciou Rita Correia. As novas instalações serão mais próximo da vila da Lousã, mas o local ainda não está definido”, informou.»
Maria João Borges 13 Setembro 2007
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Um bom exemplo: site do CNO da E.S. da Mealhada
Sempre defendi que para consolidar a imagem dos CNO, principalmente aqueles que se encontram associados a escolas públicas, é o da criação da criação de um espaço on-line de informação e contacto com os adultos e o público em geral.Com elevada qualidade e excelente informação foi isso que o CNO da Escola Secundária da Mealhada fez. O site já está on-line e a sua estrutura e qualidade demonstram o profissionalismo da equipa do CNO.
Penso que esta é uma porta aberta para a inclusão dos e-portfólios como estratégia para o RVCC do nível secundário.
Pode visitar o site aqui: CNO da Escola Secundária da Mealhada.domingo, 16 de setembro de 2007
INFOFSE - Sobre Qualificação
«A renovada InfoFSE, no 22º número, destaca uma entrevista com a Presidente da Agência Nacional para a Qualificação sobre a Iniciativa Novas Oportunidades e a sua relevância, entre outros instrumentos, no âmbito da reforma da formação profissional.Apresenta ainda projectos apoiados pelo FSE que ilustram a diversificada aposta na qualificação de jovens e adultos, dois eixos fundamentais da Iniciativa Novas Oportunidades.No artigo de destaque sobre a Iniciativa Novas Oportunidades faz-se o balanço dos resultados obtidos com os adultos.Na esteira do que tem sido a nossa preocupação editorial propomos que conheça outros quatro projectos apoiados pelo Programa Operacional da Educação (PRODEP III), pelo Programa Operacional do Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), que ilustram as várias vias de oportunidade de qualificação profissional para jovens, jovens adultos e adultos e sublinham a importância das novas oportunidades e novas perspectivas de vida que o FSE proporciona, em zonas do país como são os casos concretos deste número, Viseu, Soure, Barrancos e Barcelos.Estes projectos, cujos objectivos correspondem por completo à finalidade das Novas Oportunidades, revelam o seu alcance pelo reconhecimento do direito à formação ao longo da vida e o reconhecimento, validação e certificação de competência adquiridas por vias não formais, bem como pela entrada no mercado de jovens dinâmicos, qualificados e cidadãos profissionais criar novas condições para que os projectos empresariais ganhem também mais dinâmica.Entre outras notícias, sobre os resultados dos cursos de especialização tecnológica, destacamos ainda a aprovação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), 2007-2013, conforme acordado com a Comissão Europeia.»
Clicar para aceder à InfoFSE
sábado, 15 de setembro de 2007
Estado de Alma da Educação em Portugal
Texto publicado no Jornal Trevim. Autoria própria.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura
Foi instituída uma agência de execução para a gestão da acção comunitária nos domínios da educação, do audiovisual e da cultura, cujos estatutos se regem pelo Regulamento (CE) n.o 58/2003.Aqui fica o site para mais informação: EACEA
Inclui estudos e concursos para financiamento de projectos no âmbito da Educação.
Aqui fica a estrutura da Agência:

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